|
  • Bitcoin 118.400
  • Dólar 5,2124
  • Euro 5,3422
Londrina

Cidades

m de leitura Atualizado em 07/07/2022, 10:34

Guardas prisionais são investigados por uso de documento falso

Gaeco de Londrina e Depen cumprem mandados de busca e apreensão; suspeitos teriam usado histórico falso em processo seletivo

PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 07 de julho de 2022

Reportagem local
AUTOR autor do artigo

Foto: Divulgação - MP
menu flutuante

O Núcleo de Londrina do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o Depen (Departamento Penitenciário do Paraná) cumprem  nesta quinta-feira (7) quatro mandados de busca e apreensão em investigação que apura o uso de documento público falso por guardas prisionais temporários.

Os suspeitos teriam utilizado históricos escolares falsos de conclusão do 2º grau para aprovação nos processos seletivos dos cargos que atualmente ocupam.

Três mandados são cumpridos em residências de três guardas investigados pela prática criminosa e um, com o apoio do Depen e da Polícia Civil, na Cadeia Pública de Rolândia (Região Metropolitana de Londrina). Os investigados exercem a função de guarda prisional desde 2010 e 2013, supostamente apresentando os documentos falsos em vários testes seletivos dos quais participaram nesse período.

LEIA TAMBÉM:

Concurso da Guarda Municipal de Londrina tem vagas ampliadas 

CADEIA DE ROLÂNDIA

As investigações tiveram início em junho deste ano após o Gaeco tomar conhecimento do possível uso de documento público falso por servidores lotados na Cadeia Pública de Rolândia. O Núcleo Regional de Educação confirmou a ilegitimidade dos históricos escolares apresentados.

DROGAS E MUNIÇÕES

Durante o cumprimento dos mandados, foram localizados documentos falsificados, medicamentos sem autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), drogas e munições. Em razão dessas apreensões, os investigados serão autuados em flagrante delito.

Os materiais apreendidos serão analisados pelas equipes responsáveis para futuros desdobramentos das apurações. Após a conclusão das investigações, o Gaeco adotará as providências judiciais e administrativas para o eventual afastamento dos investigados das respectivas funções públicas. A operação também contou com o apoio do NOC (Núcleo de Operações com Cães) da Polícia Civil do Paraná. (Com informações do Ministério Público do Paraná)

****

Receba nossas notícias direto no seu celular! Envie também suas fotos para a seção 'A cidade fala'. Adicione o WhatsApp da FOLHA por meio do número (43) 99869-0068 ou pelo link wa.me/message/6WMTNSJARGMLL1