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                Leia as &#250;ltimas not&#237;cias de Londrina e do Paran&#225; no Jornal Folha de Londrina que desde 1948 informa com &#233;tica, qualidade e independ&#234;ncia editorial
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                        Jo&#227;o Bosco na TV Cultura neste domingo (16)
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                        <![CDATA[<p>Neste domingo (16), ao meio-dia, a TV Cultura exibe mais uma edição do Bem Brasil, ao vivo do Sesc Itaquera. O programa recebe João Bosco, um dos grandes nomes da música brasileira. Dono de uma obra que atravessa mais de cinco décadas, o cantor, compositor e violonista mineiro construiu uma trajetória marcada pela sofisticação musical, pela inventividade rítmica e por uma interpretação única, tornando-se referência para diferentes gerações de artistas e ouvintes.<p>Com uma linguagem musical singular, João Bosco reúne influências do samba, do jazz, do choro, dos ritmos afro-brasileiros e da música latino-americana. Seu violão, de extrema complexidade técnica, aliado à sua voz inconfundível e à riqueza de suas composições, consolidou um estilo absolutamente original dentro da MPB.<p>Ao longo da carreira, lançou dezenas de álbuns, realizou turnês pelos principais palcos do Brasil e do exterior e construiu um repertório que alia refinamento musical, poesia e forte conexão com a cultura brasileira. Além da parceria histórica com Aldir Blanc, colaborou com importantes nomes da música e da literatura, mantendo uma produção artística sempre relevante e em constante renovação.<p>Apresentado por Wandi Doratiotto, o programa conta ainda com a participação de Roberta Martinelli, que interage com o público ao longo da atração. Além da TV Cultura, a apresentação será exibida pelos canais digitais da emissora e pelo canal do Sesc São Paulo no YouTube. <p>* Com assessoria.]]>
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                        45&#170; Semana Liter&#225;ria do SESCPR termina neste domingo (16)
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                    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 15:46:51 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p>A programação da 45ª Semana Literária Sesc &amp; Feira do Livro, que tem como tema central “Tudo cabe na palavra”, termina neste domingo (16) com atrações variadas e gratuitas.  Nomes reconhecidos e premiados na literatura estão presentes na programação como Kaká Werá Jecupê e Kiusam de Oliveira.<p>Há também exposições, como Bagagem - 50 anos de uma obra que permanece em viagem, inspirada no livro de estreia de Adélia Prado, publicado em 1976. Há contação de histórias com Henrique Miotto Zolet, roda de conversa com Chico Santos, Maicksso Serrão e Suellen Estanislau, oficina de poesia com Amanda Damasio, oficina de mini livros para crianças,  entre outras atrações. <p>Confira alguns destaques do fim de semana:<p>No sábado (15), das 16h30 às 18 horas, as autoras Bruna Mitrano e Lubi Prates realizam o encontro “Tudo cabe na palavra”, no qual compartilham seus processos criativos e debatem como a poesia contemporânea é capaz de tencionar as fronteiras de raça, classe, gênero e território. Uma conversa profunda sobre a escrita que não apenas descreve o mundo, mas cria espaço para a própria existência.<p>Na mesma data, das 18 às 19 horas,  “Dar a mão a alguém foi o que sempre esperei da alegria” é um sarau cênico do ator e escritor Renato Forin Jr. sobre a vida e obra de Clarice Lispector. Forin convoca o público a uma autopercepção do estranho e “sobrenatural” gesto de estar vivo, bem como a uma comunhão com o próximo, aquele que cotidianamente “temos temido” – e a “isso consideramos a vitória nosso de cada dia”. As reflexões são feitas a partir da leitura de trechos de contos, romances, crônicas, cartas e outros materiais biográficos da escritora. <section class="table__leia-mais"><b>Leia mais:</b> <a href="/folha-2/joao-antonio-em-londrina-mais-uma-vez-3316753e.html" target="_blank" data-article-id="3316753" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Artigo-Destaque/3310000/100x85/joao-antonio-em-londrina-mais-uma-vez0331675300202608131620ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FArtigo-Destaque%2F3310000%2Fjoao-antonio-em-londrina-mais-uma-vez0331675300202608131620.jpg%3Fxid%3D6371789&amp;xid=6371789" border="0"><p>Folha 2<p>João Antônio em Londrina mais uma vez</a> <a href="/folha-2/exposicao-corpo-de-edson-godinho-segue-em-cartaz-na-casa-de-cultura-da-uel-3316759e.html" target="_blank" data-article-id="3316759" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3310000/100x85/exposicao-corpo-de-edson-godinho-segue-em-cartaz-n0331675900202608131642ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3310000%2Fexposicao-corpo-de-edson-godinho-segue-em-cartaz-n0331675900202608131642.png%3Fxid%3D6371852&amp;xid=6371852" border="0"><p>Folha 2<p>Exposição CORPO, de Edson Godinho, segue em cartaz na Casa de Cultura da UEL</a> <a href="/folha-2/contadora-de-historias-leva-pedro-malasartes-ao-sescpr-3316685e.html" target="_blank" data-article-id="3316685" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Artigo-Destaque/3310000/100x85/contadora-de-historias-leva-pedro-malasartes-ao-se0331668500202608111746ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FArtigo-Destaque%2F3310000%2Fcontadora-de-historias-leva-pedro-malasartes-ao-se0331668500202608111746.jpg%3Fxid%3D6371053&amp;xid=6371053" border="0"><p>Folha 2<p>Contadora de histórias leva Pedro Malasartes ao SESCPR</a></section><p>No domingo (16),  das 14h30 às 16h30, Rafael Silvaro media o bate-papo "Criar e existir pela literatura", com Paula Pimenta e Pedro Rhuas compartilham suas trajetórias, os desafios de dar vida a personagens inesquecíveis e como a literatura juvenil se tornou um espelho essencial para as novas gerações. Uma conversa íntima e inspiradora sobre o ato de escrever como forma de afeto e autodescoberta.<p>Outro bate-papo é "Literatura no front - Vozes urbanas", com Geovani Martins e José Falero, das 16h30 às 18 horas.  A mediação de Erica Paiva Rosa. Na ocasião, os autores também compartilham suas trajetórias e processos de criação. Geovani Martins e José Falero conversam sobre identidade, linguagem, violência e o poder das narrativas.<p>Das 18 às 19 horas é a vez do Espetáculo Teatral: "Menino João - Encantador de palavras", com Cia. TPK. Baseado na vida e obra de João Guimarães Rosa, o espetáculo que mistura teatro, música e elementos de bonecos em uma narrativa sensível e imaginativa, conta a história de um menino curioso, sonhador e apaixonado pelas palavras.<p>SERVIÇO <p>45ª Semana Literária Sesc &amp; Feira do Livro<p>Quando:  sábado (15) e domingo (16)<p>Onde: Sesc Cadeião- Rua Sergipe, 52<p>Programação completa:  www.sescpr.com.br/semanaliteraria/programacao/?t_cidade=londrina]]>
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                        <![CDATA[<p>A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a campanha Agosto Laranja para a conscientização sobre a esclerose múltipla (EM), uma doença de causas desconhecidas, sem cura e que atinge pessoas em todo o mundo. A ação é um movimento nacional para ajudar na desmistificação da doença e auxiliar no diagnóstico precoce.<p>Trata-se de uma doença neurológica, crônica e autoimune. As células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares.<p>A EM causa um processo inflamatório que pode atingir diversas partes do sistema nervoso central. Quando não tratada, a pessoa apresenta piora de sintomas em diferentes momentos da vida, como inflamações atingindo áreas do cérebro, nervos ópticos e medula espinhal (sistema nervoso central).<p>Embora as causas sejam desconhecidas e não ter cura, a esclerose múltipla é foco de estudos e tem mapeada sua maior incidência entre pessoas de 20 a 50 anos, de ambos os sexos.<section class="table__leia-mais"><b>Leia mais:</b> <a href="/saude/conheca-as-condicoes-que-permitem-auxilio-e-aposentadoria-sem-carencia-3316779e.html" target="_blank" data-article-id="3316779" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3300000/100x85/cambe-amplia-atendimento-de-criancas-com-sindromes0330438100202605271754ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3300000%2Fcambe-amplia-atendimento-de-criancas-com-sindromes0330438100202605271754.jpg%3Fxid%3D6372013&amp;xid=6372013" border="0"><p>Saúde<p>Conheça as condições que permitem auxílio e aposentadoria sem carência</a> <a href="/saude/com-reducao-no-estoque-banco-de-leite-do-hu-divulga-cadastro-de-doadoras-3316431e.html" target="_blank" data-article-id="3316431" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Artigo-Destaque/3310000/100x85/com-reducao-no-estoque-banco-de-leite-do-hu-divulg0331643100202608031724ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FArtigo-Destaque%2F3310000%2Fcom-reducao-no-estoque-banco-de-leite-do-hu-divulg0331643100202608031724.jpg%3Fxid%3D6368421&amp;xid=6368421" border="0"><p>Saúde<p>Com redução no estoque, Banco de Leite do HU divulga cadastro de doadoras</a></section><b><span>Sintomas triviais</span></b><p>Os sintomas podem ser triviais. Por isso, a importância de estar atento e buscar atendimento – entre eles, fadiga intensa, depressão, fraqueza muscular, alteração do equilíbrio da coordenação motora, dores articulares, disfunção intestinal e da bexiga. Mais de 40% das pessoas com EM também sofrem de dor crônica. Surtos ou ataques agudos podem ser controlados com medicamentos.<p>Dados da Sesa-PR apontam que, em 2025, foram atendidas 321 pessoas com a doença no Paraná. Neste ano, até o mês de maio, 103. O Brasil apresenta uma ocorrência média de 8,69 casos por 100.000 habitantes, e, assim como no mundo, varia de acordo com a região. Ela é menor no Nordeste (1,36 por 100 mil habitantes) e maior na região Sul (27,2 por 100 mil habitantes).<p>As pessoas com os sintomas devem buscar atendimento nas Unidades Básicas de Saúde para o diagnóstico e, no caso de confirmação, iniciar o tratamento, que é feito por um especialista de neurologia. O tratamento atual, por meio do SUS, possibilita, além do controle dos surtos, evitar ou reduzir efeitos da doença como retenção urinária, dificuldade de fala e locomoção. (Com informações da Agência Estadual de Notícias)]]>
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                        Da Reda&#231;&#227;o
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                        Por que escrevemos?
