Três irmãos eram sócios numa indústria. Começaram com muita garra e coragem, fazendo sacrifícios. Eram unidos.

Prosperaram e enriqueceram muito. Mas durante a trajetória de décadas, casaram, tiveram filhos e... o primeiro inseriu a esposa na empresa, o outro a filha, um genro ... até que todas as funções principais estavam ocupadas por pessoas cuja qualificação única era “ser parente” e pouca... ou nenhuma competência profissional.

A empresa tornou-se um campo de batalhas. Hoje, não resta muito daquilo que, um dia, prometia ser um império.

Essa história é velha conhecida de todos. Você conhece outras parecidas com esta, certamente.

Empresa familiar requer mais sabedoria e habilidade que qualquer outro formato de organização.

70% delas encerram suas atividades com a morte do fundador e o ciclo médio de vida destas empresas é de 24 anos. Dos 30% que sobrevivem na segunda geração, só uma minoria muito pequena perdura até a terceira.

Sócios inteligentes são aqueles que estabelecem regras claras para o relacionamento entre eles e para a inserção de parentes no negócio. E eles escrevem estas regras num acordo de sócios e assinam. É assim que constroem uma cerca em torno das ações e das decisões para que a empresa seja atendida e não a vaidade burra das pessoas ou dos membros da família.

Você que está à frente de uma empresa familiar precisa saber que ela é uma gigantesca oportunidade de fazer dinheiro, desde que administrada da maneira certa.

Faça todo o possível para se organizar, para reestruturar para dar novo rumo e assumir todo o controle sobre os seus negócios, contando com bons e competentes gestores e planejando sob a regência de um método. Só não permaneça do modo como sempre as coisas foram feitas, pois talvez aí esteja o porquê de tudo estar indo mal, a caminho da ruína.

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