MP3 e a audição Hanseníase no Brasil Terapia com fitoterápicos
Um estudo realizado pela Universidade Tel Aviv, de Israel, divulgado pela revista científica Journal of Audiology, revela que um em cada quatro adolescentes corre o risco de sofrer perda auditiva precoce como consequência do uso de tocadores de MP3. A primeira fase do estudo incluiu 289 participantes com idades entre 13 e 17 anos. Na segunda fase, foram feitos exames de audição em 74 desses jovens. Cerca de 80% dos jovens usam aparelhos de MP3 regularmente. Destes, 20% utilizam o aparelho por mais de uma hora e menos de quatro horas. Além disso, outros 8% ultrapassam o limite das quatro horas. Os cientistas israelenses analisaram os hábitos desse público ao ouvir música e mediram os níveis de volume. Os resultados mostraram que iPods e outros dispositivos de MP3 podem ter efeitos nocivos à audição a longo prazo.
A Novartis, empresa que atua na luta contra a hanseníase no Brasil, renovou por mais cinco anos seu contrato com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estendendo sua doação de medicamentos para o tratamento da doença até 2020. A empresa trabalha há 25 anos com programas de apoio a pacientes. O compromisso, que previa inicialmente o apoio à causa até 2015, foi prorrogado por mais cinco anos e incluirá a doação de aproximadamente US$ 22,5 milhões para tratamento, além de US$ 2,5 milhões para apoiar a OMS na logística contra a doença. O objetivo é ampliar o acesso ao tratamento para cerca de 850 mil pacientes em todo o mundo. A empresa desenvolve vacinas e medicamentos para doenças negligenciadas em dois institutos de pesquisa: o Instituto Novartis para Doenças Tropicais (NITD), em Cingapura, e o Instituto de Vacinas e Saúde Global da Novartis, na Itália.
O mercado fitoterápico está crescendo no mundo. A ascensão pode ser atribuída ao amadurecimento da indústria farmacêutica como um todo e a uma mudança no comportamento da população, que tem buscado e optado mais por terapias alternativas. O segmento global movimenta bilhões de dólares todos os anos e, somente no Brasil, estimativas apontam que ele movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano. Estudo realizado pelo Centro Psicológico de Controle do Stress com cerca de 3 mil pessoas indicou que 35% dos brasileiros analisados apresentam nível de stress que traz algum comprometimento à saúde. O desafio das indústrias farmacêuticas, com relação aos medicamentos fitoterápicos, está em oferecer, cada vez mais, informações claras sobre a eficácia e segurança comprovadas por meio dos processos de aprovação e registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde (MS).




