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Londrina

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m de leitura Atualizado em 07/06/2022, 18:40

Vacinação contra Covid em Londrina cai de 15 mil para 900 por dia

O secretário de Saúde, Felippe Machado, relatou que a queda não está relacionada à oferta das doses, mas à baixa procura

PUBLICAÇÃO
terça-feira, 07 de junho de 2022

Vítor Ogawa - Grupo Folha
AUTOR autor do artigo

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A vacinação contra a Covid-19, que já chegou a atingir o patamar de 15 mil doses diárias aplicadas em Londrina, está hoje em um nível muito baixo, em 900 doses diárias, segundo o secretário municipal de Saúde, Felippe Machado. Ele relatou que a queda não está relacionada à oferta das doses, mas à baixa procura pela população em geral. “Em janeiro a vacinação vinha caindo, mas houve aumento quando teve um crescimento do número de casos e de óbitos”, explicou. Segundo ele, a capacidade prevista é aplicar de terça (7) até a próxima terça-feira (15) 10 mil doses de vacinas.

A vacinação contra a Covid-19, que já chegou a atingir o patamar de 15 mil doses diárias aplicadas em Londrina, está hoje em um nível muito baixo, em 900 doses diárias, segundo a avaliação do Secretário Municipal de Saúde, Felippe Machado. A vacinação contra a Covid-19, que já chegou a atingir o patamar de 15 mil doses diárias aplicadas em Londrina, está hoje em um nível muito baixo, em 900 doses diárias, segundo a avaliação do Secretário Municipal de Saúde, Felippe Machado.
A vacinação contra a Covid-19, que já chegou a atingir o patamar de 15 mil doses diárias aplicadas em Londrina, está hoje em um nível muito baixo, em 900 doses diárias, segundo a avaliação do Secretário Municipal de Saúde, Felippe Machado. |  Foto: Gustavo Carneiro- 18/05/21/Grupo Folha
 

“Não temos perdas de vacinas. Elas estão muito próximas de zero, por isso o agendamento é importante, pois assim sabemos quantas doses vamos usar por dia. E o que a gente faz é segurar, por isso tem gente que fica brava. Se está prevista a chegada de dez pessoas e essas pessoas não chegam, não abrimos o frasco. Agora que chegou a Coronavac unidose aí reduz para praticamente zero, porque para cada vidro vem uma dose”, explicou.

Ele atribuiu essa queda da procura pela vacina às informações falsas que vêm sendo divulgadas contra a vacinação em geral desde 2014. “Isso se deve a uma onda de fake news que começou lá atrás, em 2014, com informações maldosas que infelizmente têm um poder de destruição muito grande. Nós observamos que a baixa cobertura vacinal trouxe de volta doenças como sarampo, que há anos não ouvíamos falar. Uma geração toda não sabe o que é o sarampo e voltamos a ter casos, porque a nossa cobertura vacinal baixou. Isto é muito perigoso. Estamos no dia a dia da saúde e trabalhamos com vigilância epidemiológica. Sabemos da importância do monitoramento e da cobertura vacinal adequada, em que pese todos os esforços que as secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde têm em relação à cobertura adequada da vacina. Essa onda de fake news acaba prejudicando a sociedade como um todo”, alertou.

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Ele afirmou que a descentralização do trabalho de vacinação pelas unidades básicas de saúde não tem gerado um aumento de pessoas vacinadas. O imunizante exige refrigeração especial antes de descongelar. Após o seu descongelamento, é manuseado como outras vacinas com temperatura entre 2ºC e 8ºC e a rede de frios tem condições de recebê-lo.

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