Há cerca de cinco anos, a dona de casa Vilma Aparecida Tonietto Palasson, 50 anos, começou a investigar as pintas que têm pelo corpo. Naquela época, chegou a retirar cerca de seis lesões por precaução. Preocupada com o grande número de pintas nas costas, ela tem ido ao dermatologista todo os anos e, recentemente, foi diagnosticado um melanoma. ''A médica tem acompanhado porque era uma pinta grande, mas eu não sentia nada. Agora teremos que monitorar por um tempo. Mas ainda bem que foi diagnosticado no começo'', afirma.
A médica Ana Léa Clementino Bottosso, 34, sempre foi orientada pela mãe a cuidar da pele por ser bem clara e apresentar grande número de pintas. Segundo ela, a quantidade de pintas no seu corpo foi aumentando consideravelmente com o passar dos anos e a busca por acompanhamento médico surgiu principalmente depois dos 18, quando precisou retirar uma lesão suspeita.
''Não era maligna, mas foi preciso retirá-la. Depois que passei a conhecer a dermatoscopia resolvi fazer um monitoramento mais completo. Achei muito interessante porque passamos por um mapeamento de todo corpo e um exame mais detalhado. Como leigos, é bastante difícil identificar uma pinta suspeita ou não. Acho importante ficarmos sempre de olho e devo fazer o mesmo com minhas filhas que também têm a pele bem clarinha'', diz.(F.B.)

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