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                        Mais do que “criar um mundo dentro do mundo”, escrever &#233; uma forma de transcender a realidade...</description>
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                        <![CDATA[<p>De vez em quando me deparo com temas recorrentes. Frutos das sincronicidades, eles se repetem nas conversas, nas leituras, nas mensagens enviadas por algum amigo. Tudo parece convergir para que eu reflita sobre eles e não resta nada a fazer a não ser ceder aos caprichos de um estranho deus que vem me soprar essas ideias.<p>Ontem de manhã conversava com um jovem escritor paulistano, autor de porradas criativas, abrindo janelas para realidades sofridas e sujas, retratos crus do cotidiano feitos por um tipo urbano, “achado e perdido” na Grande São Paulo, e que sabe mapear becos e desvios, não só da cidade, mas das pessoas, com precisão cirúrgica de sentimentos.<p>O autor rebelde, atrevido e realista é um “outsider” que diz que gosta do que escrevo. Da poética feminina, dos sentidos suspensos, das minhas emoções sem saída. Assim, nos entendemos dentro de um paradoxo de formas e conteúdos, onde o que vale é a intenção criativa.<p>Ontem, num papo rápido, surgiu a tentativa de compreender por que escrevemos. Pessoas tão diferentes e tão iguais, quando o assunto é o rito xamânico das letras que dançamos a cada dia. Dissemos quase simultaneamente – um ainda desconhecendo a resposta do outro -, que escrevemos para sair do sufoco, registrar nossa percepção do mundo e que esse jogo só vale se houver sinceridade, porque a finalidade da escrita não é fazer pose.<p>Saber por que escrevemos é um tema que me rondava há tempo. Lembro-me de um ensaio de Enrique Vila-Matas sobre a escritora francesa Marguerite Duras. Ele jogava luz sobre a obra de uma autora que viveu quase exclusivamente na companhia dos seus textos, criando um mundo dentro do mundo. Nesta proposta eu antevia uma parte da resposta para a pergunta perturbadora: Por que escrevemos? E creio mesmo que mais do que “criar um mundo dentro do mundo”, escrever é uma forma de transcender a realidade, tentando decifrar a ilegibilidade da própria existência.<p>Duras gostava de ficar num espaço que batizou de “a casa da escrita”, onde criou muitos de seus livros e roteiros cinematográficos. E se alguém ainda está se perguntando quem é essa autora, é só lembrar que é dela o romance “O Amante”, levado ao cinema sob a direção de Jean-Jacques Annaud. Os repetitivos canais de TV às vezes o exibem em noites de bom gosto.<p>A roteirista e escritora talentosa criava, entre outras coisas, expressões inusitadas. É dela a frase “a mosca escreve”, uma alusão ao extremo silêncio e solidão do universo de quem se debruça sobre as palavras e encontra uma nova maneira de enxergar a realidade.<p>“A mosca escreve”. Desse isolamento nascem tantas falas, tantos personagens, tantos enredos que é possível recriar a vida escrevendo histórias. E recriar a vida significa transcendê-la, rompendo os becos das circunstâncias, fazendo desvios para escoar emoções, experimentando uma nova leitura de nós mesmos inseridos no grande mistério da existência.<p>Clarice Lispector, outra autora que admiro, foi pródiga em recriar situações orgânicas, psicológicas, cosmogônicas, incorporando através desses códigos uma possível compreensão do mundo infinito que se abre dentro de cada ser. Seus personagens transformam-se em estrela ou são capazes de ver o luxo nas patas de uma aranha peluda. Inusitado mundo, inusitada sensibilidade, inusitada dor.<p>Então, disse ao meu amigo que escrever é um mergulho de onde às vezes saímos quase afogados. Mas os náufragos desta experiência conseguem também alcançar a margem e isto é tão somente a salvação.<p>* Crônica publicada no livro "A Cidade na Retina" (Editora Atrito Arte - 2024)]]>
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                        Celia Musilli
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                        Grande constru&#231;&#227;o brasileira feita apenas de palavras
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                        <![CDATA[<p>O poema Operário em Construção, de Vinicius de Moraes, começou a redimir a quase ausência e cultivar a presença de trabalhadores na poesia brasileira, o que se consagra na música Construção, de Chico Buarque. É toda em rimas proparoxítonas ou esdrúxulas, como pomposamente no Hino Nacional (“margens plácidas”, “raios fúlgidos” etcétera). Esse tipo de rimas foi popularizado pela satírica música A Morte Trágica de Angélica (“Morreu Angélica /de um modo lúgubre”...), mas Chico não dá a tais rimas tratamento pomposo ou jocoso, mas sim dignamente trágico, acompanhando o dia de um operário desde sua casa até seu trabalho, com uma sequência de visões ou cenas como se num filme:<p>“Amou daquela vez como se fosse a última / beijou sua mulher como se fosse a última / e cada filho seu como se fosse o único / e atravessou a rua com seu passo tímido // Subiu a construção como se fosse máquina / ergueu no patamar quatro paredes sólidas / tijolo com tijolo num desenho mágico / seus olhos embotados de cimento e lágrimas”.<p>São versos de doze sílabas, os mais nobres da arte poética, muito usados para grandes temas ou exaltações, mas aqui focando rotina e alegre pobreza: “Sentou pra descansar como se fosse sábado / comeu feijão co´arroz como se fosse um príncipe / bebeu e soluçou como se fosse um náufrago / dançou e gargalhou como se ouvisse música / e tropeçou no ar como se fosse um bêbado”.<p>A construção civil é grande geradora de empregos e também de acidentes de trabalho, e nessa construção poética o acidente é focado com a mesma linguagem trágico-mágica: “E flutuou no ar como se fosse um pássaro / e se acabou no chão feito um pacote flácido / agonizou no meio do passeio público / morreu na contramão atrapalhando o tráfego”.<p>A partir daí, a letra vai trocando as rimas entre os versos, de modo que o filho “único” torna-se “pródigo”, como torna-se “bêbado” o passo “tímido”, as paredes “sólidas” passam a ser “mágicas” e comer feijão com arroz passa a ser “o máximo”. E “bebeu e soluçou como se fosse máquina”, como “dançou e gargalhou como se fosse o próximo” (o próximo a se acidentar?), e “tropeçou no céu como se ouvisse música” para morrer “atrapalhando o público”.<p>Essa cambiância ou troca-troca, como diria o caboclo, acaba sugerindo uma crítica ácida ao menosprezo tácito ou concordância implícita com o (felizmente decrescente) sacrifício usual dos trabalhadores na construção civil, com taxas de mortes ou ferimentos sempre previstos nas estimativas anuais. Chico contrapõe a essa visão conformática a visão marxista de valorização do operariado. Se, conforme o poeta Drummond de Andrade, de tudo fica um pouco, apesar do fracasso do marxismo socialista em todos os países onde foi instalado, dele ficou esse reconhecimento do valor humano dos trabalhadores, a serem vistos não apenas como peças apenas usáveis e descartáveis, mas como cidadãos merecedores de apreço público e direitos civis efetivos, essenciais na construção das civilizações.]]>
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                        Domingos Pellegrini
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                        Trigo enfrenta queda na produ&#231;&#227;o, custos altos e incertezas no Paran&#225;
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                        Menor produ&#231;&#227;o nacional, aumento dos custos e depend&#234;ncia de importa&#231;&#245;es pressionam a cadeia. No Estado a previs&#227;o &#233; de d&#233;ficit de 1,4 milh&#227;o de toneladas...</description>
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                        Folha Rural
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                        <![CDATA[<p>A produção de trigo no Paraná chega à safra de 2026 com um cenário de redução da área plantada, custos elevados, menor oferta nacional e preocupação com a qualidade dos grãos por causa das condições climáticas previstas para o período de colheita. Ao mesmo tempo, a menor disponibilidade do cereal deve aumentar a necessidade de importações e pressionar os preços.<p>Durante a 9ª edição do Café Moageiro, realizada no dia 11 de agosto, em Londrina, e promovida pelo Sinditrigo-PR (Sindicato da Indústria do Trigo do Paraná), o analista da Safras &amp; Mercado, Élcio Bento, afirmou que a redução da área plantada é resultado do desestímulo à cultura. Entre os fatores apontados por ele estão os custos elevados, o endividamento dos produtores e a existência de alternativas mais atrativas, como, por exemplo, a cevada e o milho safrinha.<p>O gerente de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Flávio Turra, destaca que o Brasil, que já chegou a produzir 10 milhões de toneladas de trigo, tem estimativa de colher cerca de 6 milhões de toneladas nesta safra. Para ele, a redução de aproximadamente 4 milhões de toneladas preocupa toda a cadeia produtiva.<p>No Paraná, a estimativa é de produção de 2,4 milhões de toneladas. A moagem estadual é de aproximadamente 3,8 milhões de toneladas, o que gera um déficit de 1,4 milhão de toneladas. A diferença entre produção e consumo aumenta a dependência do mercado externo.<p>A Argentina aparece como uma das principais alternativas de fornecimento. Porém, a próxima safra argentina só começa a entrar no mercado a partir de dezembro. Até lá, a disponibilidade de trigo importado é mais restrita. Segundo Turra, o Brasil normalmente exporta entre 1 milhão e 1,5 milhão de toneladas e poderá precisar reduzir essas exportações para atender ao mercado interno.<p>Além da quantidade produzida, a qualidade do trigo é outro ponto de atenção nesta safra. As primeiras lavouras colhidas no Norte do Paraná apresentam qualidade, segundo Paloma Venturelli, presidente do Sinditrigo-PR.<p>O problema está na possibilidade de chuvas durante a colheita. A maior parte da safra deve começar a ser colhida no início de setembro. O excesso de umidade pode comprometer a qualidade dos grãos. Bento explica que, quando o trigo perde as características necessárias para seu destino principal, a produção pode deixar de ser utilizada para farinha e ser direcionada, por exemplo, para ração.<p>“Quem tiver trigo, e trigo de boa qualidade, vai poder aproveitar um mercado bom”, afirma o analista. Para ele, a principal questão para o produtor não será a existência de mercado, mas a qualidade do trigo colhido.<p>Venturelli também aponta preocupação com o nível de investimento realizado nas lavouras. Segundo ela, a redução dos investimentos em manejo do solo e nas cultivares pode contribuir para uma queda na qualidade. Por isso, a indústria acompanha com atenção tanto a produção brasileira quanto a próxima safra argentina.</p><b>Preços podem subir, mas custos reduzem margem</b><p>O cenário de menor oferta tende a favorecer a valorização do trigo. O analista Elcio Bento avalia que a perspectiva para o próximo ano é de preços mais altos, principalmente porque o Paraná precisará recorrer ao mercado internacional.<p>A análise da Faep (Federação da Agricultura do Estado do Paraná) aponta que a produção mundial e os estoques finais da safra 2025/26 estão menores do que a safra anterior. A produção mundial é projetada em 819,97 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais devem ficar em 272 milhões de toneladas. A guerra entre Rússia e Ucrânia também continua influenciando o mercado.<p>No Brasil, a dependência das importações aumenta o impacto das cotações internacionais e do câmbio sobre os preços internos. O país importa 58% do trigo que consome, segundo Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico da Faep.<p>No Paraná, o preço médio, no dia 11 de agosto, era de R$ 74,78 por saca de 60 quilos. O valor estava 1% abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior, quando a cotação média de agosto havia sido de R$ 75,55 por saca.<p>Apesar da possibilidade de alta, os produtores não necessariamente terão uma melhora proporcional nas margens. Segundo a Faep, os preços estão praticamente nos mesmos níveis do ano passado, enquanto os custos de produção continuam elevados.<p>O aumento dos fertilizantes e de outros insumos, associado aos conflitos internacionais, pressionou os custos da cultura.<p>Bento cita a ureia entre os insumos que ficaram mais caros após a guerra na Ucrânia. O produtor precisa de mais trigo para pagar os mesmos produtos utilizados na lavoura. “Se ele vai conseguir uma margem larga, aí é o custo de produção que vai dizer o tamanho dessa margem”, afirma o analista.<p>O cenário de custos e rentabilidade tem levado agricultores a buscar alternativas ao trigo. Segundo Ana Paula Kowalski, houve migração expressiva de áreas para cevada, que conta com fomento à produção, e para aveia destinada à produção de grãos ou à cobertura do solo.<p>Para o analista da Safras &amp; Mercado, o produtor que colher trigo de boa qualidade pode ter uma oportunidade interessante de venda imediatamente após a colheita, antes da entrada da nova safra argentina no mercado. Ele avalia que o risco de manter o trigo armazenado é elevado.