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Londrina

Cidades

m de leitura Atualizado em 06/04/2022, 20:54

Empresa atrasa entrega de equipamentos de resgate aquático

Itens de salvamento, como lanternas, nadadeiras e cilindros de mergulho deveriam ter sido entregue aos bombeiros no mês passado

PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 06 de abril de 2022

Rafael Machado - Grupo Folha
AUTOR autor do artigo

Foto: Jaelson Lucas/AEN PR
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A Sesp (Secretaria Estadual de Segurança Pública) dará uma segunda chance e estendeu até o dia 7 de maio para que a empres Loumart Comércio de Manufaturados, de Curitiba, entregue 705 equipamentos de resgate, busca e salvamento aquático para o Corpo de Bombeiros.

Segundo o contrato assinado em 21 de dezembro do ano passado, lanternas, bússolas, luvas, nadadeiras, gargantilhas, coletes e cilindros de mergulho, além de outros itens, deveriam ser enviados à corporação até o final de março, o que não aconteceu.

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O custo total é de R$ 304 mil. No dia 24 de fevereiro, ou seja, menos de um mês da data limite para entrega, a fornecedora informou a Sesp que não conseguiria cumprir com o acordo. A alegação foi da "falta generalizada de matéria-prima no mercado mundial", como consta no ofício assinado por um dos proprietários que a FOLHA teve acesso.

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No documento, o sócio esclarece que "devido ao fato de alguns produtos terem numeração específica (caso dos coletes e nadadeiras), tivemos que aguardar a definição da grade de tamanhos pretendida para então solicitar a produção no exterior". Porém, em tom mais tranquilizador, o representante da Loumart frisa "que já tem a garantia de que os materiais chegam ao Brasil em abril". 

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|  Foto: Jaelson Lucas/AEN PR
 

A assessoria técnica da Sesp foi convencida dos argumentos da terceirizada. Em relatório, o setor concordou que a falta de matéria-prima para fornecimentos dos itens "pressupõe tempo suficiente para a ampliação de tempo buscada. As adequações impostas na cadeia de produção dos bens industriais, por circunstância alheias à própria fornecedora, caracterizam fatos excepcionais e imprevisíveis". 

No dia 28 de março, o diretor-geral da secretaria, João Alfredo Zampieri, autorizou o primeiro aditivo do contrato. O valor acordado permanece o mesmo, sem nenhum acréscimo. A decisão depois foi publicada em Diário Oficial do Estado. 

A reportagem solicitou explicações por e-mail para a Sesp para saber se os itens estariam faltando ou serão para reposição, mas a pasta não enviou as respostas até o fechamento da matéria. A empresa Loumart Comércio de Manufaturados foi acionada por telefone, mas ninguém atendeu as ligações. O Corpo de Bombeiros está dividido em 12 grupamentos pelo Paraná. O de Londrina abrange 39 cidades. 

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