Rio de Janeiro - Por causa do Dia Mundial do Rim, celebrado nesta última semana, a Associação Brasileira de Acupuntura do Rio de Janeiro (ABA-RJ) chamou a atenção para a falta de divulgação do governo federal para o equilíbrio de doenças renais crônicas com o auxílio do tratamento de acupuntura. A Associação Brasileira de Nefrologia (SBN) estima que cerca de 10 milhões de brasileiros são acometidos por doenças renais crônicas e número tende a aumentar.
Para o fisioterapeuta e especialista em acupuntura, Márcio de Luna, o tratamento alternativo ajudaria a diminuir a progressão da insuficiência renal crônica, evitando a hemodiálise.
''A acupuntura identifica se o paciente está com alguma doença renal pelo pulso, por meio da artéria radial ou pela língua. A partir do diagnóstico fazemos o tratamento nos pontos que ligam aos rins e prescrevemos medicamentos fitoterápicos. É possível relacionar a acupuntura ao acompanhamento médico'', disse Luna.
A acupuntura foi introduzida no Brasil por Frederico Spaeth em 1993. Ele é o fundador da Associação Brasileira de Acupuntura (ABA).

Grupos de risco
Pessoas com pressão alta, diabetes e obesidade fazem parte dos chamados grupos de risco para problemas renais. Casos da doença na família, idade superior a 50 anos e uso de remédio sem orientação médica também ampliam as chances de o problema ser diagnosticado.

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