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Londrina

Cidades

m de leitura Atualizado em 27/05/2022, 13:13

UEL volta a obrigar uso da máscara em ambientes fechados

Ato normativo também recomenda a utilização do acessório nos locais abertos do campus; medida é justificada pelo aumento de casos da Covid

PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 27 de maio de 2022

Pedro Marconi - Grupo Folha
AUTOR autor do artigo

Foto: Roberto Custódio - 03/10/2021
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A partir deste sábado (28), a máscara volta a ser um item obrigatório na UEL (Universidade Estadual de Londrina). O reitor da instituição, Sérgio Carvalho, baixou um ato normativo em que determina a utilização do acessório de proteção em ambientes fechados da universidade. Já nos locais abertos o uso é opcional, mas recomendado. O texto também destaca a exigência da máscara para pessoas que frequentam o campus, em lugares abertos ou fechados, com sintomas respiratórios. 

A determinação não vale para setores lotados no HU (Hospital Universitário), Hospital Veterinário e Clínica Odontológica, já que estes espaços têm regras próprias. Em ambientes de saúde, por exemplo, o acessório já é imposto por decreto estadual. 

No ato executivo, Carvalho justifica a medida, entre outros motivos, pelo aumento no número de casos notificados da Covid-19 na cidade e no Paraná e o crescimento na positivação para a doença nos exames realizados. A determinação vale até o final do semestre letivo, que vai até a primeira quinzena de julho. Nesta semana, a Prefeitura de Londrina voltou a sugerir a máscara em locais fechados e ao livre com aglomeração de pessoas

Atualmente, três turmas estão com aulas presenciais suspensas por conta de surtos de Covid-19. “Temos que ter em mente que esses casos que estão acontecendo na instituição não significam que as pessoas foram contaminadas aqui dentro. Com a flexibilização voltaram as festas, baladas e o vírus voltou a circular. As temperaturas baixaram, estamos num período sazonal de aumento das doenças respiratórias. Temos um sistema em que qualquer aluno ou funcionário com suspeita é notificado e temos visto o aumento no número de casos”, afirmou Décio Sabbatini, vice-reitor da UEL e coordenador do Grupo de Trabalho Coronavírus da universidade.  

LEIA MAIS: Portarias regulamentam LGU sobre contratação em universidades estaduais

Segundo a secretaria municipal de Saúde, a taxa de positividade em Londrina está em 33%, ou seja, de cada 100 testes para coronavírus, 33 dão positivo. A quantidade de casos ativos também disparou nas últimas semanas, passando de 253, em 26 de abril, para 1.030, em 26 de maio, 307% a mais em um mês.  

Atualizada às 13h14

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