O Núcleo de Maringá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), juntamente com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, realizou operação de combate ao exercício legal da medicina em Nova Londrina, região noroeste do Estado, na última segunda-feira (28).

Um optometrista do município, que tem mandato de vereador, possuía uma clínica na qual praticava atos privativos de médico oftalmologista, como consultas e prescrições de lentes de grau, o que não poderia ser feito por um optometrista. Este tipo de profissional não utiliza nenhum procedimento ou medicamento invasivo, só observa e aplica técnicas de avaliação qualitativa e quantitativa do sistema de visão do paciente. Caso um optometrista detecte qualquer problema ou alteração ocular de origem patológica, ele deve encaminhar o paciente a um médico especialista.

O vereador poderá responder pelo crime de exercício ilegal da medicina. Em caso de condenação, a pena prevista é de detenção por um período de seis meses a dois anos.

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