<p>“Uma estratégia possível seria vender parte da produção logo após a colheita, especialmente no caso de trigo de boa qualidade, e evitar custos financeiros e de armazenamento”, afirma.<p>Indústria também enfrenta pressão<p>Para a indústria, a menor oferta nacional representa aumento da dependência do trigo importado. Paloma Venturelli, presidente do SindiTrigo, afirma que o setor enfrenta um cenário desafiador, com custos maiores de frete marítimo e interno.<p>O aumento do petróleo e as questões relacionadas à guerra elevaram o frete marítimo. No mercado interno, o frete também aumentou em razão da tabela da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Os custos atingem não apenas a chegada do trigo aos moinhos, mas também o escoamento do farelo e da farinha.<p>Segundo Venturelli, a indústria não tem conseguido repassar integralmente esses aumentos ao consumidor. Embalagens e fretes também ficaram mais caros, enquanto as empresas buscam manter competitividade e rentabilidade.<p>“É um ano de olharmos da porteira para dentro. O que nós podemos fazer para melhorar, sermos mais eficientes e garantir a competitividade e a rentabilidade das empresas”, afirma.<p>Diante da dependência das importações, representantes da cadeia produtiva defendem medidas para estimular a produção nacional. Venturelli afirma que o setor discute formas de incentivar produtores e cooperativas e busca soluções para garantir o abastecimento.</p><b>Produtor reduz área plantada</b><p>O produtor rural Darci Bassi, que mantém áreas agrícolas em Wenceslau Braz, Japira (Norte Pioneiro) e Jaguariaíva (Campos Gerais), reduziu em cerca de 40% a área destinada ao cultivo de trigo neste ano. Ele plantou cerca de mil hectares.<p>Ele cultiva o grão desde o começo da década de 1970 e afirma que os últimos três anos estão entre os mais difíceis para o trigo, principalmente por causa dos custos de produção e das condições de mercado. “O aumento do custo foi bastante. O custo está muito difícil. Eu acho que é uma cultura que a gente vai parar, porque o trigo é de muito risco”, declara o produtor.<p>Segundo Bassi, na safra deste ano o custo de produção chegou a quase 70 sacas de trigo por hectare. Mesmo em áreas com boa produtividade, a margem fica comprometida. Outro problema, segundo ele, é a dificuldade de obter qualidade adequada do grão, especialmente em um ano marcado por grande volume de chuvas.<p>O produtor pretende iniciar a colheita na primeira quinzena de setembro. Mas, com o avanço do El Niño, Bassi teme que o excesso de chuva possa prejudicar a colheita e a qualidade do trigo. “É bastante risco de chuva. Vai ser um ano muito diferente. Os outros anos tinham uma qualidade boa, era pouca chuva. Este ano, a gente está muito, muito preocupado”, afirma. Segundo ele, a chuva tem impacto direto na qualidade do grão.<p>Além dos custos elevados, o produtor reclama da dificuldade de recuperação dos preços do trigo. Bassi conta que, tradicionalmente, procurava vender parte da produção em março, período de entressafra em que esperava melhores cotações. Mas o mercado não tem se mostrado favorável à espera para vender.<p>“A gente sempre gosta de vender em março. No mês de março sempre dava uma melhora [no preço], mas agora faz uns três anos que parece que, quanto mais se espera, pior fica”, avalia o produtor.<p>Parte da produção da safra passada ainda está armazenada, à espera de melhores condições de comercialização. O produtor possui estrutura própria para armazenagem e comercializa o trigo diretamente com moinhos para reduzir custos.<p>Para o próximo ano, Bassi está pensando em parar de plantar trigo. “A gente deve mexer com sorgo, pensar um pouco na canola também. Canola parece que dá mais resultado”, diz o produtor.]]>
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                        Aline Machado
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                    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:00:07 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p>O Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) lançou nesta quinta-feira (13) uma experiência imersiva: um óculos de realidade virtual que simula a passagem de um tornado. A novidade orienta o usuário a seguir um passo a passo de segurança, como fechar portas e janelas e desligar o disjuntor de energia, durante o evento climático. <p>O óculos foi lançado oficialmente em Cambé, na Região Metropolitana de Londrina, e em Palotina, no Oeste Paranaense, na Carreta da Inovação, em parceria com a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial. Em Cambé, centenas de alunos de escolas municipais e estaduais puderam acompanhar em primeira mão a simulação da passagem de um tornado e, na sequência, testar, na prática, os óculos.<p>Presente no lançamento, Paulo de Tarso, diretor-presidente do Simepar, cita que, neste ano, pelo menos 10 tornados já foram registrados no Paraná. Os mais recentes foram em Candói, no oeste, e em Piraí do Sul, nos Campos Gerais, Odeixando casas destruídas e pessoas desabrigadas. <p>Tarso explica que o Simepar vem atuando em duas frentes, sendo a primeira na previsão desses eventos climáticos, com alertas diretos à população. Entretanto, mesmo com equipamentos de alta tecnologia, ele esclarece que, dificilmente, a previsão antecede 5 ou 6 minutos antes de o tornado atingir determinada localidade. <p>Segundo ele, mesmo Oklahoma, nos Estados Unidos, estado frequentemente atingido por tornados, a previsão não consegue ser superior a esse período de tempo. “O que nós conseguimos é prever que vamos ter naquele momento células importantes que vão propiciar uma condição que pode levar ao tornado”, explica, reforçando que a formação, de fato, de um tornado não é possível de ser prevista com mais de 5 minutos de antecedência.<p>O tornado mais forte a atingir o Paraná nos últimos anos foi registrado em Rio Bonito do Iguaçu no dia 7 de novembro de 2025. Os ventos chegaram a 418 quilômetros por hora, atingindo a categoria F4 na Escala Fujita. De acordo com o Simepar, o tornado destruiu cerca de 90% da cidade de quase 14 mil habitantes. O evento climático deixou 6 pessoas mortas e mais de 700 feridos. <p>A segunda frente de atuação do Simepar, de acordo com o diretor-presidente, é a preparação e orientação da população, permitindo com que as pessoas sejam mais resilientes a eventos climáticos extremos, como tornados e vendavais, cada vez mais constantes no Paraná. <p>Em relação ao que fazer durante a passagem de vendavais ou até mesmo de um tornado, o especialista explica que, em primeiro lugar, a população deve ficar atenta aos canais seguros de informação, como o Simepar e a Defesa Civil, e aos alertas disparados nos celulares pelo órgão quando há previsão para eventos dessa magnitude.<p>Paulo de Tarso orienta que as pessoas devem procurar o local mais estruturado de casa para permanecer durante a passagem do tornado, sendo geralmente o banheiro. Outra orientação é se afastar de árvores ou outras instalações que podem cair com a força dos ventos, causando acidentes graves. <p>Os óculos de realidade virtual que simulam a passagem de um tornado vem de encontro com essas orientações. Na experiência imersiva, o usuário está dentro de uma residência prestes a ser atingida por um tornado e precisa tomar algumas precauções antes que os ventos cheguem. <p>Primeiro, ele deve ir até o quarto para pegar o celular e receber as orientações da Defesa Civil. Na sequência, precisa fechar todas as portas e janelas e, também, desligar o disjuntor de energia, evitando a possibilidade de choques elétricos. Durante a passagem do tornado, o usuário precisa ficar escondido em um local seguro da casa. Ao final, é possível ver que cômodos como a sala e a cozinha ficaram totalmente destelhados.<p>O diretor-presidente do Simepar explica que os óculos são ferramentas voltadas, principalmente, para as crianças e adolescentes, já que, em caso de eventos climáticos extremos, podem repassar essas informações para as famílias. <p>Ele destaca que a experiência é interativa, a fim de chamar a atenção dos pequenos, e o objetivo é criar, a partir deste modelo, outras imersões, como em situações de enchentes e enxurradas. “Esse é o primeiro de muitos que nós queremos ter para preparar a população para um momento de evento extremo."]]>
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                        Tornado em Pira&#237; do Sul alerta para fragilidades no Paran&#225;
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                        <![CDATA[<p>O tornado que atingiu o município de Piraí do Sul, no último dia 8 de agosto, chamou a atenção para a capacidade de resposta daquela região frente a eventos climáticos extremos. Segundo avaliação do Progov (Programa de Avaliação de Contas Municipais de Governo), do TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado do Paraná), apenas seis dos 19 municípios dos Campos Gerais apresentam uma estrutura considerada adequada para enfrentar desastres desse tipo, ou seja, 68% das cidades analisadas estão em situação de vulnerabilidade.<p>A análise da estrutura da Defesa Civil dos 19 municípios cruzou os quatro indicadores originalmente solicitados – servidores efetivos, sistema de alerta, avaliação do plano de contingência e existência do plano – com os quatro indicadores adicionais solicitados: gerador elétrico, veículo para áreas remotas, telefone exclusivo e sala própria equipada.<p>Para a avaliação das políticas públicas ambientais, cada município recebeu um questionário com mais de 200 perguntas que deveriam ser respondidas com “sim” ou “não”, sendo 29 questões específicas sobre a estrutura da Defesa Civil. A partir do cruzamento dos dados, o Tribunal dividiu as prefeituras dos Campos Gerais em três níveis de prontidão: estruturados, com 60% ou mais de itens atendidos; parciais, com atendimento entre 35% e 59%, e críticos, abaixo de 35%. É importante ressaltar que esse retrato é feito com base na realidade de 2025 e como a análise do Progov pode resultar na emissão de parecer prévio pela irregularidade ou com ressalvas nas contas dos prefeitos, neste ano, muitos gestores começaram a investir na estruturação.<p>A tabela elaborada pelo TCE-PR mostrou uma situação preocupante na prevenção e na capacidade de atendimento às vítimas de desastres. Enquanto um pequeno núcleo demonstrava relativo preparo, a grande maioria das cidades não estava prevenida para atender às ocorrências de emergência climática, pecando justamente nos pontos mais críticos, que são alertas antecipados, mobilidade em áreas rurais e sistemas de energia de reserva.<p>Entre os 19 municípios dos Campos Gerais, receberam a classificação de estruturados Carambeí, Palmeira, Porto Amazonas, Reserva, Arapoti e Telêmaco Borba. Cabe salientar que em nenhum dos seis o índice de preparo chegou a 100%. A melhor estrutura foi observada em Carambeí, com 76% dos requisitos atendidos.<p>Outros sete municípios foram classificados como parcial. Nessa lista estão incluídos Tibagi, Ivaí, Ponta Grossa, Ortigueira, Castro, Sengés e Piraí do Sul, que no tornado do último final de semana teve 45 imóveis danificados e contabilizou 35 pessoas desalojadas. Segundo a avaliação do TCE-PR, o município atendia a 48% dos requisitos até o ano passado.<p>Em situação crítica foram considerados os municípios de Ventania, Curiúva, Jaguariaíva, São João do Triunfo, Ipiranga e Imbaú. Ventania teve 31% dos itens atendidos, o maior percentual desse grupo, e Imbaú respondeu “não” a todos os questionamentos do Tribunal relacionados à Defesa Civil e zerou a pontuação.<p>Entre os gargalos operacionais identificados nos Campos Gerais, estão a falta de gerador elétrico próprio, presente em apenas dois municípios, simulados de alerta, realizados somente por quatro cidades, e o plano de recuperação pós-desastre, documento formalizado apenas em duas das 19 cidades.<p>A realidade enfrentada em Piraí do Sul durante o atendimento às vítimas do tornado de sábado refletiu as lacunas apontadas na análise do Progov. Em 2025, o município afirmou não possuir sistema próprio de alerta prévio, estação meteorológica, veículos adequados para acesso a áreas remotas e geradores elétricos de emergência. Carências que coincidiram com as principais dificuldades operacionais relatadas pelas equipes de resgate e assistência às vítimas no último final de semana.<p>Na terça-feira (11), o prefeito de Piraí do Sul, Henrique Carneiro (PL), decretou situação de emergência no município com o objetivo de acelerar a recuperação das áreas afetadas pelo tornado. Os ventos ultrapassaram os 250 quilômetros por hora. Somente nas atividades de agricultura e pecuária, o prejuízo estimado pela Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento foi de R$ 10 milhões.<p>“A Defesa Civil é um braço da adaptação climática de um município. Então, diante de todos esses cenários de mudanças climáticas, o município ter uma Defesa Civil estruturada vai refletir na capacidade de adaptação dele, que é uma das diretrizes dos planos de adaptação climática”, disse a auditora de Controle Externo do TCE-PR, Alcione Bertol.