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Folha Rural 5m de leitura Atualizado em 26/11/2021, 18:24

Dedo de Prosa | Nosso bem maior: A água

PUBLICAÇÃO
sábado, 27 de novembro de 2021

Marina Irene Beatriz Polonio
AUTOR autor do artigo

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Todos gastamos muita água, seja para beber, para cozinhar, lavar roupas, fazer a higiene pessoal e do lar, dar de beber a animais, regar plantas, produzir diversos produtos e bens de consumo, etc.

Imagem ilustrativa da imagem Dedo de Prosa | Nosso bem maior: A água
|  Foto: Marco Jacobsen
   

A água é nosso bem maior porque essencial à vida. Se não a tivéssemos não viveríamos, já que nosso corpo é constituído por 70% de água. Os demais seres vivos como: animais, vegetais e toda a natureza dependem dela para viver, também.

Nesse contexto consideremos, se cerca de 97,5% da água existente no Planeta Terra é salgada, sobram apenas 2,5% da água doce no planeta. E, dentro dessa porcentagem, mais ou menos 12% está localizada no Brasil segundo informações da Agência Nacional de Águas (ANA). Devido a nosso país ter diversos aquíferos em seu subsolo, é considerado privilegiado no que diz respeito à quantidade de água.

Contudo, em algumas regiões de nosso país, a água tratada atualmente chega para apenas 83,3% dos brasileiros conforme informado pelo Ministério das Cidades.

E, mesmo sendo essencial à vida, temos de saber e compartilhar o conhecimento de que a água é recurso que se esgota.

Para nós, que a temos em nossas residências devemos conhecer que, para que tenhamos água em nossas torneiras, ela deve ser retirada de mananciais naturais como: rios, lagos, açudes, poços artesianos etc.

Porém, ainda assim, para que chegue pronta para beber nas residências, ela passa por reservatórios que a encaminham para as estações de tratamento. Só depois de tratada e purificada ela seguirá potável, via encanamentos, para ser distribuída para nosso consumo.

Portanto, devemos conhecer que desde o começo do século XX, as fontes e mananciais de água, começaram a ficar comprometidos devido a sérios problemas como: poluição, assoreamento, mudanças climáticas, desperdício e outros.

E por já termos tido racionamentos drásticos de água em diversos momentos em algumas cidades brasileiras, todos devemos ficar alertas no sentido de economizar esse cristalino bem sagrado, e que não o façamos apenas em períodos de seca.

Para evitar que ela nos falte devemos: reduzir nosso tempo do banho; fechar a torneira enquanto escovamos os dentes; regar as plantas na sombra; lavar carro/calçada com águas da chuva ou com aquelas já utilizadas; limpar e lavar pisos da casa com águas usadas, entre muitas outras atitudes possíveis.

Se assim agirmos, estaremos reduzindo o desperdício de água e, ainda, contribuindo para que ela não venha a faltar em futuro próximo.

Em síntese: devemos cuidar e preservar a água em respeito a todo ser humano pois, caso ela acabe, estaremos provocando nossa autodestruição.

Marina Irene Beatriz Polonio é leitora da Folha

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