Por que o câncer de intestino cresce entre os jovens?
Cirurgião oncológico de Londrina alerta sobre fatores de risco e medidas para reduzir as chances de desenvolver a doença
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Cirurgião oncológico de Londrina alerta sobre fatores de risco e medidas para reduzir as chances de desenvolver a doença

Quem explica é Dr Jorge Mali Jr, cirurgião oncológico do Hospital do Câncer de Londrina e prof. Dr. do Departamento de Cirurgia da UEL. “O câncer de intestino grosso, antes mais comum em idosos, tem mostrado um aumento preocupante entre jovens de 20 a 40 anos”, relata o médico. Fatores de risco como dieta desequilibrada (ultraprocessados, embutidos, fast foods), sedentarismo, obesidade e uso de álcool são apontados como contribuintes para esse aumento. O Dr. Jorge Mali ressalta que o equilíbrio da microbiota intestinal, composta por trilhões de bactérias, é fundamental para a saúde do organismo. Uma dieta inadequada favorece condições inflamatórias crônicas, associadas a queda da imunidade e ao câncer colorretal. “Manter uma alimentação balanceada desde a infância são passos essenciais para prevenir o desequilíbrio do microbioma intestinal. Para reduzir a chance de câncer de intestino, adote medidas desde a infância como: dieta rica em frutas e vegetais frescos; redução do consumo de gordura animal, ultraprocessados e embutidos; evitar tabagismo e alcoolismo, além do incentivo a atividade física. Ele também lembra os principais sinais de alerta para este tipo de câncer: alteração do hábito intestinal (diarreia ou constipação), sangue nas fezes ,dor abdominal e perda de peso inexplicada.
Rotary na Feira da rua Santos

O Rotary Londrina Sul realizou uma ação com a comunidade na Feira da rua Santos. A inciativa foi para apoiar a Campanha Mundial contra a Poliomielite . Na ocasião, o clube teve o apoio da Londrilife Saúde , empresa de enfermagem a domicílio e acompanhamento hospitalar, que levou equipe para orientação e cuidados de saúde com as pessoas presentes a feira. Na foto, Rene Farias, diretor de projeto Rotary, o presidente do Rotary Londrina Sul, Silvio Costa, o ex-governador do distrito 4710 Otávio Scandelae, Gil Ferreira, da Londrilife, e o pastor Andelson Junior, capelão do hospital Vida
Brunch no Bourbon
A APOIO Feminino, capítulo 30 da ADHONEP( Associação dos Homens de Negócios do Evangelho Pleno), promoverá um brunch dia 14 de novembro, no Hotel Bourbon. A palestrante será a empresária do setor imobiliário Meire Vilches Ferraz, que falará sobre o tema : Força para recomeçar. Convites podem ser adquiridos através do telefone: (43) 99998-0924.
Sorrisos do Futuro
O Instituto Dr. Luiz Walter lança o documentário “Sorrisos do Futuro", que conta a história da Odontopediatria no Brasil, hoje (30 de outubro), às 20 horas, na sede cultural da Associação Médica de Londrina (em frente à Concha Acústica). Produçao do cineasta londrinense Walther Neto, radicado em São Paulo, o filme inclui a trajetória da Bebê Clínica da UEL, criada pelo saudoso dentista Luiz Reynaldo de Figueiredo Walter.
Idosos em Londrina
A leitora da Folha Nina Cardoso envia informações do contingente de moradores acima de 60 anos. Ela escreve: “Você pergunta por dados de Londrina sobre idosos. Em setembro de 2025, o jornalista Bruno Souza, da Folha, publicou uma ótima reportagem sobre este assunto tendo como base dados do Censo de 2022. Por estes dados a área do Centro apresentava o maior quantitativo de idosos - 8.879. Em 2022 Londrina possuía 555.937 habitantes portanto éramos 17,35% da população. Se considerarmos um crescimento populacional igual ao que vem se registrando ao longo dos anos, de 9,7%, agora, em 2025 deveremos pensar em uma população de cerca de 604.000 habitantes, com 105.858 idosos acima de 60 anos.” Nina Cardoso é Presidente da ASAPEL - Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Londrina.
Semana Tecnológica
A busca por talentos e a oportunidade de novos negócios atraem big techs, universo de TI e de outros segmentos a eventos de inovação como a Semana Tecnológica da UniFil. É a universidade com mais alunos na área de Computação no Norte do Paraná, um celeiro de formação profissional e alto índice de empregabilidade - com estágios e contratações desde o primeiro ano de faculdade. Mais de 80 empresas e instituições participaram e muitas confirmaram presença na edição de 2026. "Credibilidade, confiança do mercado, tecnologia avançada e soluções para o aluno. São marcas da UniFil", diz o reitor Eleazar Ferreira. Nas fotos, parceiros da Semana Tecnológica.





