Imagem ilustrativa da imagem Teatro da Vida
| Foto: Marco Jacobsen

Nossa vida parece uma peça de teatro. Explica-se essa afirmação pelas justificativas e motivos que seguem.

Ora parece ser uma comédia porque apresenta situações engraçadas e divertidas que nos entretêm e nos levam ao riso.

Ora nos apresenta situações problemáticas e tumultuadas, nos apresentando fatos trágicos e acontecimentos comoventes e tristes, configurando-se, ora como drama e, outras vezes, como tragédia e, em determinadas vezes, até nos traz os dois juntos. Arg! (Esta é uma expressão de descontentamento apenas. Rsrs). Até para, simplesmente, explicar essa expressão se juntam drama (descontentamento) e comédia (risinho irônico utilizado pelos internautas).

Imagine que isso deve acontecer muito quando estamos empenhados em atuar nos diferentes palcos da vida. Isso porque, nosso ciclo de vida envolve ações vitais que desempenhamos - cotidiana umas e casualmente outras - nas mais diferentes formas: orgânica, acadêmica, pessoal, pública, familiar, social, emocional.

De maneira que, desde que nascemos e até nossa morte (a qual faz parte natural da vida), nosso ciclo vital pode nos apresentar, às vezes, coisas boas e, noutros momentos, coisas ruins.

Contudo, conheci uma pessoa que costumava dizer que “tem que ficar muito ruim para melhorar” que é o mesmo que falar que “depois da tempestade vem a bonança”.

Assim é que, desde aquele dia em que nascemos e abrimos as cortinas desse palco enorme que é nossa vida, nos pusemos a atuar construindo nossa existência, lutando, sofrendo, rindo, chorando etc.

Essa peça não nos permite ensaios porque é única. Nela somos os diretores e os atores principais. Portanto, devemos utilizar todos os nossos esforços para dirigir e atuar nessa peça da melhor maneira possível, tendo por objetivo que nossa atuação seja inesquecível e exemplar para a maioria das pessoas.

E, nos entremeios desses tantos momentos que estivermos nesse palco, devemos nos esforçar para atuar de forma a que conquistemos a felicidade, mas sem prejudicar os demais atores com quem dividimos os espaços.

E vale lembrar: isso antes que, ao final, se fechem as cortinas para sempre.

Marina I. Beatriz Polonio, leitora da Folha

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