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m de leitura Atualizado em 06/06/2022, 15:04

Queiroga prevê vacinar anualmente idosos e profissionais da saúde

Pessoas com comorbidades também fazem parte de público-alvo de imunização contra a Covid-19

PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 06 de junho de 2022

Raquel Lopes - Folhapress
AUTOR autor do artigo

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Brasília - O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que idosos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades devem fazer parte da campanha de vacinação contra a Covid em 2023. A pasta ainda está definindo os detalhes de como será o esquema vacinal contra a Covid-19 do próximo ano. 

“Idosos, profissionais de saúde, [pessoas com] comorbidades seguramente estarão incluídos, mas, se for necessário fazer uma campanha tão ampla, a gente faz", disse o ministro “Idosos, profissionais de saúde, [pessoas com] comorbidades seguramente estarão incluídos, mas, se for necessário fazer uma campanha tão ampla, a gente faz", disse o ministro
“Idosos, profissionais de saúde, [pessoas com] comorbidades seguramente estarão incluídos, mas, se for necessário fazer uma campanha tão ampla, a gente faz", disse o ministro |  Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/19-1-2022
 

 "Em 2023 não faltará vacina, o que precisa é definir qual é o público-alvo. A gente trabalha fortemente para ter essas respostas. Provavelmente idosos, profissionais de saúde, [pessoas com] comorbidades seguramente estarão incluídos, mas, se for necessário fazer uma campanha tão ampla, a gente faz", disse o ministro. 

 Em entrevista à Folha de S.Paulo, o ministro já havia dito que a tendência é reduzir o tamanho do público-alvo e priorizar a vacina da Astrazeneca. 

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 A declaração foi dada durante a ida do ministro da Saúde a um posto de saúde do Distrito Federal para tomar a segunda dose de reforço contra a Covid-19, que também é chamada de quarta dose da vacina. 

 Aos 56 anos, o ministro tomou duas doses da Coronavac na primeira fase da vacinação no Brasil. Depois, tomou uma dose de reforço, da Pfizer, e agora foi ao posto para receber o segundo reforço. 

 O ministro, com isso, segue a regra do ministério, que liberou a imunização extra para pessoas maiores de 50 anos no Brasil. 

 A quarta dose deve ser aplicada quatro meses após a terceira. Para isso, os municípios poderão usar os imunizantes da Pfizer, Janssen ou AstraZeneca, independentemente das vacinas que a pessoa tenha tomado antes. 

 Na ocasião, o ministro disse ainda que entre quinta-feira e sexta-feira deverão sair os resultados dos exames dos casos suspeitos da varíola dos macacos. No Brasil, há sete casos suspeitos da doença.  

Nenhum caso foi confirmado no país até o momento. São dois casos em investigação em Rondônia, um em Mato Grosso do Sul, um no Rio Grande do Sul, um no Ceará, um em Santa Catarina e um em São Paulo. 

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