Pesquisas realizadas pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (Sbrash) apontam que cerca de 30% a 50% das mulheres apresentam uma disfunção sexual em algum momento da vida. Os problemas vão desde questões orgânicas como o vaginismo, ausência de orgasmo, até outros ligados a questões psicológicas, que afetam o desejo.

Ainda assim, especialistas afirmam que de nada adianta inserir tratamentos terapêuticos na paciente quando ainda há problemas ligados ao parceiro. A complexidade do sexo feminino e as formas de tratar as disfunções sexuais foram discutidas durante o XII Congresso Brasileiro de Sexualidade Humana, na semana passada em Londrina.

O ginecologista e sexólogo, membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, Amaury Mendez Junior, lembra que recentemente descobriu-se que o funcionamento do desejo e excitação da mulher é bem diferente do homem. Por isso, para identificar a causa de uma disfunção, o médico precisa ir além de realização de exame pélvico e buscar saber qual o histórico clínico e sexual da paciente. Leia na reportagem de Fernanda Borges.

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