Arteriosclerose em múmia egípcia

O primeiro caso conhecido de obstrução arterial ou arteriosclerose foi encontrado na múmia de una princesa egípcia que viveu 1.500 anos a.C., indica um estudo apresentado na última semana em uma conferência de Cardiologia realizada nos Estados Unidos. Os pesquisadores já sabiam que os antigos egípcios sofriam de arteriosclerose, mas a descoberta sugere que o mal pode ser mais comum, e misterioso, do que se acreditava. Apesar de os antigos egípcios terem mantido uma dieta mais balanceada, com menos carne, e de não fumarem, sofreram com a mesma doença dos homens modernos. Os pesquisadores alertam, entretanto, que as pessoas não devem ignorar as pesquisas modernas que revelam que não fumar, manter uma pressão arterial mais baixa e um nível reduzido de colesterol reduzem a calcificação das artérias. Segundo eles, é possível deduzir que os humanos são predispostos à arteriosclerose, o que os obriga a tomar medidas para evitá-la. (France Presse)



Ioga acalma ritmo cardíaco
As pessoas com ritmo cardíaco irregular podem ver os episódios de crise reduzidos à metade caso adotem a ioga de maneira regular, revela um estudo publicado nos Estados Unidos. Fazer ioga três vezes por semana também reduz a depressão e a ansiedade, ao mesmo tempo que aumenta o bem-estar social e mental, segundo o estudo por cardiologistas em Nova Orleans. O estudo acompanhou 49 pacientes que sofrem de fibrilação atrial, uma afecção de ritmo cardíaco irregular. Durante os três primeiros meses do estudo, os pacientes seguiram suas rotinas de exercício. Nos três meses seguintes fizeram três sessões de ioga por semana, além de serem estimulados a praticarem em casa com um DVD instrutivo. ''A ioga reduziu os episódios de ritmo cardíaco irregular, a quase metade na média'', disse o principal autor do estudo, Dhanunjaya Lakkireddy, professor de Medicina da Universidade de Kansas. (France Presse)


Implante com tecido de vaca

Uma nova técnica que substitui a válvula aórtica do coração com um implante feito de tecidos de vaca mostrou um índice de sobrevivência similar ao das operações com coração aberto e aumentou a expectativa de vida, anunciaram cientistas americanos. A nova técnica de substituição da válvula aórtica por inserção de catéter (TAVR) é menos invasiva que a cirurgia convencional e também pode ser uma opção promissora para pacientes gravemente enfermos, segundo o estudo apresentado na conferência do American College of Cardiology. O método diminuiu os custos de internação e aumentou a expectativa de vida em até 1,9 ano. Mas também apresentou mais riscos de derrames cerebrais e outras complicações cardíacas. (France Presse)

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