UBSs de Londrina oferecem vacinação em horário ampliado
Foco principal da ação, que segue até quinta-feira, é a imunização contra a influenza
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Foco principal da ação, que segue até quinta-feira, é a imunização contra a influenza
Reportagem local 

A Secretaria Municipal de Saúde de Londrina segue disponibilizando a vacinação contra a gripe e outras doenças em algumas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) com horário ampliado, das 7h às 22h, até esta quinta-feira (17). Confira: Lindóia (segunda-feira); UBS Piza (terça); UBSs Alvorada e Vila Brasil (quarta); UBS Parigot (quinta). No feriado da Paixão de Cristo, sexta-feira (18), as Unidades Básicas de Saúde não abrirão.
O horário ampliado nestas unidades visa atualizar a situação vacinal da população, em especial, à Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza que está vigente em Londrina desde a última sexta-feira (4).
A vacinação contra gripe está disponível em todas as UBSs de Londrina, da zona urbana e rural, das 7h às 18h30.
O objetivo do Município é imunizar, pelo menos, 90% do público-alvo, que totaliza 238.677 moradores de Londrina. “Reforçamos a importância de as pessoas procurarem a vacinação o quanto antes, pois estamos entrando no período sazonal, onde as infecções respiratórias são mais frequentes. Portanto, é fundamental buscar a proteção o quanto antes, para evitar as formas graves da doença, internações, complicações e óbitos”, enfatizou a diretora de Vigilância em Saúde da SMS, Fernanda Fabrin.
A vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde (MS) é tríplice, ou seja, protege contra as três cepas do vírus influenza que mais circularam no hemisfério sul nos últimos meses: H1N1, H3N2 e B.
Lista completa dos grupos prioritários para vacinação contra influenza:
– Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
– Gestantes;
– Idosos com 60 anos ou mais;
– Trabalhadores da Saúde (serviço público e privado);
– Puérperas (mulheres no período até 45 dias após o parto);
– Professores do ensino básico e superior;
– Povos indígenas e quilombolas;
– Pessoas em situação de rua;
– Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
– Profissionais das Forças Armadas;
– Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
– Pessoas com deficiência permanente;
– Caminhoneiros;
– Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
– Trabalhadores dos Correios;
– Trabalhadores portuários;
– Funcionários do sistema de privação de liberdade;
– População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
(Com informações do N.Com)

