Takahashi nega 'manobras' e defende 'segurança jurídica'
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Vitor Struck<br>Reportagem Local 
Ex-presidente do Legislativo londrinense, Mario Takahashi (PV) chegou pouco antes das 10 horas à Câmara acompanhado de dois advogados e não conversou com a imprensa. Em seguida, a reunião da Comissão Processante começou depois de 15 minutos de tolerância a Rony Alves, que não compareceu, suspendendo a oitiva mais uma vez.
Quase uma hora mais tarde, Takahashi, afastado das atividades parlamentares desde janeiro, após a deflagração da Operação Zona Residencial 3, do Ministério Público, concedeu entrevista em que afirmou acreditar plenamente na sua absolvição. Questionado novamente se para a população a ausência de Rony Alves não caracterizaria mais uma "manobra" dos advogados de defesa e dos dois vereadores investigados pela CP, Takahashi voltou a falar em sua "segurança jurídica".
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"Cada um tem uma interpretação, mas a minha intenção é que o processo comece e termine sem qualquer tipo de falha. Eu acredito na minha absolvição, não pratiquei nenhum ato ilícito e quero que o julgamento ocorra da forma legal porque numa eventual absolvição qualquer pessoa poderia questionar a nulidade deste procedimento e o desgaste viria todo novamente. Então, todas as vezes que a defesa verifica qualquer possibilidade de vício ou descumprimento da norma legal, no nosso entendimento, obviamente, ingressamos com mandado de segurança e aí a Justiça decide", afirmou o ex-presidente da Casa. (V.S.)


