Feira do Peixe Vivo começa nesta quarta-feira em Londrina
Público tem a chance, até sexta-feira, de adquirir itens frescos e de qualidade a preços acessíveis
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quarta-feira, 01 de abril de 2026
Público tem a chance, até sexta-feira, de adquirir itens frescos e de qualidade a preços acessíveis

O público londrinense e os visitantes da cidade terão a chance de adquirir itens frescos e de qualidade a preços acessíveis, na semana da Páscoa, produzidos por piscicultores da região. A Feira do Peixe Vivo começa nesta quarta-feira (1º), na Praça Tomi Nakagawa (rua Benjamin Constant, entre ruas Minas Gerais e Mato Grosso). Funcionará das 8h às 18h. Na quinta-feira a feira estará aberta no mesmo horário. E na Sexta-feira Santa (3), as vendas acontecerão das 8h às 15h.
Espécies variadas de peixes serão comercializadas entre R$ 22 e R$ 55 o quilo. Estarão à venda tilápia, pacu, pintado, carpa e filé de tilápia. Além disso, o local terá área de alimentação e descanso, bem como atividades como doação de mudas de árvores, conscientização sobre segurança alimentar e outras.
A Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (SMAA) é a idealizadora e organizadora da iniciativa que integra o calendário oficial de eventos em Londrina, sendo tradicional ponto de encontro nessa época do ano e tendo como marca o incentivo e valorização da agropecuária local. Outras secretarias e órgãos municipais contribuem com a realização.
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Em 2026, participam da feira três produtores rurais desse segmento, vindos dos distritos do distrito de Maravilha (zona sul), da Gleba Ribeirão Três Bocas (zona sul), próximo ao Patrimônio Selva, e da vizinha Ibiporã.
Segurança alimentar
O projeto de extensão interdisciplinar “Hortaliças Seguras do Campo à Mesa”, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), também estará presente fazendo trabalho de orientação sobre segurança alimentar. A iniciativa capacita produtores e manipula alimentos para garantir a higiene e prevenir contaminações (bacterianas/parasitárias) em vegetais, além de promover hortas domésticas em comunidades vulneráveis de Londrina e região.
Segundo o gerente de Fomento à Produção e Comercialização da SMAA, Arilson Pereira de Araújo, a expectativa é grande para a 32º edição da Feira do Peixe Vivo, com objetivo de superar as anteriores quanto ao público presente e à quantidade de vendas alcançada. “Nos últimos anos, cerca de 5 mil pessoas têm passado pelo evento nos três dias de atividades, e estimamos que possa haver um aumento de 10% a 15% no público e também um pouco mais de toneladas de peixes vendidos”, destacou. Na edição 2025, foram cerca de sete toneladas comercializadas.
Sobre a fiscalização dos requisitos sanitários e operacionais exigidos dos empreendedores cadastrados, Araújo informou que a atuação técnica é feita pela própria Secretaria junto ao seu Serviço de Inspeção Municipal (SIM Londrina). “O acompanhamento é integral, garantindo que o peixe comercializado na praça siga rigorosos padrões de segurança alimentar. Durante os dias de feira, os processos são verificados ativamente, avaliando os dados dos peixes conforme a documentação autorizada previamente, as condições de higiene e estrutura das bancas, limpeza das instalações e vestimentas dos feirantes. Também é observada a temperatura com monitoramento constante da oxigenação das águas utilizadas para peixes vivos e ambientes de conservação dos peixes resfriados, intervindo imediatamente quando algum requisito de segurança for descumprido”, reforçou.
No entanto, os trabalhos gerais começam muito antes da realização do evento, conforme lembrou o gerente. O pacote de ações envolve auditoria de medicamentos para verificação dos registros de tratamentos veterinários e, obrigatoriamente, a confirmação do cumprimento do período de carência, visando garantir que o peixe esteja livre de resíduos químicos. “Também produzimos o manejo pré-abate com fiscalização do período de jejum dos animais, essencial para o transporte seguro e para evitar contaminações durante seu manejo no local. Outro ponto é a emissão da Guia de Trânsito Animal, assegurando a rastreabilidade total do lote trabalhado”, detalhou.
(Com informações do N.Com)


Da Redação
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