Cataratas do Iguaçu está com vazão dez vezes acima da média histórica
Passarela próxima às quedas segue interditada e grades da estrutura foram retiradas; trilha principal e mirantes seguem disponíveis para os visitantes
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Passarela próxima às quedas segue interditada e grades da estrutura foram retiradas; trilha principal e mirantes seguem disponíveis para os visitantes

O Parque Nacional do Iguaçu (Oeste) registra um dos momentos mais impressionantes do ano com o aumento expressivo da vazão das Cataratas. A marca de aproximadamente 16 milhões de litros de água por segundo atingida nesta quarta-feira (14) representa um volume dez vezes superior à média histórica - de 1,5 milhão de litros por segundo.
Como medida preventiva, o acesso à passarela foi temporariamente interditado. Seguindo protocolo de segurança, grades da estrutura foram retiradas para garantir a livre passagem da água.

Com as chuvas, trilhas e caminhos que poderiam ter pontos de alagamento no curso do Rio Iguaçu e Rio São João foram interditados. Equipes da concessionária Urbia+Cataratas, responsável pela gestão turística da unidade, monitoram a vazão do Rio Iguaçu.
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Apesar da interdição pontual da passarela e trilhas para caminhada e ciclismo, o principal atrativo do parque, a Trilha das Cataratas, segue aberta, permitindo aos visitantes contemplar a grandiosidade e a força da água a partir dos diversos mirantes panorâmicos espalhados ao longo do percurso.

A infraestrutura gastronômica e de recepção do parque também estão funcionando.Além disso, aos sábados, a cultura regional ganha espaço com a exposição e comercialização de trabalhos de artesãos e produtores locais.

Entenda o protocolo de segurança
Executado pelas equipes de operação e segurança do parque, com atuação dos bombeiros civis, o procedimento de segurança é adotado em períodos de cheia. O monitoramento da vazão é realizado a cada hora.
A passarela é interditada preventivamente quando o volume ultrapassa 8,5 milhões de litros por segundo e apresenta tendência de alta. Entre 9 milhões e 12 milhões de litros por segundo, com tendência de alta, as grades são retiradas para garantir a passagem da água. A reabertura depende da redução da vazão, da avaliação técnica e da autorização de um engenheiro especializado.

(Com informações da Comunicação)


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