<p>A FOLHA procurou a Prefeitura de Piraí do Sul, mas até o fechamento desta edição, não obteve resposta.<p>Em Imbaú, a assessoria de comunicação da prefeitura informou que até 2025 havia apenas a formalização da Defesa Civil, sem uma estrutura física. Mas a partir deste ano, foi criado um plano de contingência, um gabinete de crise foi montado e há uma força-tarefa atuante.<p>Uma dificuldade apontada pelo município é a total dependência regional. Embora tenha sido emancipada há quase 31 anos, Imbaú ainda utiliza a infraestrutura de Telêmaco Borba, a cerca de 25 quilômetros de distância. Com uma população de aproximadamente 15 mil habitantes, a cidade não possui delegacia da Polícia Civil, batalhão próprio da Polícia Militar, apenas dois efetivos, nem Corpo de Bombeiros. No município também não há hospital e a única UPA (Unidade de Pronto Atendimento) não tem gerador elétrico.<p>“Com o decreto do governo do Estado e uma lei municipal sancionada para compra direta, o município está adquirindo equipamentos essenciais sem o entrave da burocracia”, afirmou a assessoria de comunicação da prefeitura. Alguns já foram comprados, mas a maioria ainda está em processo de aquisição e a expectativa é que estejam prontos para uso até o final do mês que vem, quando os serviços de meteorologia preveem a intensificação dos efeitos do El Niño, com o aumento da ocorrência de tempestades, vendavais e possibilidade de novos tornados.<p>Entre os equipamentos, estão ferramentas básicas, como motosserra, picaretas e rádios comunicadores, itens de primeiros socorros e máquinas e veículos mais caros, como um gerador de energia para a UPA, caminhões-pipa, veículos 4x4, caminhão Munck, equipado com guindaste hidráulico para cargas pesadas, e até banheiros químicos.<p>O município também trabalha no mapeamento de áreas de risco e na identificação de abrigos temporários. Um projeto prevê a implementação de um sistema de sirenes de alerta, protocolo para suspensão das aulas quando os ventos ultrapassarem os 60 quilômetros por hora, distribuição de seis mil cartilhas educativas em escolas e residências e treinamentos com o Corpo de Bombeiros. A prefeitura não soube estimar o valor total a ser investido, mas adiantou que serão empregados recursos próprios e do governo estadual.<p>As condições climáticas se tornaram uma preocupação cada vez maior para a administração de Imbaú, a quarta cidade mais alta dos Campos Gerais, inserida em um corredor de tornados. “Nos últimos meses, já registramos destelhamentos, quedas de barreiras e árvores e a formação de tornados na zona rural”, comentou a assessoria de comunicação.<p>Geógrafo e pesquisador da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Pedro Fontão lembrou que ter um plano de gestão de riscos é essencial não apenas para as regiões que sofrem com os tornados, mas para qualquer município, uma vez que todos estão sujeitos a sofrerem eventos climáticos extremos, com consequências como alagamentos e deslizamentos. “A população precisa saber lidar com esse tipo de evento, saber reconhecer, saber tomas as devidas precauções. A Defesa Civil tem que estar preparada, devidamente treinada e inserida nas comunidades.”<h1><span>Avaliações facilitam controle social e transparência</span></h1><p>Criado pelo TCE-PR para modernizar a fiscalização das contas públicas, o Progov vai além da análise de balanços financeiros tradicionais. Desde 2022, o Tribunal, por meio do programa de avaliação, já analisava as áreas de assistência social, saúde, educação, administração financeira, previdência social e transparência e relacionamento com o cidadão. Em 2025, foram incorporadas as áreas de meio ambiente e aquisições.<p>Cerca de 32 mil agentes públicos respondem aos questionários do TCE-PR informando sobre as políticas públicas praticadas em diferentes áreas, como educação, saúde e assistência social. Somente na área ambiental são cerca de dois mil servidores municipais e uma centena de critérios avaliados.<p>A avaliação da eficácia de políticas públicas nas prestações de contas anuais dos prefeitos foi uma inovação introduzida no TCE-PR pelo Progov. Com a mudança, o parecer do Tribunal sobre as contas dos prefeitos vai além do balanço financeiro e orçamentário, passando a avaliar diretamente a qualidade e a eficácia dos serviços entregues à população.<p>A medida visa orientar a gestão pública e reforçar a fiscalização pelo cidadão. Desde a análise do ciclo de 2023, prefeituras que registrarem queda no desenvolvimento de suas políticas públicas correm o risco de ter as contas julgadas irregulares ou aprovadas com ressalvas. Os dados são públicos e podem ser consultados dentro do portal do TCE-PR (www.tce.pr.gov.br), clicando no item “Progov”, inserido em “Destaques”.<h1><span>Mais de 200 cidades no PR não estão preparadas para desastres climáticos</span></h1><p>Em julho deste ano, resultado preliminar do levantamento realizado pelo Progov junto às prefeituras apontou que mais da metade dos 399 municípios paranaenses não possuem estrutura física para enfrentar desastres climáticos. <p>Entre os dados obtidos a partir de questionários respondidos por todas as 399 prefeituras paranaenses, o Tribunal apurou que 68,17% das cidades não possuem servidores dedicados exclusivamente às atividades de Defesa Civil. Além disso, 60,9% não dispõem de estrutura física de trabalho para o órgão, como sala equipada com mesas, cadeiras e computador de uso exclusivo com acesso à internet, e em 50,68% dos municípios, não há veículo capaz de acessar áreas remotas.<p>O levantamento apontou ainda que 55,64% das cidades do Estado não têm um contato telefônico exclusivo para atendimento ao cidadão e 70,93% não contam com sistema próprio de alerta de riscos para alcançar toda a população, como carros de som, megafones, rádios, grupos de WhatsApp ou similares. Os dados referem-se ao ano de 2025.<p>No ano passado, segundo os dados coletados do Cedec (Sistema Informatizado de Defesa Civil, da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil), ocorreram 574 desastres no Paraná, os quais afetaram 246 municípios – mais da metade do total – atingindo 292.237 pessoas e resultando em 27 mortes.<p>Segundo a auditora de Controle Externo do TCE-PR, Alcione Bertol, os dados referentes a 2025, primeiro ano de avaliação das políticas ambientais, não sujeitam os municípios a nenhum tipo de sanção e servem como padrão de comparabilidade para os próximos anos. Mas a Corte exige que os municípios evoluam de um ano para outro com base em valores definidos em uma Instrução Normativa. “Tem que aumentar essa nota. Tem que fazer ações para que possa melhorar essa situação porque senão tem uma consequência.”<h1><span>O ‘Corredor de Tornados’ no Sul do Brasil</span></h1><p>Uma grande região que abrange o Noroeste do Rio Grande do Sul, o Oeste de Santa Catarina, os Campos Gerais e Oeste do Paraná e o Oeste de São Paulo, se estendendo também à Bacia do Rio da Prata, que além de parte do Brasil inclui Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, é chamada de “Corredor de Tornados” e integra a segunda área com maior incidência desses fenômenos climáticos no mundo, atrás apenas do centro-sul dos Estados Unidos.<p>Especificamente no Paraná, algumas características favorecem a formação desses fenômenos climáticos. Relevos planos em regiões de maior altitude e o desmatamento propiciam as ocorrências, explicou o geógrafo e pesquisador da UFPR, Pedro Fontão. As mudanças climáticas são um terceiro fator de contribuição, agravadas pelo desmatamento de parte da reserva de Mata Atlântica nos Campos Gerais e a substituição de florestas densas por grandes áreas agrícolas, eliminando a vegetação que servia como uma barreira natural ao vento. Neste ano, a forte influência do El Niño, fenômeno caracterizado pelo superaquecimento das águas do Oceano Pacífico, é considerada mais um fator de risco porque potencializa tempestades e chuvas intensas.<p>Somente em 2026, o Estado já registrou dez tornados, confirmados pelo Simepar, órgão estadual de monitoramento ambiental. Além do registro do último sábado, em Piraí do Sul, foram confirmados em Reserva, Nova Cantu, Turvo, Inácio Martins, Laranjeiras do Sul, Cruz Machado, Mercedes, Foz do Iguaçu e São José dos Pinhais. Antes disso, em novembro de 2025, o Paraná já havia registrado o tornado mais forte de sua história recente, em Rio Bonito do Iguaçu, com ventos que chegaram a 418 quilômetros por hora, atingindo a categoria F4 na Escala Fujita. Cerca de 90% da área urbana do município de 14 mil habitantes foram devastadas, seis pessoas morreram e mais de 700 ficaram feridas.<p>Mas Fontão ressaltou que o aumento nos registros não garante, necessariamente, que os tornados estejam ocorrendo em maior frequência agora do que no passado. Além do crescimento populacional e da maior ocupação de regiões antes inabitadas, hoje há mais ferramentas disponíveis para averiguar as ocorrências, tanto em órgãos de monitoramento ambiental, com os radares tecnológicos, quanto nas mãos da população em geral, que registra tudo pelo celular.<p>“Tornados são fenômenos locais, repentinos e de curtíssima duração, sendo quase impossível prever a hora e o município exatos onde ocorrerão. O que é possível prever é a formação das condições meteorológicas que propiciam a ocorrência dos tornados”, disse Fontão. Segundo ele, danos diretos em áreas urbanas, como em Rio Bonito do Iguaçu, são raros, sendo mais frequentes os registros em áreas rurais.]]>
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                        Simoni Saris
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                        L&#237;der, Palmeiras encara Fluminense antes de decis&#227;o na Libertador
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                        <![CDATA[<p>De olho na Libertadores, o Palmeiras enfrenta o Fluminense neste sábado (15), às 16h30, no Maracanã, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Líder da competição, com 48 pontos, o Verdão busca voltar a vencer após o empate sem gols com o Internacional na rodada anterior e tenta ampliar novamente a vantagem sobre o Flamengo, segundo colocado, com 42 pontos e um jogo a menos.<p>A partida será disputada entre os jogos de ida e volta das oitavas de final da Libertadores. Palmeiras e Fluminense terão compromissos decisivos pela competição continental na próxima semana. O time paulista empatou por 1 a 1 com o Cerro Porteño, no Nubank Parque, e decide a classificação no Paraguai, na quarta-feira (19). Já o Fluminense ficou no 0 a 0 com o Independiente Rivadavia, no Maracanã, e enfrenta os argentinos fora de casa na terça-feira (18).<p>Mesmo com a proximidade do compromisso continental, o técnico Abel Ferreira indicou que não pretende abrir mão do Campeonato Brasileiro. A tendência é que o Palmeiras tenha mudanças pontuais na escalação, principalmente por questões físicas, mas não uma equipe completamente reserva.<p>Barboza, que sofreu um trauma em um dos pés nos últimos dias, deixou a partida contra o Cerro Porteño mancando e não participou da atividade no campo. Ele pode ser poupado pensando no duelo no Paraguai. Bruno Fuchs voltou a treinar com o grupo e deve ser relacionado, enquanto Gustavo Gómez, recuperado de uma lesão muscular, pode começar entre os titulares. Khellven e Paulinho, que tratam lesões na coxa direita, seguem fora. Jefté também é desfalque.<p>O Fluminense chega ao confronto em situação diferente. Sem vencer desde o retorno do futebol brasileiro após a pausa para a Copa do Mundo, o Tricolor empatou por 1 a 1 com o Botafogo na rodada passada. A equipe ocupa a quarta colocação, com 35 pontos, e precisa voltar a vencer para não correr o risco de deixar o grupo dos cinco primeiros.<p>O clube demitiu o técnico Luis Zubeldía, e o auxiliar Marcão comandará a equipe diante do Palmeiras. O Fluminense não terá Freytes, John Kennedy, Matheus Reus e Millán, todos lesionados. Guilherme Arana é dúvida, enquanto Ignácio cumpre suspensão.<h1>São Paulo em campo</h1><p>O São Paulo recebe o Coritiba neste sábado (15), às 21h, no Morumbi, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor ocupa a 12ª posição, com 26 pontos, apenas quatro acima do Santos, primeiro time da zona de rebaixamento.<p>A equipe paulista não vence no Brasileiro desde 25 de abril, quando bateu o Mirassol por 1 a 0. Desde então, são oito jogos sem vitória, com três empates e cinco derrotas. O time também vem de empate por 1 a 1 com o Bolívar, na terça-feira (11), pela ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana.<p>O Coritiba é o 10º colocado, com 30 pontos, e chega embalado pela vitória por 2 a 1 sobre a Chapecoense, resultado que encerrou uma sequência de quatro partidas sem vencer. Josué e Brian Ocampo são dúvidas por problemas físicos. No São Paulo, Rafael Tolói segue em recuperação, enquanto Artur é dúvida para a partida.<h1>FICHA TÉCNICA </h1><p>Fluminense  <p>Fábio; Samuel Xavier, Igor Rabello, Jemmes e Renê; Otávio, Hércules, Lucho Acosta e Savarino; Soteldo e Canobbio. Técnico: Marcão (interino)<p>Palmeiras <p>Carlos Miguel; Bruno Fuchs (Emiliano Martínez), Gustavo Gómez e Murilo; Allan, Marlon Freitas, Andreas Pereira e Piquerez; Arias, Flaco López e Vitor Roque. Técnico: Abel Ferreira<p>Árbitro: Anderson Daronco (RS) <p>Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ) <p>Horário: 16h30 <p>Onde assistir: Premiere (pay-per-view)]]>
