Imunização é feita em três etapas
A vacina deve ser administrada em três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. Atualmente ela é dada aos bebês, ainda na maternidade. Mas nem sempre foi assim. A vacinação foi introduzida no País em 1989 dentro do Programa Nacional de Imunização. Até 1998, abrangeu apenas moradores de áreas de risco (Amazônia Legal, Paraná, Espírito Santo, Santa Catarina e Distrito Federal) e pessoas mais expostas ao risco de contrair a doença.
Há exatos 15 anos, a vacina passou a ser oferecida para todas as crianças menores de um ano. De lá para cá, a imunização vem sendo expandida gradativamente. Em 2001, foi ampliada para todos os menores de 20 anos. Em 2011, passou a abranger a faixa etária entre 20 e 24 anos. No ano passado, foi estendida para a população de 25 a 29 anos. E este ano, para pessoas de 30 a 49 anos.
A vacina é disponibilizada ainda para os grupos de risco: gestantes (após o primeiro trimestre de gravidez); trabalhadores da saúde, portadores de doenças sexualmente transmissíveis (DST); bombeiros, policiais civis, militares e rodoviários; carcereiros de delegacia e de penitenciárias; coletadores de lixo hospitalar e domiciliar; parceiros sexuais de portadores de hepatite B; doadores de sangue; homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais; pessoas reclusas (presídios, hospitais psiquiátricos, instituições de menores, forças armadas, entre outras); manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos; populações indígenas; potenciais receptores de múltiplas transfusões de sangue ou politransfundidos; profissionais do sexo/prostitutas; usuários de drogas injetáveis, inaláveis e pipadas; caminhoneiros. (Reportagem Local)




