NA ZONA LESTE -

Trecho três de Arco Leste de Londrina deve ser liberado semana que vem

Obra será finalizada quatro meses depois do prazo previsto em contrato; ligação de rodovias (PR-445 e BR-369) estará completa com entrega

Pedro Marconi - Grupo Folha
Pedro Marconi - Grupo Folha

 

Operários trabalham em melhorias de calçamento no sentido à avenida Robert Koch
Operários trabalham em melhorias de calçamento no sentido à avenida Robert Koch | Pedro Marconi - Grupo Folha
 


O trecho do Arco Leste de Londrina que liga a avenida José Ventura Pinto até a Robert Koch, por trás do aeroporto governador José Richa, deverá ser liberado para o trânsito na próxima terça-feira (11). A empreiteira responsável, que venceu a licitação, realiza os últimos serviços, como calçamento e troca de luminárias. Nesta semana a CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização) está providenciando a sinalização. 


Na José Ventura Pinto as intervenções já foram finalizadas e o fluxo de veículos acontece normalmente. “É uma obra complexa do ponto de vista de engenharia. Houve explosões, desapropriações. É uma região nova da cidade que vai se desenvolver. Muitos investimentos imobiliários deverão acontecer aqui, comércios. É um ganho de mobilidade e segurança no trânsito”, destacou Marcelo Canhada, secretário municipal de Planejamento. 


A ordem de serviço autorizando o início da obra foi assinada em dezembro de 2019. O período inicial era de 390 dias, entretanto, foram concedidos dois aditivos de prazo, totalizando mais 90 dias. A empresa agora pede mais dois meses. Segundo o secretário municipal de Gestão Pública, Fabio Cavazotti, a solicitação é por uma questão técnica e não impacta na liberação. “A partir do momento que a obra é entregue e acaba o prazo a empresa não pode fazer mais nada. Este prazo é para detalhes, por cautela”, explicou. 


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A construção das pistas duplicadas e toda a infraestrutura envolvida custou R$ 11,5 milhões. A prefeitura deverá lançar, nas próximas semanas, uma nova licitação para o trecho, desta vez com o objetivo de colocar defesas metálicas nos pontos com curva, além de pintura de ciclovia. O serviço é orçado em R$ 421 mil, para execução em dois meses. 


PROJETO

Com a entrega do trecho três, todo o Arco Leste estará concluído. O traçado, que propõe um acesso alternativo entre a PR-445 e a BR-369, interligando as regiões leste e sul, foi dividido em cinco partes, totalizando 14 quilômetros de extensão. Os primeiros a saírem do papel foram o quatro (da rua Charles Lindemberg à avenida das Américas) e o cinco (avenida Waldemar Spranger até rua Albânia), finalizados em 2018. 


O dois, da rotatória da avenida Jamil Scaff até as proximidades da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), e o um, dos fundos da universidade à marginal da BR-369, tiveram os trabalhos acabados entre o ano passado e março deste ano, respectivamente. Todo o projeto tem investimento superior a R$ 19 milhões, dinheiro financiado junto ao governo federal. 


WINSTON CHURCHILL

Os secretários municipais verificaram presencialmente algumas obras em andamento no município na terça-feira (4). Na vistoria, foi definido que a avenida Winston Churchill, na zona norte, terá a reconstrução completamente acabada em maio. A entrega está prevista para a última semana de maio. Os operários atuam nos serviços de término do alargamento de acesso para a avenida Lucílio de Held, calçadas, galerias e na segunda capa de asfalto em um trecho.  


A avenida recebe melhorias há um ano, sendo que a data limite era fevereiro de 2021, porém, o poder público autorizou um aditivo de prazo de 90 dias, que vence em 16 de maio. Os serviços, com custo de R$ 10,8 milhões, contemplam pavimentação e drenagem para a implantação do sistema Superbus. As obras fazem parte ainda da recomposição do sistema viário composto pelas avenidas Winston Churchill, Rio Branco e Francisco Gabriel Arruda. 


TRINCHEIRA

Os representantes da prefeitura também estiveram na construção da trincheira com túnel no cruzamento da avenida Leste-Oeste com a Rio Branco. Os serviços estão com 2,91% de execução em quatro meses. São dois anos de edificação. Atualmente, um dos focos é a rede de galerias pluviais. “A obra está indo num ritmo adequado e a cada etapa vai causar um comprometimento maior do trânsito”, alertou Marcelo Canhada. 


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