Especialistas de países como Austrália, França e Alemanha vêm adotando uma estratégia que prevê a imunização de adolescentes, jovens adultos e principalmente familiares e profissionais da saúde que convivem com bebês.
No Brasil, a vacina contra a coqueluche está inserida somente no calendário vacinal infantil. A Sociedade Brasileira de Pediatria preconiza um terceiro reforço entre os 14 e 16 anos; e a Associação Brasileira de Imunizações (Sbim) recomenda o reforço para pré-adolescentes a partir dos 11 anos, adultos (principalmente os que convivem com bebês) e idosos.
Especialistas explicam também que futuras mães devem se vacinar, pois existe a transferência de anticorpos da mulher para o bebê. Quando a imunização não acontece antes da gravidez, é recomendável a vacinação da mãe no pós-parto.
A partir deste mês, a Sanofi Pasteur lança no Brasil, durante evento realizado em São Paulo, uma vacina (Adacel Quadra) com apenas uma dose, que oferece o reforço contra coqueluche, tétano, difteria e poliomielite. A nova vacina estará disponível em clínicas particulares e custa cerca de R$ 100. (F.B.)

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