Com artrose na coluna cervical e desfunção temporomandibular, a empresária Elenice Mortari Dequech, de 66 anos, tem dores na cabeça e nas costas frequentes desde os 12 anos de idade. ''Quando adolescente eu usei colete de aço para manter a coluna estabilizada e aliviar a dor'', explica. Ela lembra que já fez várias terapias complementares para tratar as dores de cabeça, mas o melhor resultado foi encontrado na fisioterapia. ''Eu tenho épocas de crise. O problema é físico, mas os fatores emocionais funcionam como gatilho'', salienta.

Disposta a tratar e se livrar do problema, Elenice iniciou a prática de atividades físicas para fortalecer a musculatura das costas, e quando as dores de cabeça aparecem ela busca o fisioterapeuta. ''Ele utiliza técnicas de quiropraxia, alongamento e faz manobras de estabilização da minha coluna cervical, mas só faço este tratamento quando surgem as crises'', comenta. De acordo com Elenice, as dores melhoraram 80% depois de ter iniciado o acompanhamento com o fisioterapeuta.

Apesar de ser vítima das dores de cabeça, a empresária garante que o problema não é suficiente para lhe tirar o bom humor, como acontece com a maioria das pessoas. ''A dor para mim é um incômodo, mas não é incapacitante. Não altera minhas relações no trabalho e nem com a família. Mas ficar sem dor é muito bom, melhora muito a minha qualidade de vida'', garante. (M.A.)

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