Nirlando Beirão e Zózimo fazendo falta nos jornais!
Leitores do jornal "O Estadão de São Paulo" continuam achando falta de substituto para a coluna de Nirlando Beirão, jornalista mineiro, que lutava contra esclerose amiotrófica, e escrevia a coluna Galeria. O texto dele era notável: autêntico, polêmico, mordaz, provocativo, imaginativo, sensivel, controverso, refinado, irreverente, inteligente e etc.. Nirlando tinha uma facilidade muito grande de escrever, um texto de alta classe. Difícil de ser substituído.
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Igual a Nirlando Beirão era Zózimo Barroso do Amaral, saudoso colunista do Jornal do Brasil e depois de O Globo. Em comum, os dois tinham a seguinte decisão: não admitiam cortes no que escreviam... Zózimo adorava dar os seus "furos". Sempre dizia: enquanto houver champanhe, haverá vida! Os leitores têm saudades deles. Assim como Ricardo Boechat, que teve Ibrahim Sued como professor, desde bem jovem, faz falta aos telejornais da TV Bandeirantes e aos programas matinais da Rádio Band.
Imagens impressionantes de corpos no Rio
Uma fileira de corpos estendidos no chão, cobertos por plásticos, panos velhos, fruto da verdadeira guerra entre o crime e a polícia, nessa operação, onde os marginais usaram até drones lançando bombas contra a população de modo geral. Os bandidos tentam ser os donos da "cidade maravilhosa", desde que o ex-governador Leonel Brizola proibiu o policiamento a subir os morros e combater os criminosos.
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O CRIME só foi aumentando, se armando, fazendo exigências das famílias, facções crescendo, atirando, matando pessoas "por balas perdidas", com os marginais cobrando a venda criminosa de sinais de TV, de internet, de gás, de energia elétrica e etc. Só as favelas do Alemão têm população maior do que muitas cidades médias do Paraná. O STF deveria dizer o que poderia fazer para retomada desses territórios que os bandidos passaram a tomar conta, inclusive dando guarida a coleguinhas do crime de estados do Norte e Nordeste brasileiros. Tentam criar um estado paralelo, impondo seus desejos, pelo medo dos tiros de fuzis, sequestros e mortes cruéis que impõem à população carioca. E reflete no Brasil inteiro.
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NÃO foi o agora presidente do Supremo, ministro Fachin, que proibiu a polícia de subir o morro, para lutar com tais criminosos, meses atrás? Ou estaria enganado? O narco-crime do Brasil parece querer viver não mais do tráfico de drogas, mas sim do que cobram da população do Estado do Rio e dos cariocas para que possam viver, mesmo sem paz, sob o tacão das balas de metralhadoras e fuzis e da morte rondando e ameaçando suas famílias. No mundo todo não há, pelo que se sabe, uma vida tão difícil como essa do povo do Rio de Janeiro.
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QUEM primeiro usou os drones com bombas, para atacar outras pessoas, foram os marginais do Comando Vermelho. Ninguém desvendou onde seus donos conseguiram esses drones há quase 10 anos . Dizem que o CV usou primeiro os drones do que o pessoal da guerra no Afeganistão.
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COMEÇA NA INFÂNCIA: os primeiros contatos do CV com os meninos dos morros começam com os presentinhos de Natal, tipo revólveres pequenos, espingardinhas, bolas e etc. Na medida em que crescem, os presentes são outros, já visando observar quem está chegando, o que está trazendo e etc.
Armamentos expostos
Desde ontem de manhã, armamentos apreendidos dos criminosos estavam expostos pela Polícia do Rio de Janeiro, para que a população veja o poderio marginais, da facção CV.
O GOVERNADOR carioca disse que há de fato uma fábrica de fuzis em São Paulo, que o governo paulista precisa tomar providências sobre ela, dentro das leis do país.
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A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina


Oswaldo Militão
Decano do colunismo social no Paraná.



