Mães aprovam a obrigatoriedade do exame
O teste do olhinho pode fazer a diferença em todo o desenvolvimento futuro da criança e foi contando com isso que o administrador de empresas Marcos Goes e sua esposa Renata contaram ao submeter a pequena Luiza ao exame com apenas 48 horas de vida.
Essa é a primeira filha do casal e embora Renata seja enfermeira, ela diz que só foi lembrar do procedimento ao ser alertada pela pediatra que atendeu a criança. ''Acho este teste muito importante e deveria ser mais divulgado, assim como é com o teste do pézinho'', argumenta.
Renata conta que os momentos que antecederam o teste foram de certa apreensão, substituída por muita alegria após a realização. ''O teste é simples e rápido e o alívio é grande depois que a médica informa que tudo está normal'', comenta.
A costureira Carina Aparecida da Silva, de Nova Santa Bárbara (Norte Pioneiro), também procurou o exame para sua filha Maria Eduarda, hoje com pouco mais de três meses. Sem nenhum problema identificado no bebê, Carina se diz aliviada e aprova o fato do exame ser obrigatório e feito logo nos primeiros dias de vida do bebê.
A médica pediatra responsável pela coordenação da equipe do Hospital Evangélico, Andrea Janot explica que em recém-nascidos que passaram pela o Unidade de Terapia Intensiva (UTI) o procedimento também e feito logo após a alta pelo próprio pediatra, mas ganha reforço de um oftalmologista, pois tem mais chance de apresentar algum problema de retina.
Quanto ao exame, ela enfatiza a obrigatoriedade e a rapidez com que é realizado e orienta os pais a conversarem com o médico que atendeu a criança sobre o procedimento. ''Aqui no Evangélico procuramos orientar todos os pais, mostramos até mesmo uma cartilha que explica o teste e essa troca de informações é fundamental'', aconselha. (V.F.)




