Cada vez mais as pessoas estão buscando maneiras diversificadas de cuidar da saúde, seja através das especialidades médicas tradicionais ou de práticas alternativas.

A acupuntura é um desses tipos de tratamentos utilizados não apenas para curar os males físicos e as doenças emocionais, além de aumentar a resistência do organismo e a sua capacidade de se defender das doenças.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Acupuntura, médico cardiologista Evaldo Martins Leite, que já dedica 54 de seus 82 anos à prática, o indivíduo que se submete à acupuntura com regularidade goza de boa saúde e possui mais resistência a infecções. ''Se por algum motivo esta pessoa adoece, a recuperação é mais facilitada'', declarou o médico, que esteve em Londrina recentemente participando de um curso sobre o assunto.

O médico contou que na China antiga, os acupunturistas eram remunerados enquanto o paciente não adoecia. E orientou pacientes a fazerem acupuntura a cada mudança de estação. ''Nós estamos no meio de dois impactos energéticos, temos ligação com a Terra e o cosmos. É possível equilibrar a pessoa com quatro sessões por ano, a não ser que ela tenha algum problema específico que precise de mais atenção'', afirmou.

O objetivo da técnica não é tratar a doença, diz Leite, mas sim a pessoa como um todo, visando a prevenção de novas doenças, a recuperação da saúde e o equilíbrio geral do paciente.

Estes ítens são alcançados ao estimular pontos específicos do corpo com agulhas, laser, luz, eletricidade, imãs, calor e até sementes. ''A proposta é atingir pontos determinados, o profissional pode deformá-lo com calcadores, massageadores e outros objetos'', explica o cardiologista.

Leia a reportagem completa de Michelle Aligleri, em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

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