Uma dor incômoda que impede a movimentação do pescoço, o torcicolo, quase sempre tira o sono de quem o tem e obriga uma visita ao fisioterapeuta. O que pouca gente sabe é que o problema não atinge apenas adultos.

Em sua forma congênita, o torcicolo pode ser percebido em um a cada 250 recém-nascidos e, na maioria das vezes, é motivado pelo mau posicionamento do bebê no ambiente intrauterino, o que diminui a oxigenação para o músculo do pescoço chamado de esternocleidomastóideo.

Segundo a fisioterapeuta Marcia Aoki, notar o problema nem sempre é fácil, já que os bebês têm a tendência de apresentar um pescoço ''mole'', mas é fundamental para os pais observarem se a criança possui algum sintoma. De acordo com ela, 97% dos torcicolos descobertos até os três meses de idade são solucionados apenas com o tratamento fisioterápico.

''Além do posicionamento do pescoço, uma das maneiras mais comuns de se notar o problema é a hora da mamada. A criança só pede um lado, porque quando vai para o outro peito, sente muita dor e chora'', aponta Marcia.Saiba mais na reportagem de Vinícius Fonseca.[/b]

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