SIMULADO ENEM| Uma ajuda especial da FOLHA e Colégio Marista para as provas do Enem 2020

FOLHA inicia nesta segunda-feira (12) série semanal especial em parceria com o Colégio Marista com conteúdo e dicas para os candidatos se prepararem para o exame

Edson Neves (Especial para a FOLHA)
Edson Neves (Especial para a FOLHA)

SIMULADO ENEM| Uma ajuda especial da FOLHA e Colégio Marista para as provas do Enem 2020
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Enem é mais do que uma prova


As segundas-feiras serão especiais para quem está se preparando para prestar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A Folha de Londrina passa a publicar, todas as semanas, até janeiro, quatro páginas de conteúdo especial sobre o maior sistema de avaliação educacional do país, que abre portas para grandes universidades brasileiras. 

O jornal se uniu ao Colégio Marista de Londrina para levar à comunidade questões elaboradas exclusivamente para a FOLHA e também selecionar perguntas aplicadas nas últimas edições do exame. Além disso, os professores do Marista trarão orientações e dicas importantes. Durante a semana, haverá ainda novos conteúdos publicados no site e nas redes sociais da FOLHA. 



O principal  método de ingresso nas instituições de ensino superior possui particularidades e deve ser trabalhado de maneira à parte das demais provas. A edição de 2020, inicialmente marcada para novembro, foi transferida para janeiro de 2021 devido à pandemia da Covid-19.

As provas estão marcadas para os domingos dos dias 17 e 24 de janeiro.  Para esta edição do Enem, o MEC (Ministério da Educação) registrou pouco mais de 6,1 milhões de inscritos. A novidade também fica para a realização do Enem Digital, em 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

Para o coordenador do Ensino Médio do Colégio Marista de Londrina, Nilson Douglas Castilho, a prova do Enem exige determinadas competências e habilidades por parte do aluno. “É preciso que o aluno saiba mobilizar conhecimentos para resolver uma ‘situação-problema’. E isso é trabalhado no dia a dia com o professor, dentro da sala de aula. O professor necessita ser um bom mediador e colocar para o aluno que o conhecimento está atrelado ao dia a dia. E o aluno deve ter o entendimento de como aplicar aquele conteúdo em benefício da sociedade”. Tendo consciência desse propósito, o professor indica que a famosa frase “Por que tenho que aprender isso?” cai por terra.


Leitura com intenção 


Castilho diz ainda que, para um bom desempenho na prova, é necessário um senso de leitura apurado. “Não adianta o aluno querer resolver (a prova) só decorando conteúdo”, explicou. Perguntado sobre a dificuldade do candidato frente aos longos enunciados, o professor foi categórico. “(Essa dificuldade) acontece, em sua maioria, porque o brasileiro não tem cultura da leitura. Ele foca naquela primeira compreensão e à superficialidade. Mas ele não tem estratégia”. Para ele, é preciso a chamada “leitura com intenção”. “O próprio enunciado dá um direcionamento da operação mental que o aluno deve fazer. Então logo nas primeiras linhas você pode levantar hipóteses, já que o texto suscita várias ideias, e ao longo da leitura ir confirmando essas hipóteses. Sem ‘intenção’ na leitura, o aluno precisa ler e reler o enunciado, e aí o tempo se torna um inimigo”. Em média, relacionando a quantidade de questões com o tempo de prova, o candidato possui três minutos para resolver cada questão.

A leitura apurada também pode fazer a diferença na nota final. De acordo com Castilho, as questões do Enem são divididas por níveis de dificuldade. E baseado na chamada TRI (Teoria de Resposta ao Item), é avaliado a real habilidade do candidato para resolver as situações-problema. “Se o aluno erra a questão fácil e acerta a difícil, entende-se que ele tenha chutado. E isso será descontado na nota final. Um aluno pode acertar a mesma quantidade de questões que o seu colega, mas as notas podem ser diferentes”, explicou. As alternativas semelhantes também chamam a atenção. “Pergunta ampla exige resposta ampla. Se minha alternativa for uma resposta muito específica, pode não ser a correta. Tudo depende de como o enunciado traz a questão. O aluno deve ser coerente nas respostas”. Castilho relembra que até 2009 o Enem não se organizava por competências e habilidades, e sim baseava a nota final somente pela quantidade de questões certas.


Foco na atualidade 


O professor Nilson Douglas Castilho reforça que para três das quatro áreas do conhecimento – Linguagens, Ciências Humanas e Ciências da Natureza – o Enem preza pelo conhecimento do candidato em temas de maior relevância na atualidade. “As Linguagens trabalham a manifestação artística da língua em situações do cotidiano, com foco nas tecnologias. As Ciências Humanas debatem assuntos totalmente atuais, como a (Reforma da) Previdência. Já as Ciências da Natureza têm foco na aplicabilidade das ciências no nosso cotidiano”.

Por outro lado, a prova de matemática tem sido mais “conteudista”, nas palavras de Castilho. “É uma das provas que exige maior conteúdo, devido à natureza dessa área do conhecimento”, indicou.


ACESSE AQUI O PRIMEIRO CADERNO DE QUESTÕES LINGUAGENS E CÓDIGOS- FOLHA ENEM | Caderno 1 - Linguagens e Códigos


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