Ferver a chupeta todas as vezes que ela cai no chão, limpar a banheira do bebê diariamente com álcool, impedir que as pessoas toquem ou segurem a criança antes de desinfetarem as mãos são cuidados que fazem parte da vida de algumas mães. O zelo exagerado porém, não é recomendado pelos especialistas.

Com a superproteção das crianças os pais acreditam que estão livrando os filhos das doenças, mas na verdade acabam favorecendo a formação de um sistema imunológico falho que não terá condições de agir diante de um problema real do organismo. Consequências negativas também são observadas no desenvolvimento emocional destas crianças.

Pesquisas apontam que o excesso de higiene faz mal, bem como a falta dela.

O médico infectologista Arilson Morimoto explicou que a habilidade de se proteger dos organismos nocivos é aprendida com o passar dos anos. ''Nós nascemos como um papel em branco, temos uma certa defesa, mas com o tempo isso tem que ser aprimorado e a única maneira do organismo aprender a se defender é se expondo a tipos variados de bactérias, protozoários e vírus'', explicou.

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