País terá primeiro estudo de vida real de diabético
O Brasil vai participar de um estudo mundial de vida real de diabéticos com a terceira maior amostra, com a participação inicial de cem pessoas. "Esta é a primeira pesquisa do gênero no País. Ao longo dos anos, iremos seguir os dados deles, sem nenhuma interferência, não é um protocolo clínico e randomizado, que tem indicações de inclusão e exclusão de paciente, é vida real, um estudo de observação. Nós vamos ter clareza, além da eficácia e segurança, qual é o ganho dos pacientes que vão usar esta insulina", detalha Luciana Giangrande, diretora médica da Sanofi.
Os pacientes que serão seguidos estão cadastrados no StarBem Mais, programa de suporte ao paciente recém-lançado pela farmacêutica. Algumas ferramentas do programa ajudam o paciente a manter o controle glicêmico, como o repasse de relatórios e gráficos que demonstram a evolução dos níveis de glicemias dos pacientes, e informações sobre a doença, mudança de estilo de vida e orientações nutricionais. E, se o paciente permitir, o médico pode ter acesso aos dados dele e fazer ajustes de medicação, por meio de mensagens diretas. "Isso não é uma consulta pelo WhatsApp, o paciente decide se ele quer dar este controle ao médico. Não existe uma comunicação entre eles, é uma via direta do médico para o paciente."
Para participar do programa, o paciente deve se cadastrar pelo site (starbemmais.com.br). Além de contar com descontos diferenciados de até 50% nas redes credenciadas, os inscritos passam a receber alertas para tomar medicação, o que ajuda na adesão ao tratamento. (M.C.)




