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Londrina

Opinião

m de leitura Atualizado em 04/04/2022, 08:09

EDITORIAL - A boa notícia veio da geração de empregos

Londrina acumula saldo positivo de 1.506 vagas nos dois primeiros meses do ano. O setor de Serviços puxou a alta, com saldo de 636

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 31 de março de 2022

Folha de Londrina
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Os novos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados na última terça-feira (29) traz um alento para a região de Londrina. O município fechou fevereiro com 848 vagas positivas de emprego, resultado de 8.406 contratações e 7.558 demissões.

Ainda de acordo com o Caged, a cidade acumula saldo positivo de 1.506 vagas nos dois primeiros meses do ano. O setor de Serviços puxou a alta, com saldo de 636. A indústria aparece na sequência, com 129.

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Na Região Metropolitana, Ibiporã aparece logo atrás com 419 vagas geradas em fevereiro, seguida por Rolândia (191) e Cambé (123). Apenas Arapongas registrou saldo negativo no período (-92). Nas cinco cidades, o acumulado no ano chega a 2.432.

O cenário de fevereiro foi positivo também nacionalmente. Vinte e cinco das 27 unidades da Federação fecharam o mês com saldo positivo de empregos. Os destaques foram: São Paulo, com 98.262 postos; Minas Gerais, com 36.677 novos postos; e Paraná, com 28.506 postos, resultado de 169.870 contratações e 141.364 desligamentos.

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Entre as regiões, a Sudeste fechou fevereiro com 162.442 novos postos. Na sequência vem o Sul, com 82.898 postos de trabalho; Centro-Oeste, 40.930 postos; Nordeste, com 28.085 postos; e a Região Norte, com 12.727 postos.

De acordo com o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência., Bruno Dalcolmo, esta foi a primeira vez que o total mensal de admissões superou 2 milhões de vagas, considerando a série com declarações feitas dentro do prazo. O secretário, entretanto, destacou que o resultado não pode ser considerado estrutural e não acredita que ele permanecerá nesse patamar. 

Especialistas evitam arriscar uma análise sobre quanto tempo o Brasil vai demorar para voltar a uma taxa de desemprego anterior à crise de 2015. Mas o ano é de eleição presidencial e a criação de emprego e a economia são temas que preocupam o cidadão brasileiro e deverão ser o primeiro ponto da pauta da campanha eleitoral de 2022.

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