O longa-metragem “Antártida” abre oficialmente nesta sexta-feira (14), às 19h, em exibição fora de concurso, a programação do 54º Festival de Gramado. Antes, porém, às 15 horas, como faz todos os anos, a Orquestra Sinfônica de Gramado se apresenta na Rua Coberta. E em seguida, o primeiro tapete vermelho do evento, com a presença de parte do elenco do filme de abertura: Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Gero Camilo, Lázaro Ramos, Renan Monteiro, João Vitor Silva e Adelio Lima. Principal nome do elenco, Andrea Beltrão não estará presente por problemas de saúde.

A produção, através de sinopse distribuída à imprensa, define “Antártida” como um “thriller psicológico sobre sobrevivência, justiça e solidariedade feminina em um dos lugares mais inóspitos do planeta. Na trama, cientistas e militares se preparam para enfrentar o inverno rigoroso em uma base brasileira na Antártida. Tudo muda após a primeira noite, quando Inês (Marina Ruy Barbosa) sofre uma violência brutal e a situação torna todos os homens suspeitos, incluindo o Comandante Barros (Antônio Calloni) e o Capitão Vicente (Lázaro Ramos). Sob clima de tensão e desconfiança, a subcomandante Elisabeth (Andrea Beltrão) lidera uma investigação em busca do criminoso com o apoio das mulheres da base – entre elas Marina, médica da estação, interpretada por Leandra Leal.

Lázaro interpreta o Capitão Vicente no thriller psicológico que traz uma expedição à Antártida com
Lázaro interpreta o Capitão Vicente no thriller psicológico que traz uma expedição à Antártida com | Foto: Fábio Rocha/ Globo/ Divulgação

“Antártida” teve produção ambiciosa conduzida pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo (em coprodução com a TV Globo) e tem direção de Bruno Safadi a partir de roteiro de Claudia Jouvin. A Paris Filmes, distribuidora do filme, definiu para 17 de setembro a data de lançamento no Brasil, apenas em salas de cinema. Mesmo não competindo, haverá debate e coletiva de imprensa com a equipe de “Antártida” no sábado, às 10 da manhã.

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Este reencontro marcará a volta do tradicional Hotel Serra Azul ao centro de operações do Festival de Gramado. Não deve chegar propriamente ao status de “QG”, mas com certeza muitos festivaleiros daqueles primeiros tempos sabem o que significou aquele início de muita ansiedade e apreensões, mas poucas certezas. O local, que abrigou as primeiras mostras do cinema brasileiro na Serra Gaúcha, antes que o evento passasse a ser chamado de festival (1975) foi palco de relevantes fatos históricos, como os acirrados debates durante os efervescentes anos 1970 a partir da elevação da temperatura política num país ainda vivendo tempos de chumbo.

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