Uma agropecuarista de Arapongas que preferiu não se identificar para não expor sua filha, está há mais de um ano tratando a menina que tem apenas 4 anos de idade e chegou a ter 80% de um dos seus rins comprometidos. A gravidade do problema se deu porque a criança sofria de bexiga hiperativa o que fazia com que ela segurasse muito a urina durante o dia e soltasse demais à noite. Como consequência disso os profissionais de saúde apontaram casos de endurese e hoje a criança passa por sessões de fisioterapia para reeducar a musculatura pélvica e tem obtido bons resultados.
''Também estamos controlando a quantidade de vezes que ela vai ao banheiro com a ajuda de um reloginho que de três em três horas avisa a hora que ela precisa ir. Está sendo bom mas talvez ela ainda tenha que passar por uma intervenção cirúrgica por conta do rim'', diz a mãe.
A fisioterapeuta Lisania lembra que o quanto antes for detectado problemas com a evacuação das crianças menores serão os riscos de desenvolverem patologias mais sérias no futuro. ''Por isso é importante que os pais fiquem sempre de olho na quantidade de vezes que a criança vai ao banheiro e observar se tem tido um ritmo normal'', finaliza. (F.B.)

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