Tratamento após diagnóstico precoce
A comerciante Maria Neuza Depieri Vicente, 66 anos, descobriu que estava com câncer de mama em dezembro do ano passado durante uma mamografia de rotina. Há mais de vinte anos ela passa pelo exame por ter histórico de câncer na família. Depois de ter identificado a doença ela precisou passar por um procedimento cirúrgico para retirada da mama direita.
''O médico comentou que meu diagnóstico foi feito num tempo bom porque a doença evolui muito rápido. Quando recebi o resultado dos exames o tumor estava com um centrímetro, em menos de um mês, quando passei pela cirurgia, já apresentava três centímetros'', lembra.
Apesar de não ter passado pela radioterapia - tratamento bastante comum na maioria dos casos de câncer - Maria Neuza está recebendo sessões de quimioterapia como forma de prevenir que a doença possa se manifestar na outra mama.
''É um tratamento agressivo e que como muito já se sabe faz com que a gente passe muito mal. Mas estou disposta a enfrentar o que for necessário. O que importa é a gente ter saúde e eu sei que o meu problema é algo localizado. Eu não desejo a quimioterapia para ninguém e aconselho que as mulheres façam sempre os exames preventivos para evitar o pior'', finaliza. (F.B.)




