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m de leitura Atualizado em 18/03/2022, 10:04

'Se não fossem os filmes da Marvel, nem sei se os cinemas existiriam', diz Jared Leto

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sexta-feira, 18 de março de 2022


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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de interpretar o vilão Coringa para a DC, Jared Leto, 50, vive o vampiro Morbius no novo filme da Marvel sobre o anti-herói, que será lançado no Brasil no dia 31 de março.

"Se não fossem os filmes da Marvel, eu nem sei se os cinemas existiriam", declarou o ator e cantor em entrevista publicada pela revista norte-americana Variety nessa sexta-feira (18).

Sobre seu novo personagem, ele diz que "adora" que essa seja a primeira vez de Morbius em tela. "Sempre me interessei por transformação, e essa foi uma maneira de explorar esse território em um grande filme da Marvel. Era impossível dizer não", afirma.

Na entrevista, ele também fala sobre como a música o deu uma perspectiva diferenciada sobre o público, o que o ajudou na carreira de atuação. E que, embora o futuro de "Morbius" ainda não tenha sido decidido, ele continuaria interpretando o personagem em possíveis sequências e tem vontade de interagir com Venom, Homem-Aranha e outros personagens da Marvel -apesar de ainda não ter assistido ao mais recente filme "Venom: Let There Be Carnage" (2021).

Nesta semana, também foi divulgado que Leto interpretará um personagem na história de ascensão e queda da empresa de escritórios compartilhados WeWork, que foi transformada em uma série de televisão.

"WeCrashed", uma minissérie de oito episódios sobre os fundadores da WeWork, Rebekah e Adam Neumann, começará a ser transmitida na Apple TV + na sexta-feira (18). O programa detalha a história de amor do casal, seus sucessos e erros.

Leto assumiu o papel de Adam Neumann, um empresário israelense, após filmar "Casa Gucci", filme sobre a famosa família da moda italiana, e disse que a transição foi um desafio.

Já Anne Hathaway retrata Rebekah Neumann, e disse que teve cuidado para não julgá-la ao longo do trabalho.

"Estamos falando de seres humanos, e nos colocarmos numa posição de superioridade não faz sentido", disse ela. "Esta é uma oportunidade para compreender as pessoas".