Dez anos contra o colesterol
Há mais de dez anos a professora aposentada Maria Luiza Carbonieri, de 63 anos, trava uma luta contra o colesterol. A prática de atividade física e uma alimentação rigorosamente controlada fazem parte da rotina dela. As visitas ao médico cardiologista são realizadas pelo menos duas vezes ao ano e a preocupação com a saúde é constante. "O meu pai tinha o colesterol alto e eu provavelmente herdei esta condição dele", comenta a professora.
A descoberta do problema veio acompanhada de um susto. "Eu estava sentindo tontura e muita falta de ar, fui ao neurologista que não identificou nenhuma alteração e me encaminhou ao cardiologista. Quando recebemos os exames de sangue, eu e o médico nos surpreendemos. O colesterol estava muito alto", afirma. Ela acrescenta que os exames foram repetidos em mais dois laboratórios diferentes, mas o resultado estava realmente correto.
O tratamento foi iniciado com o uso de medicação e a inclusão de hábitos saudáveis na rotina. Apesar disso, o colesterol de Maria Luiza ainda é um desafio. "Meu metabolismo não ajuda e meu organismo não responde bem à medicação", destaca. Por este motivo, a professora não deixa o cardiologista de lado. "Se eu não soubesse deste meu problema com o colesterol, provavelmente morreria de infarto. Hoje eu me cuido e faço todos os exames sempre que o médico encaminha", afirma.
Apesar do colesterol alterado, a professora leva uma vida ativa e garante que se sente muito bem. Para ela, as mulheres descuidam do coração. "Eu acho que as mulheres não têm esta preocupação. Percebo que para as minhas amigas a prevenção fica meio de lado e elas só se preocupam em buscar ajuda quando aparece algum sintoma", finaliza.(M.A.)