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                        Milton Hatoum fala da import&#226;ncia da mem&#243;ria para a literatura
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                        <![CDATA[<p>Desde o livro "Relato de um Certo Oriente", a memória vem sendo um objeto de investigação do escritor manauara Milton Hatoum. Com "Dança de Enganos", publicado no final do ano passado e que encerra sua trilogia "O Lugar Mais Sombrio", não foi diferente.<p>Seu novo livro é baseado nas memórias e anotações de Lina, a mãe de Martim, personagem principal dos outros dois livros da série: "A Noite da Espera" e "Pontos de Fuga."<p>Em "Dança de Enganos", Lina assume a voz principal para expor as dores, os impactos e os traumas carregados por famílias que foram dilaceradas pela ditadura militar.<p>“A memória na literatura é, vamos dizer, fundamental. Ela é uma espécie de musa tutelar dos escritores. Mas a memória não é algo que está cristalizado no passado. A memória só faz sentido na literatura – e acho que na própria vida – quando você traz o passado para o presente e ela adquire um significado mais forte. Porque tudo que nós vivenciamos hoje tem a ver com o nosso passado, não apenas recente, mas distante também”, disse ele a jornalistas, antes de participar de uma mesa promovida pela Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), realizada de 5 a 9 de agosto, no Museu Eugênio Teixeira Leal, em Salvador.<p>RELAÇÕES FAMILIARES<p>Em sua trilogia "O Lugar Mais Sombrio", Hatoum trata dos dramas familiares no período da ditadura militar brasileira.<p>“A trilogia 'O Lugar Mais Sombrio' fala basicamente disso, de um grupo de jovens, de personagens jovens, que, enfim, passaram a infância, a juventude e uma parte da vida adulta durante um período de opressão, de autoritarismo, de brutalidade, de repressão e de censura. Isso é um tema tratado nesses três romances, mas não é o tema principal”, disse o escritor.<p>O tema principal, esclareceu, é a relação familiar.<p>“E esse último volume é o livro da mãe, que é um livro de memórias, justamente em que ela praticamente fala sobre a família, sobre ela e descobre coisas muito surpreendentes – e por isso o título é 'Dança de Enganos.' Ela viveu durante um período da vida dela movida por enganos, por falsidades. E então ela descobre coisas que só mesmo essa presença da memória faz com que ela tenha consciência do que ela é”, explicou.<section class="table__leia-mais"><b>Leia mais:</b> <a href="/folha-2/abertas-as-inscricoes-para-a-incubadora-da-escola-de-musica-3316750e.html" target="_blank" data-article-id="3316750" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3310000/100x85/abertas-as-inscricoes-para-a-incubadora-da-escola-0331675000202608131539ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3310000%2Fabertas-as-inscricoes-para-a-incubadora-da-escola-0331675000202608131539.jpg%3Fxid%3D6372120&amp;xid=6372120" border="0"><p>Folha 2<p>Abertas as inscrições para a Incubadora da Escola de Música</a> <a href="/folha-2/professor-e-arquiteto-de-maringa-vence-o-premio-jabuti-academico-3316720e.html" target="_blank" data-article-id="3316720" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Artigo-Destaque/3310000/100x85/professor-e-arquiteto-de-maringa-vence-o-premio-ja0331672000202608121722ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FArtigo-Destaque%2F3310000%2Fprofessor-e-arquiteto-de-maringa-vence-o-premio-ja0331672000202608121722.webp%3Fxid%3D6371509&amp;xid=6371509" border="0"><p>Folha 2<p>Professor e arquiteto de Maringá vence o Prêmio Jabuti Acadêmico</a> <a href="/folha-2/robin-hood-um-foco-original-em-lenda-da-idade-media-3316706e.html" target="_blank" data-article-id="3316706" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3310000/100x85/robin-hood-um-foco-original-em-lenda-da-idade-medi0331670600202608121542ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3310000%2Frobin-hood-um-foco-original-em-lenda-da-idade-medi0331670600202608121542.jpg%3Fxid%3D6371452&amp;xid=6371452" border="0"><p>O CINÉFILO FIEL<p>Robin Hood: um foco original em lenda da Idade Média</a></section><p>ACADEMIA DE LETRAS<p>Milton Hatoum é um dos mais importantes escritores da literatura brasileira contemporânea e recentemente tomou posse como novo membro da Academia Brasileira de Letras.<p>“Por acaso, sou o primeiro escritor da Amazônia na Academia Brasileira de Letras. Mas, enfim, continuo a fazer o que eu venho fazendo há mais de 35 anos, que é dar palestras, falar basicamente sobre literatura, ler muitos livros e escrever alguns poucos”, disse.<p>Vencedor de diversos prêmios literários e até cotado em listas de apostas para o Nobel de Literatura, sua presença na Flipelô lotou o auditório do museu. Ele começou sua fala dizendo que sua trilogia foi escrita como uma espécie de “vingança” ao que aconteceu no Brasil.<p>“Foi também uma vingança. Quem da minha geração participou do movimento estudantil ou participou ativamente da luta contra a ditadura, quem não perdeu amigos ou não teve um amigo preso, foi submetido à tortura”.<p>O escritor contou que para escrever os livros recebeu diários e relatos de amigos que foram presos e torturados durante a ditadura.<p>“E eu li muitas vezes chocado porque são relatos muito duros, de uma crueza assim incrível e impressionante. Mas eu usei muito pouca coisa desse material que eu li, porque eu queria, a partir do que li, inventar. Porque esse é o grande pilar do romance, a imaginação”.<p>Parte dessa trilogia, reforçou, marca seu posicionamento sobre a atualidade, quando começaram a surgir vozes no Brasil pedindo a volta daquele período de autoritarismo.<p>“Foi o momento em que eu encontrei para também me posicionar. Quer dizer, não como um texto de denúncia porque não aprecio muito isso, nem também de uma forma didática, mas eu mudei muita coisa sobretudo entre o segundo e o terceiro volumes [da trilogia]. Eu reescrevi muitas coisas em função dessa catástrofe política que se abateu sobre o Brasil. Como é que eu vou definir essa gente? São absolutamente facínoras”.<p>Para ele, um dos remédios para esse momento atual é a empatia.<p>“A empatia também serve para a crise que nós estamos vivendo. Porque ela é exatamente o contrário, o oposto do egotismo. Uma pessoa empática integra as suas necessidades básicas ou vitais com o coletivo, com a necessidade dos outros. E é isso que falta”, refletiu.<p>EDUCAÇÃO<p>Ao responder perguntas feitas pelo público presente, Hatoum reforçou a importância da educação. Segundo ele, o desmonte da escola pública teve início com a ditadura militar e agora ela precisa ser reconstruída: “Isso seria fantasticamente um ato patriótico, de formar cidadania e de dar condições de igualdade a todos da escola pública.”<p>Ao falar sobre educação na Flipelô, ele chegou a recordar da professora que o alfabetizou, Maria Luiza Freitas Pinto, personalidade que ele também citou em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras.<p>“Pode parecer um pouco piegas, mas vou contar. Quando publiquei meu primeiro livro, eu morava em Manaus, em 1989. E ela estava na fila [para autógrafos]. Ela chegou, abriu a bolsa e disse: ‘vou te mostrar uma coisa'. Aí ela tirou um papel amarelo, desdobrou e disse: ‘Essa é a sua primeira redação. Eu guardei porque eu achava que você ia se tornar um escritor’. Ela morreu aos 104 anos. E até os 100 anos, ela ia aos lançamentos do meu livro”.]]>
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                        Elaine Patr&#236;cia
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                        Escola Nina Gardemann ganha 35 computadores
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                    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 05:28:50 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p>A Escola Municipal Nina Gardemann recebeu 35 computadores doados pela PADO, para equipar o laboratório de informática da unidade, no Jardim Tokio. A PADO, que esse ano comemora 90 anos, reafirma seu compromisso com a educação e responsabilidade social. Os equipamentos ampliam oportunidades de aprendizagem para 320 alunos. Equipados com sistema operacional Windows instalados e licença original, foram recebidos pela secretária de Educação, Thatiane de Araújo, e pela diretora da escola, Graziella Dalpozo Alves. A entrega teve a presença do gerente de TI da PADO, Matheus Oliveira, e da gerente de Recursos Humanos, Gisele Galatti. Presentes representantes da Associação de Pais e Mestres , professores e alunos .</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678300202608141255.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678300202608141255.jpg%3Fxid%3D6372044&amp;xid=6372044" border="0"></picture><p>Gisele Galatti , gerente de recursos humanos da Pado , durante a entrega dos equipamentos |  Foto: Divulgação</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678301202608141255.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678301202608141255.jpg%3Fxid%3D6372045&amp;xid=6372045" border="0"></picture><p>A diretora da escola Graziella Dalpozo Alves com os computadores doados pela Pado |  Foto: Divulgação</p><b><span>Onde fica o Kosovo</span></b><p>Casal de Apucarana visitou o Kosovo, publicamos foto, e leitor pergunta onde fica este país? Eis os dados que temos: o Kosovo fica a sudeste da Europa, não tem saída para o mar, e faz fronteira com a Sérvia ao norte e leste, com a Macedônia ao norte, com a Albânia a sudoeste e a Montenegro a oeste. Fica nos Balcãs e sua capital é Pristina, e faz parte da ONU.</p><b><span>ANIVERSÁRIOS</span></b><p>Estão comemorando aniversários neste domingo, dia 16, os seguintes londrinenses: o advogado Walter Bittar, Maurício Pacheco, Walter Manabu, Neto Santos, Carla Sachetin, Rosely Lima, Maria Lúcia Tacla Andrade, o empresário Paulo Muniz, o médico Luiz Fernando Ninho Gimenez, Milton Franco, o CEO da rede CNT, Rodrigo Martinez, que também é presidente da AERP e o amigão de sempre.<p>****<p>NO DIA 17, segunda-feira, comemorarão aniversários: a elegante Miriam Miyamoto, o advogado Cláudio Canesin, Enrico Barroso Lourenço Jorge, Creuza de Souza Martins, mãe do médico Rubens Martins, Isamara Sachetin Rabelo, Cláudio Romagnoli Júnior, e Edna Scandelae.<h1><span>Doutorado pela UEL</span></h1><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678302202608141255.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678302202608141255.jpg%3Fxid%3D6372046&amp;xid=6372046" border="0"></picture><p>|  Foto: Divulgação<p>Ana Cristina Pinesso Ribeiro, docente do curso de Nutrição da UNOPAR e UEL, concluiu doutorado na Universidade Estadual de Londrina. Ela apresentou tese sobre “Cocriação como estratégia de inovação centrada no consumidor para o desenvolvimento de produtos lácteos saudáveis para crianças e adolescentes”,  com orientação da prof. doutora Tatiana Colombo Pimentel, do Programa de pós-graduação em Ciência de Alimentos (UEL). Ana Cristina explica que “ Cocriação é um processo colaborativo no qual empresas, consumidores e partes interessadas participam conjuntamente da concepção e do aprimoramento de novos produtos alimentícios." Uma abordagem inovadora nesta área .</p><b><span>Sagrada Família</span></b><p>A presidente do Grupo Pró-Vida Silvana Kantor e suas companheiras de diretoria já estão programando nova promoção para atender os custos do Hospital Infantil Sagrada Família.</p><b><span>Vinho de 5 mil</span></b><p>Nos meios sociais comenta-se que um londrinense comprou um vinho de cinco mil reais (mil dólares) no shopping Queen Anne, em Guaíra, no lado paraguaio da fronteira. Motivo: contou que foi para comemorar as pazes com a esposa. Que dure para sempre, pois "in vino veritas..."<h1><span>CRC E-LETRO entrega equipamentos de Informática</span></h1><p>O CRC E-LETRO - Centro de Recondicionamento de Computadores,  programa do Ministério das Comunicações, realizou mais uma entrega de equipamentos de informática, que foram recuperados e deixam de ser resíduos eletrônicos. A Santa Casa de Londrina foi contemplada com equipamentos para a modernização de sua infraestrutura. O Projeto Maria da Penha recebeu notebooks e impressoras laser e o Instituto Federal, computadores Apple. Também houve a entrega de antenas Wi-Fi à Secretaria de Educação de Londrina e computadores para o SINDIPOL. Segundo a equipe do CRC E-LETRO, o sucesso do projeto é fruto da união do poder público, instituições de ensino, organizações sociais, empresas e clubes de serviço. As fotos são de Carmelindo Dias</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678303202608141256.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678303202608141256.jpg%3Fxid%3D6372047&amp;xid=6372047" border="0"></picture><p>Dra Claudete Canezin e Alex Gonçalves, do CRC E-LETRO |  Foto: Divulgação/Carmelindo Dias</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678304202608141256.