|
  • Bitcoin 146.233
  • Dólar 4,9690
  • Euro 5,1986
Londrina

Cidades

m de leitura Atualizado em 04/05/2022, 16:33

Prefeitura faz contrato emergencial para ter mais pediatras no PAI

Empresa vai disponibilizar médicos para resolver os “furos” nas escalas; famílias têm enfrentado longa espera por atendimento

PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 04 de maio de 2022

Pedro Marconi - Grupo Folha
AUTOR autor do artigo

Foto: Gustavo Carneiro- Grupo Folha
menu flutuante

Em meio ao problema da superlotação no PAI (Pronto Atendimento Infantil), que tem levado as famílias a enfrentar muitas horas de espera para atendimento das crianças, a Prefeitura de Londrina assinou um contrato emergencial com uma empresa da cidade para que sejam fornecidas horas médicas de pediatria. O vínculo terá duração de seis meses e inclui até 1.920 horas por mês, o equivalente a 20 pediatras a mais da escala. 

Segundo Felippe Machado, a medida deve sanar os problemas com “furos” nas escalas, o que tem sido recorrente. “A orientação é que, no mínimo, seis médicos fiquem de plantão 24 horas por dia e nas segundas e terças-feiras, que têm demanda maior, vamos colocar sete médicos à disposição da população”, detalhou o secretário municipal de Saúde. 

LEIA TAMBÉM: Secretário de Saúde admite dificuldade em contratar pediatras para o PAI

O município irá desembolsar R$ 135 por hora médica trabalhada. O acordo foi firmado na terça-feira (3) e a empresa tem até a próxima terça (10) para ofertar os profissionais. A média tem sido de 400 atendimentos por dia no PAI. “O Pronto Atendimento Infantil é o único serviço que tem pediatria disponível em toda a região. Os hospitais não têm conseguido fechar a escala para dar retaguarda. Neste sentido, o PAI, por ter essa escala garantida, terá a busca das pessoas, até de outros municípios”, defendeu. 

A FOLHA mostrou nesta semana que, após reclamação de servidores e pacientes, a secretaria municipal de Defesa Social vai disponibilizar um GM (Guarda Municipal) para ficar no local das 14h à 0h. A reportagem apurou que nos últimos dias os agentes têm sido acionados com frequência por conta da insatisfação dos pais pela demora no atendimento, com os ânimos ficando exaltados. “Esse aumento na procura se dá em função da mudança da temperatura, a volta do convívio coletivo, que as crianças estavam sem, e com a baixa imunidade, a partir de todos juntos, podem surgir infecções e vírus", analisou Machado. 

Receba nossas notícias direto no seu celular! Envie também suas fotos para a seção 'A cidade fala'. Adicione o WhatsApp da FOLHA por meio do número (43) 99869-0068 ou pelo link wa.me/message/6WMTNSJARGMLL1.