Bi­cho geo­grá­fi­co


 É um mal de­cor­ren­te da con­ta­mi­na­ção pe­las fe­zes de ca­chor­ros e ga­tos em am­bien­tes co­mo a ­areia da ­praia. A con­ta­mi­na­ção ocor­re, por ­meio da pe­ne­tra­ção na pe­le de uma lar­va, prin­ci­pal­men­te no pé, po­den­do ocor­rer em ou­tras re­giões co­mo glú­teos, per­na ou mão. Um aler­ta aos ­pais com crian­ças que es­tu­dam em es­co­las e fre­quen­tam par­ques ou lu­ga­res que pos­suem tan­ques de ­areia é sa­ber se o lu­gar es­tá li­vre do con­ta­to com os ani­mais e co­mo é fei­ta a lim­pe­za lo­cal.

Can­di­día­se


  Não é uma doen­ça se­xual­men­te trans­mis­sí­vel, é uma in­fec­ção cau­sa­da por um fun­go, a Can­di­da sp, que po­de aco­me­ter o tra­to ge­ni­tal de ho­mens e mu­lhe­res. Es­te fun­go faz par­te da flo­ra va­gi­nal, po­rém, de­vi­do a al­te­ra­ções de ph, que­da da imu­ni­da­de e uso de an­ti­bió­ti­cos, po­de pro­li­fe­rar ex­ces­si­va­men­te, cau­san­do ir­ri­ta­ção e, no ve­rão, po­de ser ­mais fre­quen­te, por con­ta do ca­lor lo­cal.

Mi­co­ses


  Exis­tem al­gu­mas mi­co­ses que ha­bi­tam fa­cil­men­te a pe­le por cau­sa do con­ta­to com a ­areia da ­praia, pis­ci­na, no ­chão e na ­área de ba­nho, co­mo a friei­ra, que é cau­sa­da por fun­gos que se ins­ta­lam na re­gião dos ­vãos dos de­dos, na vi­ri­lha, re­gião in­fra­ma­má­ria (abai­xo das ma­mas). Se a pes­soa trans­pi­ra mui­to, é re­co­men­dá­vel tro­car as pe­ças de rou­pa, co­mo as ­meias e rou­pas ín­ti­mas.

Pi­ti­ría­se ver­si­co­lor


 Man­chas ge­ral­men­te de cor bran­ca su­per­fi­ciais na pe­le, co­muns nas cos­tas e nos bra­ços. São fun­gos que ha­bi­tam na pe­le e são per­ce­bi­dos quan­do a pes­soa to­ma sol, ­pois as man­chas fi­cam ­mais evi­den­tes e o bron­zea­do não atin­ge as ­áreas com­pro­me­ti­das.

Oti­te ex­ter­na


 É o no­me ge­né­ri­co pa­ra de­sig­nar as in­fla­ma­ções ou in­fec­ções que aco­me­tem as es­tru­tu­ras da ore­lha ex­ter­na, ou se­ja, pa­vi­lhão e ca­nal au­di­ti­vo ex­ter­no. São cau­sa­das, na maio­ria das ve­zes, pe­la ma­ni­pu­la­ção ina­de­qua­da de co­to­ne­tes e uma va­rie­da­de enor­me de ins­tru­men­tos que as pes­soas uti­li­zam pa­ra co­çar ou lim­par a ca­vi­da­de. A en­tra­da de ­água du­ran­te os ba­nhos nor­mais e de pis­ci­nas tam­bém po­dem le­var ger­mes ou ape­nas dei­xar o lo­cal úmi­do. Os sin­to­mas des­tas in­fla­ma­ções e in­fec­ções po­dem ser: pre­sen­ça de dor, que pio­ra com mo­vi­men­ta­ção do pa­vi­lhão, ca­lor no lo­cal e saí­da de se­cre­ção pe­lo ca­nal au­di­ti­vo.

  Fon­te: Es­pe­cia­lis­tas da Uni­ver­si­da­de Fe­de­ral de São Pau­lo (Uni­fesp).

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