A professora Fabiana de Souza Pelogia, 29 anos, moradora da cidade de Califórnia (19 km ao sul de Apucarana) descobriu que seu filho Guilherme é autista há cerca de três anos quando o menino ainda tinha 1 ano e meio. Hoje, com 4 anos e meio, Guilherme apresenta uma personalidade tranquila e um desempenho pedagógico normal para uma criança de sua idade. A melhora significativa do quadro do menino deu-se, principalmente, pelo dignóstico precoce e um tratamento multidisciplinar, além do envolvimento da família.
''Antes ele quase não falava e quando falava a gente não conseguia entender direito. Ele também não nos olhava nos olhos e tinha como hábito apontar os objetos ao invés de pedir. Foi muito difícil aceitar que ele tinha autismo porque eu já sabia das dificuldades que todos nós iríamos enfrentar, mas foi muito bom identificar o problema logo'', comenta Fabiana.
Segundo a mãe, o tratamento das dificuldades do menino e não da doença em si é o que faz apresentar resultados. Além da terapia na parte da manhã, o menino vai para a escola no período da tarde e participa de outras atividades extra-escolares quando tem oportunidade. ''Hoje o Guilherme está completamente mudado desde a data do diagnóstico. Ele é muito sorridente, carinhoso e fala muito bem. Ele também interage com outras crianças, coisa que ele não fazia antes'', finaliza. (F.B.)

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