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OVNIs no Pentágono e festa na Pugliesi


Bruno Codogno (estagiário)
Bruno Codogno (estagiário)

#Pato 

Um desafio viralizou nas redes sociais a partir de segunda-feira (27) e deixou muitos internautas intrigados. A imagem ilustrada de um adulto, duas crianças e um cachorro, foi compartilhada pelos internautas a partir de correntes no WhatsApp, mas foi no Twitter que a brincadeira ganhou maior adesão. O desafio é encontrar quatro ícones escondidos: um pato, um morcego, uma borboleta e uma cenoura. A dificuldade se dá pela quantidade de detalhes e texturas do desenho, que mostra as personagens em uma oficina de quintal com diversas ferramentas, tábuas de madeira e vegetação. O assunto liderou os trending topics da segunda com comentários distintos. Parte dos internautas dizia não ter conseguido encontrar as figuras, duvidando, inclusive, da real existência delas. Outros usuários do Twitter disseram não ter sofrido com grandes dificuldades para encontrar todas. Nos comentários das publicações, pessoas debatiam, trocavam dicas ou ironizavam umas às outras. A brincadeira se acirrou, ainda, quando usuários compartilharam dicas “falsas”, a fim de dificultar ainda mais para aqueles que não haviam encontrado os ícones camuflados.


OVNIs no Pentágono e festa na Pugliesi
Reditt
 




#OVNIs 

O governo dos Estados Unidos removeu o sigilo de três vídeos de objetos voadores não-identificados. Os vídeos, que já circulavam sob teor especulatório, tiveram a veracidade confirmada pelo Pentágono na segunda-feira (27). No Brasil, os internautas compartilharam as imagens dos OVNIs em diversos tons. Por um lado, pessoas afirmaram ter medo da situação, mas que ainda têm certa “descrença”, concordando com o estado “não-identificado” dos objetos. Por outro, internautas fizeram ligações entre uma “invasão alienígena” e outros eventos globais de 2020: “conflito comercial entre EUA e China em janeiro, queimadas em fevereiro, pandemia em março, erupção do vulcão Anak Krakatau e OVNIs confirmados em abril”, publicou um internauta. O assunto também gerou diversos memes sobre o que seriam os objetos voadores e referências a obras ficcionais como “Star Wars” e “Star Trek”. Outro tom, ainda, foi sintetizado por um usuário do Twitter em “alienígenas vão chegar antes que o auxílio emergencial na minha casa”.




OVNIs no Pentágono e festa na Pugliesi
AFP Photo/ US Department Of Defense/Handout
 


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#Pugliesi 

Uma festa promovida pela influenciadora digitial  Gabriela Pugliesi na noite do último sábado (25) gerou uma onda de reações negativas nas redes sociais. A polêmica foi por causa da festa, com reunião de diversos convidados, ter sido realizada em plena pandemia. Em março, Pugliesi confirmou que contraiu o coronavírus na festa de casamento de sua irmã, na Bahia, a mesma na qual também contraíram o vírus a cantora Preta Gil e a influenciadora Shantal Verdelho. Os internautas criticaram a atitude de Pugliesi e o desrespeito às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Diversos tweets compartilhavam a mensagem de uma vizinha da influenciadora que criticava não apenas a “irresponsabilidade” de Pugliesi, mas também cobrava por empatia com vizinhos idosos e crianças, todos em isolamento. Marcas parceiras também se manifestaram a respeito com rompimento de contratos e de publicidade. Ainda, os usuários do Twitter cobraram críticas aos outros famosos que estavam presentes na festa, como Mari Gonzales. Por conta da repercussão negativa, Pugliesi desativou seu perfil do Instagram. 


Gabriela Pugliesi
Gabriela Pugliesi | Karime Xavier/Folhapress)
 





#Derrete MBL 

O pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) protocolado pelo deputado federal Kim Kataguiri (DEM/SP), na segunda (27), foi um dos assuntos mais comentados da semana. Kataguiri é um dos líderes do grupo Movimento Brasil Livre (MBL), que apoiou a campanha de Jair Bolsonaro em 2018, mas que nos últimos meses rompeu com os interesses da atual gestão do Governo Federal. As trends “#DerreteMBL” e “#MaiaVaiCair” foram, segundo a ONG estadunidense BOT Sentinel, recorde de hashtags promovidas por robôs fora do território dos EUA. No próprio Twitter, o engenheiro da BOT Sentinel Christopher Bouzy divulgou o levantamento das trends mais impulsionadas por algoritmos, na qual estavam as hashtags brasileiras. Com a visibilidade do assunto, os internautas apoiadores de Bolsonaro se posicionaram contrários às atitudes do MBL e teceram críticas ao comportamento político de Kim Kataguiri e Arthur do Val (sem partido). Ainda, outra trend relacionada, também impulsionada por algoritmo, foi levantada: “FechadoComBolsolnaro”. Esta última viralizou pelo erro no nome do presidente replicado na hashtag (Bolsolnaro). E a máxima foi lançada: “Robôs também erram”.  

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