Hanseníase no Brasil
  A Novartis, empresa que atua na luta contra a hanseníase no Brasil, renovou por mais cinco anos seu contrato com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estendendo sua doação de medicamentos para o tratamento da doença até 2020. A empresa trabalha há 25 anos com programas de apoio a pacientes. O compromisso, que previa inicialmente o apoio à causa até 2015, foi prorrogado por mais cinco anos e incluirá a doação de aproximadamente US$ 22,5 milhões para tratamento, além de US$ 2,5 milhões para apoiar a OMS na logística contra a doença. O objetivo é ampliar o acesso ao tratamento para cerca de 850 mil pacientes em todo o mundo. A empresa desenvolve vacinas e medicamentos para doenças negligenciadas em dois institutos de pesquisa: o Instituto Novartis para Doenças Tropicais (NITD), em Cingapura, e o Instituto de Vacinas e Saúde Global da Novartis, na Itália.



Terapia com fitoterápicos
  O mercado fitoterápico está crescendo no mundo. A ascensão pode ser atribuída ao amadurecimento da indústria farmacêutica como um todo e a uma mudança no comportamento da população, que tem buscado e optado mais por terapias alternativas. O segmento global movimenta bilhões de dólares todos os anos e, somente no Brasil, estimativas apontam que ele movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano. Estudo realizado pelo Centro Psicológico de Controle do Stress com cerca de 3 mil pessoas indicou que 35% dos brasileiros analisados apresentam nível de stress que traz algum comprometimento à saúde. O desafio das indústrias farmacêuticas, com relação aos medicamentos fitoterápicos, está em oferecer, cada vez mais, informações claras sobre a eficácia e segurança comprovadas por meio dos processos de aprovação e registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde (MS).



Eventos cardiovasculares
  O Food and Drug Administration (FDA), órgão responsável por medicamentos nos Estados Unidos, indicou na última semana a Rivaroxabana (Xarelto, da Bayer HealthCare Pharmaceuticals) para redução de eventos cardiovasculares em pacientes com Síndrome Coronariana Aguda (SCA). A nova indicação foi apoiada por dados do estudo fundamental global de Fase III, ATLAS ACS 2-TIMI 51. Os resultados foram publicados pelo periódico New England Journal of Medicine. De acordo com a pesquisa, a combinação de rivaroxabana com a terapia antiplaquetária padrão em pacientes que sofreram SCA recente reduziu significativamente os eventos de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral em comparação com aqueles que receberam somente a terapia antiplaquetária habitual. A SCA é uma complicação da doença cardíaca coronariana, que constitui uma das mais prevalentes doenças não transmissíveis no mundo e a principal causa de morte nos EUA.

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