Redes de fast food terão de informar valor nutricional
PUBLICAÇÃO
domingo, 03 de abril de 2011
<br> <br> Agência Graffo 
Belo Horizonte - No Brasil, apesar de algumas empresas fornecerem a informação nutricional dos alimentos em sua embalagem, ela não é obrigatória, em razão de uma lacuna na legislação sobre rótulos de alimentos. Entretanto, a partir do mês de junho, as principais redes de fast food do país, bem como os produtos alimentícios industrializados terão que apresentar essas informações, com o objetivo de garantir que os consumidores tenham acesso às informações sobre calorias, carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e sódio de seus pratos rápidos.
Os dados deverão estar disponíveis nas embalagens individuais (dos produtos que possam ser guardados assim) e, quando isso não for possível, em cardápios, cartazes, folders e tabelas nas lojas. As empresas que tiverem site também devem publicar neles a informação.
Essas mudanças são fruto de um acordo firmado pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais com cerca de 60 redes, com apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e valem para todo o país. A fiscalização ficará a cargo das vigilâncias sanitárias estaduais e municipais.
Segundo a procuradoria, nos casos em que os pratos são escolhidos pelo cliente no momento da compra - como um restaurante por quilo -, o valor nutricional deverá ser informado de acordo com a porção de referência definida pelo estabelecimento.

