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. | Foto: Everson Bressan/Futura Press/Estadão Conteúdo

Com a votação da data-base 'arremessada' para agosto pela Assembleia Legislativa, servidores estaduais realizaram na manhã desta terça-feira (9) em Curitiba um ato unificado contra a proposta de parcelamento de 5,09% de reposição salarial do governador Ratinho Jr. (PSD).

Professores da rede estadual, de universidades do Paraná, policiais civis e funcionários da saúde, dentre outras categorias, saíram em passeata no início da manhã até o Palácio Iguaçu.

O presidente do Sindiprol (Sindicato dos Professores da UEL), Ronaldo Gaspar, classificou a movimentação como "muito boa". Já o representante da APP Sindicato de Londrina, que representa os docentes das escolas públicas, Márcio Ribeiro, considera que "a quantidade de gente que veio protestar em Curitiba significa que a paralisação "só está crescendo".

Nesta segunda (8), o governo retirou do regime de urgência a tramitação do projeto da data-base. O líder de Ratinho na Assembleia, deputado Hussein Barki (PSD), explicou que a medida "representa a disposição da gestão estadual para o diálogo com os servidores, com quem não estamos sendo omissos", avaliou.

Enquanto o protesto continua nas ruas, as rodadas de negociação continuam intensas. Ainda nesta segunda, o Estado indicou a possibilidade de pagar 2% de reposição em janeiro de 2020.

Os sindicatos que representam os servidores querem o índice aplicado em outubro, o que representa uma despesa extra de cerca de R$ 500 milhões com a folha em 2019. Outras discussões acontecem também nesta terça.

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. | Foto: Everson Bressan/Futura Press/Estadão Conteúdo

Nesta tarde, servidores que participaram do ato mais cedo em frente ao Palácio Iguaçu fazem fila para entrar na Assembleia Legislativa e acompanhar a sessão. As galerias já estão ocupadas. A sessão é transmitida também por meio de um caminhão de som na praça Nossa Senhora de Salete.

*Colaborou Mariana Franco Ramos.

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