|
  • Bitcoin 102.310
  • Dólar 5,3317
  • Euro 5,5605
Londrina

Geral

m de leitura Atualizado em 17/01/2022, 18:13

Chuvas ganham força, mas estão distantes da média do mês em 27 cidades

Segundo o Simepar, o ambiente atmosférico de instabilidade permanece no Estado nesta semana.

PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Reportagem local com AEN
AUTOR autor do artigo

menu flutuante

As chuvas voltaram a ganhar intensidade no Paraná em janeiro de 2022, mas ainda estão distantes da média histórica para o mês. Segundo levantamento do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) sobre os primeiros 16 dias do mês, apenas Assis Chateaubriand, Cambará, Cândido de Abreu, Curitiba, Guarapuava, Fernandes Pinheiro, Guaíra, Guaratuba, Lapa, Palmas, Pinhais, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e União da Vitória estão a menos de 100 milímetros de atingir a média histórica, enquanto outras 27 cidades ainda estão distantes da régua normal do mês.

Chuvas ganham força em janeiro, mas estão distantes da média do mês em 27 cidades Chuvas ganham força em janeiro, mas estão distantes da média do mês em 27 cidades
Chuvas ganham força em janeiro, mas estão distantes da média do mês em 27 cidades |  Foto: Gilson Abreu/AEN
 

O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (17), aponta chuvas de 115 milímetros até o momento em Curitiba, faltando 70 mm para alcançar a normalidade (185 mm). Apenas no sábado choveu entre 30 e 50 mm em pontos distintos da Capital.

Pinhais e Guarapuava são as que estão mais próximas da média. A cidade da Região Metropolitana de Curitiba já registrou 174,2 mm de chuva em janeiro, contra 191,5 mm da média (diferença de apenas 17,5 mm). No município do Centro-Sul já choveu 161 mm, contra 185,3 mm da série histórica (restando 24,3 mm).

A região que mais concentrou chuvas foi Guaratuba, com 307 mm até o momento, restando 44,3 mm para a média (351,3 mm). É quase o dobro de precipitações das cidades que também registram chuvas em alta: Pinhais (174,2 mm), Paranaguá (161,8 mm), Guarapuava (161 mm) e Antonina (158 mm).

Os principais déficits são em Foz do Iguaçu (Oeste), restando 275,3 mm (apenas 34,4 mm, contra 309,3 mm de média); Campo Mourão (Noroeste), restando 256,6 mm (apenas 40 mm em janeiro, contra 296,6 mm de média); e Altônia (Noroeste), restando 227,7 mm (53 mm em 2022, contra 280 mm de média).

SAIBA MAIS:

+Rolândia faz rescaldo de temporal da noite de sábado

RODÍZIO

 Com as chuvas de janeiro, a Sanepar acrescentou mais um dia com água no rodízio da Região Metropolitana de Curitiba. O tempo de abastecimento será de três dias e meio (84 horas com água) e até 36 horas de suspensão. Este novo modelo é possível devido à elevação do nível das barragens do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC), que chegou nesta segunda a 76,9%.

Outras cidades com situação crítica de abastecimento também estão com rodízio, como Dois Vizinhos, no Sudoeste. Em 2021, o País viveu a pior seca em 91 anos. O Paraná tem sido afetado pela crise hídrica desde 2020, quando os reservatórios atingiram níveis mínimos históricos. O estado está sob Decreto de Emergência em todo o seu território devido à estiagem.

Confira o levantamento divulgado pelo Simepar da média histórica e das chuvas registradas no Estado. Confira o levantamento divulgado pelo Simepar da média histórica e das chuvas registradas no Estado.
Confira o levantamento divulgado pelo Simepar da média histórica e das chuvas registradas no Estado. |  Foto: Divulgação/Simepar
 

SEMANA

Segundo o Simepar, o ambiente atmosférico de instabilidade permanece no Estado nesta semana. Há chances de temporal na RMC e no Litoral. As temperaturas seguem elevadas, com máximas de 39° C em Umuarama e 37° C em Foz do Iguaçu na quinta-feira.

Receba nossas notícias direto no seu celular. Envie também suas fotos para a seção 'A cidade fala'. Adicione o WhatsApp da FOLHA por meio do número (43) 99869-0068 ou pelo link wa.me/message/6WMTNSJARGMLL1.