São Paulo - O presidente de Mercados Emergentes da Covidien, Robert White, destacou que a unidade do Brasil servirá como um centro para toda a América Latina, território onde a medicina ainda está aquém do desejável. "Entender e ajudar o Brasil a ultrapassar seus desafios da Saúde, e levar oportunidade de conhecimento e aprendizado aos médicos são os grandes objetivos do CCI", frisou.

Os executivos afirmaram que a Covidien mantém negociações com o governo brasileiro para que a tecnologia seja estendida também para a rede pública. "O governo quer provas de que o sistema é viável, que podemos reduzir os custos da tecnologia. Esperamos aumentar a quantidade de médicos – tanto da esfera pública quanto privada – com técnicas mais modernas para o melhor tratamento e resultado", disse o diretor global, Michael Tarnoff. Segundo ele, das cirurgias que poderiam ser realizadas por meio de procedimentos minimamente invasivos, mais de 80% ainda optam por métodos tradicionais.

Em janeiro deste ano, a Covidien adquiriu a WEM Equipamentos Eletrônicos. Com lei de incentivos do governo para produtos fabricados no País, a empresa investe alto para capacitar os profissionais. Além do Centro de Inovações, o Caminhão da Saúde roda o País para apresentar os produtos aos profissionais de saúde. No fim do mês passado, o caminhão esteve em Londrina, no pátio do Hospital Universitário (HU). (C.F.)

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