O dia-a-dia de uma cidade chamada Londrina. A criatividade obrigatória de seu povo pela sobrevivência. Problemas que viram soluções, soluções que viraram problemas. Ângulos conhecidos ou pouco vistos. A luz especial que banha a cidade e que ilustres visitantes nunca deixam de reparar. O jeito londrinense de fazer as coisas. A bela moça que, rápida, nem repara a luz sobre o lago. O barbear insólito de um caminhoneiro na barragem do Igapó. O descanso da velha vendedora de balas. O novo e o velho. O rural e o urbano. Convivendo.
Cenas feitas com atores anônimos e sem roteiro lógico e que a única coisa em comum é serem moradores da mesma cidade. Parecem formar um filme sem início ou fim, caótico, mas cheio de histórias belas, tristes, alegres e até horríveis, mas, pensando bem é esta a lógica neste filme. Histórias é que fazem a cidade de Londrina.

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