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678304202608141256.jpg%3Fxid%3D6372048&amp;xid=6372048" border="0"></picture><p>Alex Gonçalves, Wilton Carlos de Oliveira, João Vitor Caporali e Alexandre Yamaue |  Foto: Divulgação/Carmelindo Dias</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678305202608141256.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678305202608141256.jpg%3Fxid%3D6372049&amp;xid=6372049" border="0"></picture><p>Eduardo Alonso Oliveira de Jesus, Luiz Carlos Ferreira, Adryane Araujo e Alex Gonçalves |  Foto: Divulgação/Carmelindo Dias</p><b><span>Edgar Flávio Casarin</span></b><p>Encontro o amigo e leitor Edgar Flávio Casarin, que me conta sobre o grande crescimento da cidade de Salto del Guairá, no lado paraguaio. Disse-nos que o cassino de lá está com movimento dos melhores, recebendo brasileiros e argentinos, além dos paraguaios.<p>****<p>Me diz também que o shopping Mapy, do londrinense Danilo, está muito bem, com preços ótimos, e que concorre com a famosa Casa China.<h1><span>Experiência imersiva</span></h1><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/escola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678306202608141256.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fescola-nina-gardemann-ganha-35-computadores0331678306202608141256.jpg%3Fxid%3D6372050&amp;xid=6372050" border="0"></picture><p>|  Foto: Divulgação<p>A Carreta da Inovação esteve em Cambé levando gratuitamente à população atividades de ciência, tecnologia e inovação. O projeto itinerante da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial do Paraná busca democratizar o acesso a experiências tecnológicas e despertar o interesse de crianças e jovens por ciência e tecnologia. Adaptada como uma sala de aula, a unidade oferece oficinas, experiências imersivas, jogos digitais e demonstrações de impressão 3D.A Carreta também marcou a estreia dos óculos de realidade virtual cedidos pelo Simepar à SEIA que simulam um tornado em um ambiente digital. A experiência amplia o uso da tecnologia como ferramenta de educação e conscientização sobre eventos meteorológicos.</p><b><span>O CNJ quer saber</span></b><p>O Conselho Nacional de Justiça pediu ao TJ do Rio Grande do Norte por qual razão pagou um milhão de reais para um juiz desembargador de lá.<p>Pediu ainda ao TJ do Rio de Janeiro, por que pagou mais de 100 mil para juízes do estado e 200 mil para uma juíza aposentada.</p><b><span>Justiça do Trabalho</span></b><p>Esta Coluna acredita que a grande maioria desses juízes, acusados de penduricalhos, vai ingressar na Justiça do Trabalho para explicar, recorrer e cobrar seus direitos. É a Justiça em discussão.</p><b><span>Amauri Jr. de volta</span></b><p>O colunista Amauri Jr., que começou a carreira em São José do Rio Preto-SP e foi quem lançou Ana Maria Braga, está de volta à televisão, na Gazeta e na TV Connect, de Orlando, onde tem casa.<p>*****<p>Com 75 anos, Amauri Jr. disse a Mônica Bergamo que parou de beber e de fumar.<p>*****<p>Ele veio duas vezes a Londrina. Em uma delas, para o aniversário do médico Farage Khouri, que foi candidato a deputado federal e hoje mora em São Paulo. Foi uma big festa no Planalto.<p>¨¨¨¨¨<p>A opinião do colunista não é, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina]]>
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                        Oswaldo Milit&#227;o
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                        Capacitismo em pauta
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                        Segundo Congresso Londrinense dos Direitos da Pessoa com Defici&#234;ncia, que ser&#225; realizado dias 17 e 18 de agosto na OAB Londrina...</description>
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                    <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 05:10:55 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p>O capacitismo está em pauta no segundo Congresso Londrinense dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que será realizado dias 17 e 18 de agosto na OAB Londrina, um evento dedicado ao debate de temas fundamentais para a inclusão, acessibilidade e garantia de direitos. No comando, Ana Paula Tonon, que foi minha aluna, e Ana Carolina Ribeiro Félix, filha da Rosélis, professora colega. Serão dois dias de palestras e debates com profissionais e especialistas, uma excelente oportunidade para estudantes, profissionais, gestores públicos, advogados, pessoas com deficiência, familiares e toda a comunidade interessada no fortalecimento dos direitos e da inclusão.]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Pr&#234;mio e reconhecimento &#224; pesquisa e inova&#231;&#227;o
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                        Professora doutora, Renata Perfeito Ribeiro esteve em Curitiba para receber o Pr&#234;mio Alice Michaud...</description>
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                        Folha &amp; Gente
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                        <![CDATA[<p>Renata Perfeito Ribeiro esteve em Curitiba nos últimos dias e voltou carregando na bagagem o Prêmio Alice Michaud. Professora doutora na UEL (Universidade Estadual de Londrina), ela recebeu uma medalha e um certificado do Coren-PR (Conselho Regional de Enfermagem do Paraná) na categoria pesquisadora por sua trajetória em pesquisa e inovação, de modo especial na atuação na saúde do trabalhador e no desenvolvimento de tecnologias voltadas à proteção dos profissionais de saúde. Entre as iniciativas que integram sua trajetória estão o desenvolvimento da Máscara HeLP e do Filtro SOStentável, tecnologias concebidas para ampliar a proteção dos trabalhadores da saúde, especialmente daqueles expostos a riscos ocupacionais no ambiente hospitalar, como a fumaça cirúrgica. Veja trechos da entrevista que ela concedeu à coluna.<p>O que são a Máscara HeLP e o Filtro SOStentável?<p>A Máscara HeLP é uma máscara semifacial desenvolvida por meio de impressão 3D, com atenção a aspectos como vedação, conforto, proteção, possibilidade de reutilização e adaptação ao usuário. O Filtro SOStentável, desenvolvido para ser associado à máscara, integra a proposta de uma solução que busca conciliar eficiência de proteção, inovação tecnológica e sustentabilidade. As tecnologias são desenvolvidas no LIvES – Laboratório de Inovação em Saúde, da UEL, ambiente que integra pesquisa, formação de recursos humanos e desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à saúde. Os projetos contam com a participação de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, instituições nacionais e internacionais e profissionais dos serviços de saúde.<p>O que esse prêmio representa para você como docente e pesquisadora?<p>Receber o Prêmio Alice Michaud representa o reconhecimento de uma trajetória construída na universidade pública, coletivamente, e de uma pesquisa que procura transformar problemas vivenciados pelos trabalhadores da saúde em soluções capazes de protegê-los. É também um reconhecimento aos estudantes, pesquisadores, profissionais e instituições que caminham conosco e acreditam que a ciência pode produzir mudanças concretas na vida das pessoas. A premiação evidencia também o protagonismo da enfermagem na produção de ciência, inovação e tecnologia. Ao identificar necessidades presentes nos ambientes de trabalho e transformá-las em perguntas de pesquisa e propostas de soluções, a enfermagem amplia sua contribuição para além da assistência, participando ativamente do desenvolvimento de tecnologias capazes de gerar impacto científico, tecnológico, social e ambiental.<p>Como você vê o impacto da pesquisa na sociedade?<p>Mais do que desenvolver uma tecnologia, queremos contribuir para que os trabalhadores possam exercer suas atividades em ambientes cada vez mais seguros. Quando uma pesquisa nasce de um problema real e consegue retornar à sociedade como possibilidade de solução, a universidade cumpre uma de suas funções mais importantes. O reconhecimento concedido pelo Coren-PR reforça a importância da pesquisa em enfermagem e da inovação tecnológica produzida nas universidades públicas. A trajetória reconhecida pelo Prêmio Alice Michaud demonstra como a aproximação entre universidade, serviços de saúde e diferentes áreas do conhecimento pode transformar conhecimento científico em soluções com potencial de gerar proteção, qualidade de vida e benefícios para a sociedade.]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Suspiros saborizados
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                        Iguarias da Gislaine Ara&#250;jo, dos Suspiros Amor de Maria, estreiam em Londrina nas cantinas Jasmin Caf&#233; &amp; Restaurante...</description>
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                        Folha &amp; Gente
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                        <![CDATA[<p>Suspiros de café, limão siciliano, baunilha e leite ninho. Essas delícias, preparadas pela Gislaine Araújo, dos Suspiros Amor de Maria, já são famosas em Arapongas e região, mas agora estão oficialmente chegando a Londrina. Elas estarão nas cantinas Jasmin Café &amp; Restaurante, que tem uma unidade na Rua Olinda, 305, e as outras em alguns hospitais, como a Santa Casa, o Hospital Evangélico e o Hospital Universitário. Vale a pena provar. Eu, particularmente, sou fã do suspiro de café.]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Parceria tur&#237;stica com as Filipinas
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                        Memorando de Entendimento sobre Coopera&#231;&#227;o em Turismo com o Brasil quer aproximar os dois mercados tur&#237;sticos...</description>
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                        Folha &amp; Gente
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                        <![CDATA[<p>Um destino de viagem fora do óbvio, as Filipinas acabam de assinar um Memorando de Entendimento sobre Cooperação em Turismo com o Brasil a fim de aproximar os dois mercados turísticos, ampliar a divulgação dos destinos e incentivar a circulação de visitantes entre os países. Somente no primeiro semestre deste ano, 3.311 turistas filipinos vieram ao Brasil. A parceria prevê iniciativas em segmentos como turismo de natureza, gastronomia, cultura, esportes e negócios, além da troca de experiências em sustentabilidade, qualificação profissional e digitalização do turismo. O documento também busca aproximar empresas e representantes do setor turístico dos dois países.<p>46% foi o aumento nas chegadas de turistas internacionais entre 2019 e 2025 no Brasil, a quarta maior variação entre as economias da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), segundo o relatório OECD Tourism Trends and Policies 2026.]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Entre enxoval e reuni&#245;es de trabalho
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                    https://www.folhadelondrina.com.br/colunistas/folha-e-gente/entre-enxoval-e-reunioes-de-trabalho-3316758e.html
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                        O casal Melissa e Vin&#237;cius Morais est&#225; &#224;s voltas com o nascimento do primeiro filho, Davi...</description>
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                        <![CDATA[<p>O casal Melissa e Vinícius Morais está às voltas com o nascimento do primeiro filho, Davi, prestes a chegar a este mundo. Na reta final da gravidez, ela e o marido também estão equilibrando a vida profissional. Empresários à frente da Fluir Engenharia, um escritório de projetos hidráulicos prediais em BIM, os dois vivem um momento de dupla realização. Enquanto lidam com o crescimento da empresa e as entregas aos clientes, também estão se preparando para a chegada do primogênito. A rotina se divide em reuniões e compromissos profissionais com os preparativos do enxoval, sem abrir mão da vida familiar.</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/entre-enxoval-e-reunioes-de-trabalho0331675800202608131641.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fentre-enxoval-e-reunioes-de-trabalho0331675800202608131641.jpg%3Fxid%3D6371821&amp;xid=6371821" border="0"></picture><p>|  Foto: Letícia Hutul]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Estilo de vida
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                        O casal Juliana Louren&#231;o e Jos&#233; Hermano, junto com a filha, Georgia June, adotaram uma est&#233;tica retr&#244;...</description>
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                        <![CDATA[<p>Roupas, música, cinema e automóveis das décadas de 1950, 1960 e 1970 estão entre os gostos preferidos e as inspirações retrô de uma família que adotou esse estilo de vida e modo de pensar na rotina do dia a dia. A designer de moda Juliana Lourenço, o professor José Hermano e a filha deles, Georgia June, chamam atenção por onde passam. Além do figurino característico, os três circulam por aí a bordo de um Ford Customline 1953 ou de uma Ford Ranger 1996. O gosto vem do rock, blues e country dos anos 1950 e 1960 que Juliana e Zé, como é carinhosamente conhecido, ouviam. Além disso, os dois eram fãs de filmes clássicos dos anos 1980 e 1990. Tudo isso influenciou o modo de pensar e de viver.]]>
