A Corregedoria-Geral da Sefa (Secretaria Estadual da Fazenda) também foi questionada pela FOLHA sobre os valores sonegados de impostos pelas empresas no período que a organização criminosa esteve à frente da fiscalização na Receita Estadual, entre 2010 e 2015. A Secretaria informou que após a instauração da Publicano foram realizadas três forças-tarefas que redundaram na fiscalização de 409 estabelecimentos de contribuintes, tendo 397 fiscalizações sido finalizadas, cujos trabalhos resultaram na lavratura de autos de infração no montante de R$ 2.999.362.462,20, considerando imposto, multa e juros. Entretanto, os valores pagos pelas empresas não foram informados.

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"Importante salientar que o trabalho de auditoria/revisão, que resultou no valor acima, engloba os últimos cinco anos das operações realizadas pelos contribuintes fiscalizados, observado o prazo decadencial, e não apenas os períodos relativos aos trabalhos originais de fiscalização realizados pelos auditores investigados", diz a Sefa em nota.

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