Espermatozoide e óvulo


  Duas pesquisas afirmam ter encontrado a causa da atração entre o espermatozoide e o óvulo. Segundo cientistas, a descoberta pode ajudar a solucionar alguns casos de infertilidade masculina, além de ser um passo importante para a criação de um anticoncepcional hormonal para homens. A atração aconteceria devido a um canal de íons – espécie de poro das células que ‘‘sentiria’’ a presença do hormônio feminino progesterona e provocaria a entrada de átomos de cálcio nos espermatozoides. A forma exata como o fenômeno acontece, especialmente a maneira como o hormônio feminino ‘‘ativa’’ o espermatozoide, não foi desvendada. (Folhapress)


Menino alcoólatra


  Um menino de três anos teve que ser tratado por alcoolismo em um hospital público do Reino Unido pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS). O menino, considerado o alcoólatra mais jovem da história do Reino Unido, foi um dos 13 menores de 12 anos que foram diagnosticados com problema de alcoolismo entre 2008 e 2010 pelo NHS. Os dados mostram também que mais de 70 adolescentes entre 13 e 16 anos foram hospitalizados com urgência por abuso de álcool no mesmo período, e que outros 106 da mesma idade foram tratados por dependência. De acordo com estudo de 2009, os britânicos são os maiores consumidores de álcool entre os cidadãos dos 27 países da União Europeia (UE). (France Presse)

Gel protege tecidos retais


  Estudo da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descobriu que um gel microbicida com antirretroviral eficaz para impedir a infecção vaginal pelo vírus HIV também pode proporcionar um alto grau de proteção dos tecidos do reto. Biópsias de tecidos retais provenientes de homens e mulheres soronegativos que usaram esse gel regularmente durante uma semana, mostram pela primeira vez que seu poder de ajudar a reduzir o risco de infecção com HIV como consequência das relações anais. O risco de infecção durante as relações anais é pelo menos 20 vezes mais importante devido ao fato de que a mucosa retal é formada por uma única camada de células, em comparação com os tecidos mais espessos da vagina. (Agência Estado)

Genética e Parkinson


  Pesquisadores norte-americanos afirmam que a terapia genética pode vir a ser opção para tratar rigidez muscular, tremores e lentidão de movimentos, sintomas da doença de Parkinson. Os cientistas mostraram que a transferência de uma enzima chamada GAD (descarboxilase glutâmica), implantada diretamente no cérebro do doente, recupera parte de seus movimentos. Esse foi o primeiro estudo bem-sucedido sobre transferência genética em Parkinson. (Folhapress)

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