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                    <author>
                        Fabio Luporini
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                        Queridinho entre as fragr&#226;ncias
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                        <![CDATA[<p>O vegetal asiático Ube, que virou tendência mundial de beleza, é o novo ingrediente de uma fragrância lançada pelo O Boticário: Egeo Vanilla Ubesession, que traz o característico roxo vibrante e um perfil aromático adocicado, que lembra a baunilha e nozes. A nova receita combina ainda extrato de Matchá e diferentes facetas de baunilha com as nuances amendoadas e cremosas, criando uma assinatura moderna, inesperada e viciante.]]>
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                        Fabio Luporini
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                        Exporta&#231;&#245;es de frango crescem 16% no Paran&#225;
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                        Forte demanda externa explica resultado positivo, que segue bom desempenho nacional...</description>
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                        Folha Rural
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                        <![CDATA[<p>As empresas paranaenses ampliaram em 16% as exportações de frango no primeiro semestre de 2026, em comparação ao mesmo período do ano passado. O levantamento é da Agrostat, ferramenta do Ministério da Agricultura e Pecuária que divulga estatísticas de exportação e importação de produtos agropecuários.<p>O resultado reforça a posição do Paraná como o principal produtor e exportador de carne de frango em nível nacional.<p>Segundo o levantamento, as empresas paranaenses exportaram 1,2 milhão de toneladas nos seis primeiros meses de 2026, frente a 1 milhão de toneladas exportadas no mesmo período do ano passado.<p>O faturamento proveniente das exportações no primeiro semestre deste ano foi de US$ 2,2 bilhões, alta de 17% em comparação ao mesmo período de 2025.<p>Outros estados também apresentaram desempenho expressivo no semestre: Santa Catarina exportou 646,2 mil toneladas (+13%); Rio Grande do Sul embarcou 374,5 mil toneladas (+7,8%) e São Paulo exportou 175,1 mil toneladas (+14,3%).<p>Quanto ao destino das exportações, a China permaneceu como o principal mercado comprador da carne de frango brasileira entre janeiro e junho de 2026, somando 285,2 mil toneladas (+26,1%) e receita de US$ 771,5 milhões (+42,6%).<p>A alta de exportações pelo Paraná acompanha a tendência nacional. No acumulado de janeiro a junho do ano corrente, o faturamento total das exportações de carne de frango atingiu a marca de US$ 5,5 bilhões no país, o que representa uma elevação de 17,9% em comparação aos US$ 4,7 bilhões registrados no mesmo período de 2025.<p>Roberto Carlos de Andrade e Silva, veterinário do Deral (Departamento de Economia Rural), explica que o avanço reforça a liderança do Paraná em nível nacional e consolida o setor avícola brasileiro no topo no mercado global de exportações.<p>“Foi um primeiro semestre altamente positivo, impulsionado pela forte demanda externa e pela valorização da proteína animal no mercado internacional”, analisa o técnico do órgão ligado à Seab (Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento).<p>Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep acrescenta que a força logística dos portos paranaenses também contribuiu para esses números, sobretudo o de Paranaguá, que ampliou os embarques de carnes e congelados e respondeu por cerca de 47% das exportações brasileiras de carne de frango no 1º semestre deste ano.<p>“É importante ressaltar a diversificação de destinos, com China, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e outros mercados que sustentaram o escoamento e a base produtiva e competitiva consolidada no Paraná, que já lidera as exportações brasileiras do produto.”<p>Os principais exportadores de frango no estado, são, sobretudo, as grandes integradoras e cooperativas, com destaque para a BRF, Seara/JBS, Pluma Agroavícola, Aurora, C.Vale e Lar Cooperativa.</p><b>PROJEÇÕES</b><p>As projeções divulgadas pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) indicam a continuidade do ciclo de expansão e a consolidação de novos recordes históricos.<p>Para o fechamento de 2026, estima-se que as exportações totais de frango alcancem até 5,875 milhões de toneladas em nível nacional, um crescimento de até 10,3% em relação a 2025, acompanhadas por uma produção nacional entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas (+5,6%).<p>Sobre o desempenho do Paraná, o dirigente da Faep considera que a tendência é de manutenção do bom ritmo até o fim do ano, mas com cautela.<p>“Os sinais de demanda seguem positivos e o semestre foi recorde, porém o mercado de proteína animal é sensível a preço, câmbio, frete, sanidade e eventuais barreiras comerciais. Em outras palavras, o cenário base segue favorável, mas não dá para projetar aceleração linear sem considerar esses riscos”, pondera.]]>
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                        Fernando Faro
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                        No Paran&#225;, as regi&#245;es Oeste e Campos Gerais fazem parte de um “corredor de tornados”...</description>
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                        Opini&#227;o
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                        <![CDATA[<p>Duas regiões paranaenses, Oeste e Campos Gerais, fazem parte de um “corredor de tornados” e integram a segunda área com maior incidência desses fenômenos climáticos no mundo, atrás apenas do centro-sul dos Estados Unidos. O dado é preocupante, principalmente se recordarmos o último tornado, ocorrido sábado (8), em Piraí do Sul, que destruiu casas na área rural da cidade e afetou cerca de 500 pessoas.<p>Difícil esquecer também o tornado categoria F4 (a segunda mais devastadora) que atingiu Rio Bonito do Iguaçu no dia 7 de novembro de 2025, atingindo velocidade de 400 km/h, matando seis pessoas, deixando mais de 700 feridos e danificando 90% das construções da cidade. <p>Além do Oeste e dos Campos Gerais do Paraná fazem parte desse corredor de tornados o Noroeste do Rio Grande do Sul, o Oeste de Santa Catarina e o Oeste de São Paulo, estendendo-se também à Bacia do Rio da Prata, que além de parte do Brasil inclui Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.<p>O geógrafo e pesquisador da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Pedro Fontão, disse à reportagem da Folha de Londrina que, especificamente no Paraná, algumas características favorecem a formação desses fenômenos climáticos. Relevos planos em regiões de maior altitude e o desmatamento propiciam as ocorrências. As mudanças climáticas são um terceiro fator de contribuição, agravadas pelo desmatamento de parte da reserva de Mata Atlântica nos Campos Gerais.<p>Neste ano, a forte influência do El Niño, fenômeno caracterizado pelo superaquecimento das águas do Oceano Pacífico, é considerada mais um fator de risco porque potencializa tempestades e chuvas intensas. <p>Somente em 2026, o Estado já registrou dez tornados, confirmados pelo Simepar, órgão estadual de monitoramento ambiental, incluindo o ocorrido em Piraí do Sul, que chamou a atenção novamente para a capacidade de resposta dos municípios frente a eventos climáticos extremos.<p>Segundo avaliação do Progov (Programa de Avaliação de Contas Municipais de Governo), do TCE-PR (Tribunal de Contas do Estado do Paraná), apenas seis dos 19 municípios dos Campos Gerais apresentam uma estrutura considerada adequada para enfrentar desastres desse tipo, ou seja, 68% das cidades analisadas estão em situação de vulnerabilidade.<p>A análise da estrutura da Defesa Civil dos 19 municípios cruzou os quatro indicadores originalmente solicitados – servidores efetivos, sistema de alerta, avaliação do plano de contingência e existência do plano – com os quatro indicadores adicionais solicitados: gerador elétrico, veículo para áreas remotas, telefone exclusivo e sala própria equipada.<p>Entre os 19 municípios dos Campos Gerais, receberam a classificação de estruturados apenas seis cidades. Outros sete municípios foram classificados como parcialmente, incluindo Piraí do Sul, e seis localidades foram classificados em situação crítica. A estrutura da Defesa Civil está entre as condições analisadas pelo TCE, além da capacidade de atendimento às vítimas.  <p>Eventos extremos já fazem parte da realidade paranaense. Assim, não é mais possível tratar a prevenção como uma questão secundária ou esperar que uma tragédia aconteça para então reforçar a estrutura de resposta. Tornados não podem ser evitados, mas seus impactos podem ser reduzidos quando há monitoramento eficiente, sistemas de alerta, planos de contingência atualizados e equipes preparadas para agir rapidamente.<p>Obrigado por ler a FOLHA!]]>
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                        Capa 15/08/2026
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                        Capa do Impresso
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                        <![CDATA[<picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/capa-150820260331681700202608142311.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Fcapa-150820260331681700202608142311.jpg%3Fxid%3D6372407&amp;xid=6372407" border="0"></picture><p>|  Foto: Fernando Faro ]]>
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                        Fernando Faro
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                        FALA MAESTRO ESPECIAL - ANIVERS&#193;RIO DO RONEY MARCZAK FILHO!
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                        Sejam novamente bem vindos, queridos leitores da coluna do FALA MAESTRO aqui na FOLHA DE LONDRINA!...</description>
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                        Roney Marczak - Fala Maestro
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                        <![CDATA[<p>Caros leitores e leitoras,<p>Comemorar o aniversário de um filho sempre é especial. Mas, comemorar o aniversário de um filho primogênito, querido, dedicado, companheiro, exemplo de pessoa, presente na vida da família, artista, aliás: pianista, cantor e um ótimo músico, não é assim para se deixar de homenagear. PARABÉNS, RONEY STERZA MARCZAK FILHO!<p>E como não se bastasse, o Roney Filho está nesse final de semana, lançando seu primeiro disco, interpretando canções e sucessos de COLDPLAY, TOM JOBIM, LEONARD COHEN, JOHN LENNON, MICHAEL JACKSON, ALINE BARROS e muitos outros, incluindo sucessos gravados em português, inglês e italiano. Ao todo são 11 faixas com 53 minutos de muita música e em algumas dessas faixas, o Wolfgang Marczak, seu irmãozinho com apenas 06 anos de idade, também está fazendo suas participações especiais.<p>Eu peço a todos para prestigiarem esse trabalho primoroso do Roninho, fruto de muito estudo, dedicação e resultado das turnês nacionais e internacionais que ele tem me acompanhado. É só você clicar aqui e já estará conectado com o SPOTIFY e poderá ouvir GRATUITAMENTE todas as músicas que ele gravou e está lançando. Ele faz aniversário e quem ganha presente, somos todos nós:<p><a href="https://open.spotify.com/album/1Y9pc3TYCOXuwpdRjbsfWz?si=c5oyhQebRiyBIWhTQXqtzQ&amp;utm_source=copy" target="_blank" data-rel-defined>https://open.spotify.com/album/1Y9pc3TYCOXuwpdRjbsfWz?si=c5oyhQebRiyBIWhTQXqtzQ&amp;utm_source=copy</a> <p>Há cinco anos o Programa Fala Maestro estreava na Rádio UEL FM 107,9 e, esse PODCAST presente em todos os meios de comunicação está presente e faz parte do cotidiano de milhares de famílias que o assiste através dos meios de comunicação e horários conforme aqui abaixo:</p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/fala-maestro-especial---aniversario-do-roney-marcz0331678800202608141457.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Ffala-maestro-especial---aniversario-do-roney-marcz0331678800202608141457.png%3Fxid%3D6372101&amp;xid=6372101" border="0"></picture><p>|  Foto: Divulgação<p>● às sextas-feiras: na RÁDIO UEL FM 107,9, às 18h com reprise também aos domingos às 22h. Para ouvir AO VIVO é só clicar aqui nesse link: <a href="https://radio.uel.br/player" target="_blank" data-rel-defined>https://radio.uel.br/player</a>  e, na UTV/UNIFIL às 20h00 com várias reprises durante toda a semana (TV À CABO).<p>● aos sábados: às 00h00 aqui na COLUNA FALA MAESTRO da Folha de Londrina e também na MULTITV do Grupo Folha de Londrina:<p><a href="https://www.youtube.com/@MultiTV_GFC/videos" target="_blank" data-rel-defined>https://www.youtube.com/@MultiTV_GFC/videos</a> <p>● a todo momento que desejar: Canal GEEK VIOLIN do Youtube: <a href="https://www.youtube.com/@GeekViolin" target="_blank" data-rel-defined>https://www.youtube.com/@GeekViolin</a> <p>Para contribuir de forma minúscula, mas com muito carinho e amor, oferecemos mais um programa FALA MAESTRO repleto de músicas e emoções que alimentam a alma e o coração de todos!