Há quatro anos, a esteticista Cleide Cooper, 45 anos, levou um tombo que resultou em dores pelo corpo todo. Foi neste momento difícil que ela conheceu a Técnica Tirador. ''A minha prima já tinha feito esta massagem e me indicou. Foi bem difícil porque eu estava sentindo muita dor, mas após a massagem eu já era outra pessoa'', conta. Ela gostou tanto da técnica que já levou toda a família ao terapeuta corporal.
A partir das alterações nos hábitos alimentares, Cleide percebeu mudanças grandes na qualidade de vida e decidiu se aprofundar na técnica. ''Acabei fazendo o curso e levando estes conhecimentos para os Estados Unidos, onde moro há 20 anos'', explica, lembrando que os norte-americanos são mais conservadores e não permitem que o corpo todo seja tocado na massagem, por isso, o trabalho é feito nos pés, com a reflexologia e o uso do ativador corporal.
Para Cleide, o mais interessante da técnica é que os conhecimentos referentes às massagens são passados aos clientes e eles acabam aprendendo a fazer a manutenção. ''O bom é que todos podem 'se consertar' no final do dia e melhorar seu bem estar'', afirma.
Quando conheceu a Técnica Tirador, há oito anos, a professora Mary Ribeiro, de 72 anos, sentia tantas dores nas costas que quase não conseguia sentar. ''Cheguei a marcar consulta com o médico, mas ia demorar muito. Meu filho decidiu não esperar e me levou antes ao massagista. Por sorte, acabei conhecendo a técnica''. Segundo ela, a sua melhora se deve às massagens e mudanças nos hábitos de vida. ''Quando eu percebo que estou ficando travada, uso a técnica em mim e melhoro'', afirma.
Ela conta que tem amigas que acham que dor e limitação de movimentos são normais na velhice. ''A técnica dá recursos para mudar isso, muitas pessoas não acreditam porque não conhecem'', garante. (M.A.)

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