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Londrina

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m de leitura Atualizado em 24/06/2022, 00:32

Parmegiana é bom demais, não importa de onde venha!

PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 24 de junho de 2022

Fábio Luporini/ Especial para a Folha
AUTOR autor do artigo

Foto: Pixa Bay
menu flutuante

Eu não sabia e ainda não entendi porque há tantas incertezas e incongruências sobre o filé à parmegiana. A única certeza que eu sei é que ele é delicioso. No início da semana, tive a oportunidade de degustar um baita filé de frango à parmegiana, em Curitiba, num daqueles restaurantes da praça de alimentação do Park Shopping Barigui. Eu e minha tia Mara Binhame ficamos impressionados com a qualidade e com o tanto que o prato era bem servido! Valeu a pena e me despertou algumas das mais gostosas e saborosas memórias afetivas.

Desde criança o bife à parmegiana é frequente no cardápio lá de casa, da família como um todo. Então, para mim, sempre foi muito natural degustar uma carne empanada com queijo por cima e bastante molho vermelho. Até escrever esse texto, no entanto, eu nem imaginava que esse prato tão difundido na culinária brasileira é quase um filho com muitos pais. Uns dizem que quem o inventou provavelmente era um imigrante italiano em São Paulo. Outros, categoricamente, afirmam que a iguaria vem de Parma, na Itália, tal qual o presunto.

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Também existem relatos de que o escritor italiano Pietro Verri, já em 1148, no livro “Storia di Milano”, faz referência a um almoço realizado na Basílica de Santo Ambrósio que continha no cardápio costeletas de vitela empanadas. Talvez fosse o embrião do parmegiana. Ou ainda é possível percorrer a terra nostra e encontrar a berinjela à parmegiana, que eu, particularmente, nunca experimentei, mas, que deve fazer sucesso entre os que não comem carne.

Em Londrina, estamos bem servidos nesse aspecto. O restaurante Folha D’Ouro, que se localiza no Mercadão da Prochet, prepara um prato de matar a fome de duas ou três pessoas, sob o comando do chef Everton Nascimento. Assim também é no Barô Bistrô, onde o chef Olinto Lemos capricha na iguaria. Aliás, faz tempo que não dou um pulo lá para matar a saudade da gastronomia que eles fazem. E não podemos nos esquecer do saudoso parmegiana do restaurante Rodeio, que ficava ali no Calçadão, próximo à Catedral. Esse era, sem dúvida, um dos mais famosos!

Mas, se tua vontade for degustar um parmegiana, é só abrir os aplicativos de delivery e pesquisar, porque é um prato que não falta. Se quiser, algumas dicas, ligue ou vá até restaurantes como o Empório Araçá, Pastel Mel, La Pasta Gialla, Rosso Pomodoro e até o Kiberama, referência de comida árabe. Não preciso nem dizer que se tiver um vinho tinto, a degustação fica melhor ainda, né? E uma boa companhia, também!

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A opinião do colunista não reflete, necessariamente, a da Folha de Londrina.

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