<p>Semanalmente você lê os principais momentos que estarão presentes nas estreias e reprises, ao todo mais de 120x no ar na Rádio UEL FM 107,9 e nas TVs UTV do Grupo UNIFIL e na MULTITV do GRUPO FOLHA DE LONDRINA, além dos nossos canais do GEEK VIOLIN no Youtube e também em nossas redes sociais assim como no INSTAGRAM: @Roney.Marczak <p>Nessa semana teremos novamente a exibição do vídeo oficial do PROJETO SOCIAL SOL MAIOR, começando as festividades dos 25 anos de existência desse projeto que já contribuiu significativamente na vida de mais de 14.000 jovens e crianças.<p>Como sabem, mas não custa lembrá-los, estamos presentes na vida de milhares de pessoas através dos meios de comunicação abaixo que transmitem o FALA MAESTRO nesses dias da semana com essa frequência conforme abaixo:<p>Se alguém desejar também compartilhar ou rever o programa FALA MAESTRO dessa semana e curtir mais um pouco as imagens e ouvir muita música boa de todos os estilos, é só você seguir os meios de comunicação que estão exibindo esse programa que está se tornando um mega sucesso de audiência em Londrina, Norte do Paraná, Brasil e também no exterior (citados acima).<p>Mas, além dos canais de comunicação citados, você pode curtir também os nossos discos, vídeos e produções com mais de 5000 opções entre lançamentos de todos os estilos musicais (MPB, CLÁSSICO NACIONAL E INTERNACIONAL, GOSPEL, AUTORAL, FUNK, SÉRIES, FILMES, GAMES) através do nosso Instagram: <a href="https://www.instagram.com/roney.marczak/" target="_blank" data-rel-defined>https://www.instagram.com/roney.marczak/</a> <p>Do nosso SPOTIFY: <a href="https://open.spotify.com/artist/5TMPdbjKItttPDGmioc7FO?si=qXvt9ZXSR1iVafW5cb2bwA" target="_blank" data-rel-defined>https://open.spotify.com/artist/5TMPdbjKItttPDGmioc7FO?si=qXvt9ZXSR1iVafW5cb2bwA</a> <p>E também através da minha website <a href="https://roneymarczak.com/" target="_blank" data-rel-defined>https://roneymarczak.com/</a> <p>Eu vejo você no próximo programa FALA MAESTRO!]]>
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                        Roney Marczak
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                        Zona norte foi a mais atingida; prefeitura montou for&#231;a-tarefa para a&#231;&#245;es emergenciais...</description>
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                        <![CDATA[<p>A chuva acompanhada de granizo que caiu na tarde desta sexta-feira (14) em Londrina resultou em 13 quedas de árvores e dois destelhamentos. De acordo com a Defesa Civil Municipal , a maior parte das ocorrências (12) foi na zona norte. Outros três registros aconteceram na região central. Ainda segundo o órgão municipal, foram registradas rajadas de vento de 20,9km/h e o volume de chuva foi de 19.4 milímetros. “Essa chuva passou pela zona norte em direção a Ibiporã “, explicou o secretário municipal de Defesa Social, Ricardo Eguedis. <p>As quedas de árvores foram registradas no Jardim dos Alpes, Conjunto Parigot de Souza, Semíramis de Barros Braga (2), Vivi Xavier, Jardim Planalto, Ouro Verde, Violin, Jardim Leblon e Jardim Moema (zona norte) , Vila Nova, Vila Recreio e Vila Casoni - região central.<p>Os destelhamentos, segundo a Defesa Civil, aconteceram no Conjunto Milton Gavetti e no Novo Amparo, localizados na região norte. Não houve registro de feridos. </p><picture><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/inline/3310000/0x800/temporal-causa-quedas-de-arvores-e-destelhamentos-0331681600202608142255.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2Finline%2F3310000%2Ftemporal-causa-quedas-de-arvores-e-destelhamentos-0331681600202608142255.jpg%3Fxid%3D6372413&amp;xid=6372413" border="0"></picture><p>|  Foto: Divulgação/Secretaria de Defesa Social</p><b><span>Assistência emergencial</span> </b><p>Uma força-tarefa com a participação de vários órgãos e secretarias (CMTU, Guarda Municipal, Sema e Copel, entre outros), foi montada para mapear os locais onde houve danos e tomar medidas emergenciais. “O trabalho conjunto visa garantir celeridade na desobstrução de vias públicas, no restabelecimento do fornecimento de energia elétrica e na assistência emergencial aos atingidos”, disse Eguedis.<section class="table__leia-mais"><b>Leia mais:</b> <a href="/geral/simepar-classifica-tornado-de-pirai-do-sul-como-f3-da-escala-fujita-3316813e.html" target="_blank" data-article-id="3316813" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3310000/100x85/simepar-classifica-tornado-de-pirai-do-sul-como-f30331681300202608141933ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3310000%2Fsimepar-classifica-tornado-de-pirai-do-sul-como-f30331681300202608141933.jpg%3Fxid%3D6372400&amp;xid=6372400" border="0"><p>Geral<p>Simepar classifica tornado de Piraí do Sul como F3 da escala Fujita</a> <a href="/geral/trabalhador-morre-soterrado-em-escavacao-de-obra-na-zona-sul-de-londrina-3316810e.html" target="_blank" data-article-id="3316810" class="table__leia-mais-content"><img src="https://www.folhadelondrina.com.br/img/Chamada-Home/3310000/100x85/trabalhador-morre-soterrado-em-escavacao-de-obra-n0331681000202608141823ScaleOutside-t.webp?fallback=https%3A%2F%2Fwww.folhadelondrina.com.br%2Fimg%2FChamada-Home%2F3310000%2Ftrabalhador-morre-soterrado-em-escavacao-de-obra-n0331681000202608141823.jpg%3Fxid%3D6372353&amp;xid=6372353" border="0"><p>Geral<p>Trabalhador morre soterrado em escavação de obra na zona sul de Londrina</a></section><p>O secretário explicou ainda que na grande maioria das regiões afetadas, o tráfego de veículos segue fluindo normalmente. “A prefeitura, no entanto, reforça um alerta preventivo aos motoristas e, em especial, motociclistas, já que a pista pode apresentar pontos de menor aderência devido ao acúmulo de água e resíduos trazidos pelas enxurradas.”</p><b><span>Contatos</span></b><p>Em caso de emergências, os canais oficiais são: <p>* Defesa Civil: 199<p>* Guarda Municipal: 153<p>* Corpo de Bombeiros: 193<p>* Copel: 0800 51 00 116</p><span>(Com informações fa Defesa Social e N.Com)</span>]]>
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                        Da Reda&#231;&#227;o
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                        LEC perde do Sport acumula a quarta derrota seguida
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                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 22:53:36 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p>O Londrina perdeu por 2 a 1 para o Sport na noite desta sexta-feira (14), na Ilha do Retiro, pela 22ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Diego Hernández marcou os dois gols do time pernambucano, enquanto João Vitor, de cabeça, fez o gol do Tubarão.<p>Com a derrota, o Londrina permanece na zona de rebaixamento, com 20 pontos, e não poderá deixar o Z-4 na próxima rodada. O Sport, por sua vez, voltou a vencer em casa após mais de dois meses.<p>Uruguaio decide<p>O Sport abriu o placar aos dez minutos. Felipinho cruzou, a defesa do Londrina afastou parcialmente e a bola sobrou para Diego Hernández. Dentro da área, o meia finalizou para fazer 1 a 0. A arbitragem chegou a marcar impedimento, mas o VAR confirmou a posição legal e validou o gol.<p>O Londrina reagiu e empatou aos 29 minutos. Kauê Leonardo cruzou da direita, João Vitor se antecipou a Claudinho e cabeceou para o fundo da rede: 1 a 1.<p>O empate não diminuiu o ritmo do Sport, que voltou a pressionar. Aos 32 minutos, Clayson cruzou para Perotti, que cabeceou com perigo, mas mandou por cima do gol, assustando o goleiro Kozlinski.<p>Aos 42 minutos, Diego Hernández apareceu novamente. O meia recebeu pela direita, tabelou com Clayson, avançou até a entrada da área, limpou a marcação e finalizou com categoria para marcar seu segundo gol na partida e recolocar o Sport em vantagem: 2 a 1.<p>Pressão no segundo tempo<p>O Sport iniciou a etapa final tentando ampliar o placar. Aos cinco minutos, o árbitro marcou pênalti após a bola tocar no braço do zagueiro Yago Lincoln, depois de um desvio de Marlon Douglas. O lance gerou reclamações do Londrina, e o técnico Rogério Micale acabou expulso. A penalidade, porém, não foi confirmada. Após revisão no VAR, o árbitro anulou a marcação.<p>O Londrina passou a ocupar mais o campo ofensivo e tentou pressionar o Sport, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em oportunidades. Aos 19 minutos, o time pernambucano quase marcou o terceiro após um erro na saída de bola do Tubarão. Marlon Douglas serviu Perotti, que bateu cruzado de dentro da área, mas mandou por cima.<p>O Londrina respondeu aos 27 minutos. Juan Alano foi lançado dentro da área e cruzou para Dudu, que finalizou para fora. Aos 39, Paulinho Moccelin arriscou de longa distância e obrigou Thiago Couto a fazer uma boa defesa.<p>Nos minutos finais, o Tubarão aumentou a pressão em busca do empate, mas não chegou à igualdade.<p>O LEC volta a jogar na terça-feira (18) contra o Atlético-GO, no Vitorino Gonçalves Dias (VGD), às 19h30, pela 23ª rodada da Série B.<p>FICHA TÉCNICA<p>Sport<p>Thiago Couto; Claudinho (Marcelo Benevenuto), Marcelo Ajul, Kayky Almeida e Felipinho; Zé Gabriel, Willian Oliveira e Diego Hernández; Chrystian Barletta (Marlon Douglas), Clayson (Juan Alano) e Perotti (Biel). Técnico: Gilmar Dal Pozzo<p>Londrina<p>Kozlinski, Kauê Leonardo, Gabriel Lacerda, Yago Lincoln e Heron (Kevyn); João Vitor, João Tavares (Guilherme Portuga), Lucas Marques (Raí Nascimento) e Paulinho Moccelin; Vitinho (Pablo Dyego) e William Pottker (Gilberto). Técnico: Rogério Micale<p>Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)<p>Estádio: Ilha do Retiro, Recife (PE)<p>Gols: Diego Hernández (SPT, 10’ e 40’ do 1ºT), João Vitor (LEC, 29’ 1ºT)<p>Público: 18.945 torcedores (total)<p>Renda: R$ 478.210,00]]>
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                        Matheus Camargo
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                        Lula e Fl&#225;vio tem embate acirrado no 2&#176; turno, aponta Quaest
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                        No levantamento divulgado nesta sexta (14), atual presidente tem 43% e senador do PL, 40% em empate t&#233;cnico...</description>
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                    <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 19:39:15 -0300</pubDate>
                    
                        
                    
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                        <![CDATA[<p><p>Brasília — Nova pesquisa do instituto Quaest divulgada nesta sexta-feira (14) traz o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando a corrida presidencial no primeiro turno com 38% das intenções de voto, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que marca 31% no cenário estimulado. O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal O Globo. O estudo aponta um cenário de estabilidade e polarização no topo da disputa, com a terceira via mantendo patamares de um dígito. Para o levantamento, a Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores em todo o país entre os dias 10 e 13 de agosto. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06773/2026, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. No cenário estimulado para o primeiro turno, além de Lula (38%) e Flávio Bolsonaro (31%), aparecem no segundo pelotão o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) empatados com 4% das intenções de voto. Em seguida surgem o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o escritor Augusto Cury (Avante), ambos registrando 2%, seguidos por Samara Martins (UP), com 1%. Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram. A parcela de eleitores indecisos representa 10%, enquanto 8% declararam que pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas. Segundo Turno Nas simulações para o segundo turno, o cenário mais competitivo se desenha entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse embate direto, o atual presidente alcança 43% dos votos contra 40% do senador. Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, os dois aparecem no limite do empate técnico, enquanto brancos, nulos e abstencionistas somam 13% e os indecisos chegam a 4%. O instituto também testou Lula contra outros nomes da oposição: em um confronto com Ronaldo Caiado, o petista obtém 44% das intenções de voto contra 37%,  com 14% de brancos/nulos e 5% de indecisos. Em um duelo contra Renan Santos, Lula registra 44% ante 36% do candidato do Missão, registrando 16% de brancos/nulos e 4% de indecisos. Por fim, na simulação contra Romeu Zema, Lula marca 45% frente a 34%, com 16% de votos brancos/nulos e 5% de indecisos.  ]]>
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                        Da Reda&#231;&#227;o
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